AGRONEGÓCIO

Sistema Faemg Senar lançada campanha para fomentar popularidade das cadeias de ovinos e caprinos

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O Sistema Faemg Senar lança esta semana uma campanha publicitária para dar visibilidade e fomentar a popularidade das cadeias de ovinos e caprinos de Minas Gerais. A campanha tem também como propósito a difusão, divulgação e exposição dos diversos atores e segmentos que fazem parte das cadeias produtivas no estado.

“É nosso compromisso apoiar os produtores rurais no estado, suportando-os com conteúdo técnico, capacitação e ainda com a divulgação para dar visibilidade ao excelente trabalho que tem sido realizado por eles. Entretanto, também é nosso dever, chamar a atenção das autoridades para que elas possam nos ajudar neste grande desafio que é atender aos anseios dos produtores que integram estas duas cadeias produtivas, que têm ainda um grande potencial a ser explorado”, disse o presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio Pitangui de Salvo.

A campanha

A campanha prevê ações a partir de uma comunicação integrada, que delimita estratégias muito bem definidas em variadas mídias sempre com o objetivo de agregar valor e consolidar a marca “Sistema Faemg Senar” diante do seu público-alvo.

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A estratégia online prevê a produção semanal de post para os feeds do Instagram e Facebook institucionais do Sistema, bem como a produção de stories interativos com enquetes de perguntas e respostas sobre as duas cadeias nas duas redes.

Também serão gravados vídeos com depoimentos de produtores rurais que vão apresentar curiosidades e informações relevantes sobre as cadeias.

Um dos pontos altos da campanha feita nas redes digitais é a produção de vídeos mensais nas redes sociais com chef e influencer de gastronomia Vitor Rabelo. A publicação do vídeo será feita em colaboração (collab) com as redes sociais do influencer, o que gera engajamento para todos os envolvidos.

A campanha off line prevê uma divulgação maciça por meio de sugestão de pauta e distribuição de release para imprensa local e nacional e ainda a produção e divulgação de spots nas principais rádio de Minas Gerais.

Vários kits com cortes de ovinos e produtos provenientes da cadeia de caprinos também serão distribuídos para influencers e jornalistas ao longo da campanha publicitária.

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Por último, uma das ações mais relevantes no escopo da campanha prevê a realização de uma Press Trip para correspondentes de veículos de comunicação e influencers.

Desenvolvida pela Comissão de Ovinos e Caprinos do Sistema Faemg Senar vai oferecer uma experiência na produção dessas duas cadeias para formadores de opinião, permitindo o contato direto com os produtores rurais mineiros que se dedicam à atividade em Minas Gerais.

Minas Gerais conta com uma população média de setenta e três mil caprinos e duzentos e dois mil ovinos, segundo o IBGE. As regiões de maior concentração de cabras são o Norte de Minas e a Zona da Mata, e de ovelhas são o Norte, Triângulo e Alto Paranaíba. A caprino e a ovinocultura têm grande potencial para ampliar a produção de carne, leite e seus derivados.

Fonte: FAEMG

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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