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Sistema discute inclusão de municípios produtores de citros em Zona Risco Climático

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O Sistema Faepa Senar reuniu entidades para debater a inclusão de municípios paraibanos numa área de Zoneamento Agrícola de Risco Climático para Citrus. Segundo a Faepa, os municípios com maiores áreas de cultivo de citros da região, são justamente aqueles não zoneados.

As cidades fora do zoneamento são: Alagoa Nova, Matinhas, Areia, Remígio, Esperança, Lagoa Seca, S. S. Lagoa de Roça, Alagoa Grande

“Esse é um instrumento de produção agrícola que está relacionado diretamente com a liberação de financiamento, caso o município não esteja listado nesta relação do zoneamento, há a impossibilidade de obter crédito para a atividade”, explicou o assessor técnico da Faepa, Izaias Soares.

O objetivo da reunião foi buscar que esses municípios que são tradicionais no cultivo dos citros e que estão principalmente localizados na região do brejo paraibano, sejam colocados na portaria do zoneamento, para que facilite a obtenção de crédito aos produtores rurais da região.

O próximo passo é que a Federação, juntamente com esses outros agentes elaborem um relatório técnico para encaminhar ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) solicitando a inclusão dos municípios do Brejo no zoneamento de citros.

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A reunião aconteceu na sede do sistema e contou com representantes da Embrapa, Empaer, Banco do Nordeste e UFPB Areia. Também estiveram presentes as prefeituras de Alagoa Nova, Areia e Matinhas, além dos sindicatos de Alagoa Grande, Alagoa Nova, Areia e Esperança.

Também participaram do encontro, o superintendente do Senar-PB, Sérgio Martins, o assessor técnico da Faepa, Jair Correia e também o diretor-secretário da Faepa, Alberto Atayde.

Fonte: Assessoria de Comunicação Sistema Faepa/Senar-PB

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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