AGRONEGÓCIO

Trator MF 8S e plantadeira Momentum são destaques da Massey Ferguson no COPLACAMPO

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A Massey Ferguson, referência no mercado agrícola brasileiro, apresenta no COPLACAMPO, que acontece de 26 de fevereiro e 1 de março, em Piracicaba (SP), a solução de plantio formada pela nova versão da plantadeira Momentum, com menor número de linhas, e o trator MF 8S, eleito o Trator do Ano 2023/2024. Realizado pela Coplacana, o evento está em sua 10ª edição e reúne 130 expositores que apresentam novidades em tecnologias e tendências do agronegócio.

“O COPLACAMPO vem crescendo a cada ano. Ele acontece nesta época pois é o momento em que o produtor está planejando o plantio. Durante o evento, as empresas estarão com o corpo técnico demonstrando as aplicações e explicando a funcionabilidade de cada produto”, explica Arnaldo Antonio Bortoletto, presidente da Coplacana.

Equipado com motor AGCO Power de 7,4 litros e seis cilindros, o trator MF 8S possui design exclusivo Protect-U, com 24 centímetros de espaço entre a cabine e o motor, que isola o ambiente interno de ruídos, calor e vibrações indesejadas, oferecendo conforto ao operador e uma operação silenciosa.

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As novas versões da plantadeira Momentum possuem a opção de 18, 20, 22 e 24 linhas e espaçamento de 45 cm e 50 cm. O sistema de distribuição de peso pelo chassi divide a carga central igualmente, o que resulta em uma melhor performance nas áreas acidentadas, proporcionando profundidade homogênea de deposição de sementes e melhora na qualidade de plantio. Outra novidade é o sistema de fertilizantes que passa a operar com o vApply Granular, uma tecnologia Precision Planting® de controle de adubo que faz o gerenciamento do fertilizante em duas seções, reduzindo em até 50% o desperdício de fertilizantes.

A solução de plantio possui tecnologias que se integram para facilitar a operação e trazer excelentes resultados de produtividade, como o piloto automático, que garante o paralelismo ideal entre as linhas de plantio, e o sistema de gerenciamento de frota, que monitora o desempenho da máquina e transmite todas as informações para uma central que avalia as condições do equipamento, evitando paradas inesperadas.

Em colheitadeiras, a marca traz o modelo MF 9595, que oferece o moderno sistema de arrefecimento V-Cool, exclusividade Massey Ferguson, que possibilita trinta minutos a mais, em média, de disponibilidade de máquina, já que reduz drasticamente a necessidade de limpeza dos radiadores. Essa inovação possibilita alta capacidade de resfriamento e, consequentemente, maior vida útil ao motor, além do sistema de processamento Trident™, que garante a melhor qualidade de grãos e semente. Equipadas com motor AGCO Power, consomem até 25% menos combustível.

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Destaque para o pulverizador MF 500 R, com a nova transmissão AWD Smart Drive, que pode operar em declives de até 36%. O exclusivo sistema LiquidLogic® tem entre suas funções a recuperação do produto do sistema de pulverização para dentro do tanque após cada aplicação ou troca de produto, proporcionando economia e sustentabilidade.

A marca também estará presente na feira com a sua linha de soluções em fenação, voltada para todos os perfis de produtores, para simplificar as atividades agrícolas e aumentar a produtividade.

Fonte: Massey Ferguson

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Mato Grosso deve ampliar produção de etanol em 16% na safra 2026/27 e reforça liderança nacional em biocombustíveis

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Mato Grosso deve consolidar ainda mais sua posição estratégica no setor brasileiro de biocombustíveis na safra 2026/27. Projeção divulgada pelo Bioind-MT, com elaboração do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), aponta crescimento de 16,08% na produção estadual de etanol, que poderá atingir 8,44 milhões de metros cúbicos no próximo ciclo.

O avanço será liderado principalmente pelo etanol de milho, segmento em que Mato Grosso já responde por 62% da produção nacional de etanol de cereais. O crescimento também será sustentado pela entrada de novas plantas industriais e pela ampliação da moagem de milho destinada à produção de biocombustíveis.

Segundo o presidente do Bioind-MT e da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel, o setor ganha importância crescente na matriz energética brasileira e no processo de descarbonização dos transportes.

“O avanço do etanol de milho fortalece a segurança energética e amplia o papel estratégico do Brasil na oferta de combustíveis renováveis, inclusive para setores como aviação e navegação marítima”, afirma.

Produção de etanol de milho deve crescer quase 19%

Antes mesmo da safra 2026/27, Mato Grosso já deve encerrar o ciclo 2025/26 com forte expansão na produção de etanol. A estimativa aponta crescimento de 8,52%, alcançando 7,27 milhões de metros cúbicos, enquanto a produção nacional deverá ficar praticamente estável, com leve alta de 0,22%.

Com esse desempenho, o estado mantém a segunda posição no ranking brasileiro de produção de etanol, atrás apenas de São Paulo.

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Na safra atual, a produção de etanol de milho deverá atingir 6,18 milhões de metros cúbicos, avanço de 9,89% em relação ao ciclo anterior. Já o etanol de cana-de-açúcar deve alcançar 1,09 milhão de metros cúbicos, com crescimento mais moderado de 1,37%.

Para 2026/27, a expectativa é de aceleração ainda maior no segmento de milho. A produção deverá subir 18,67%, alcançando 7,33 milhões de metros cúbicos. O etanol de cana, por sua vez, deve crescer 1,42%, chegando a 1,11 milhão de metros cúbicos.

O levantamento também mostra expansão significativa da moagem de milho para etanol. O volume processado deve atingir 13,81 milhões de toneladas em 2025/26, alta de 10,45%. Já para 2026/27, a projeção é de crescimento de 18,52%, totalizando 16,36 milhões de toneladas.

A entrada de duas novas plantas industriais no estado aparece como um dos principais fatores de impulso para o setor.

Cadeia de coprodutos amplia relevância econômica

Além do combustível, a indústria de etanol de milho segue fortalecendo a produção de coprodutos utilizados principalmente na nutrição animal e na indústria de alimentos.

A produção de DDG e DDGS — coprodutos proteicos derivados do processamento do milho — deverá crescer 16,14% na safra 2026/27, chegando a 3,41 milhões de toneladas.

Já a produção de óleo de milho deve avançar 12,9%, alcançando 338,9 mil toneladas.

No segmento sucroenergético, a moagem de cana-de-açúcar deverá permanecer praticamente estável no próximo ciclo, com previsão de 18,61 milhões de toneladas, alta de 0,39%.

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A produção de açúcar, por outro lado, poderá registrar leve retração de 1,42%, ficando em 579,7 mil toneladas.

Segundo o superintendente do Imea, Cleiton Gauer, o setor vem ampliando sua participação em diferentes segmentos da economia.

“A cadeia de bioenergia em Mato Grosso amplia sua relevância na produção de combustíveis renováveis, coprodutos para nutrição animal, óleo vegetal, bioenergia e créditos de descarbonização”, destaca.

Mato Grosso pode dobrar produção até 2033

As projeções de longo prazo indicam continuidade do forte crescimento da indústria de biocombustíveis no estado.

Segundo o levantamento, Mato Grosso poderá alcançar produção de 15,02 milhões de metros cúbicos de etanol até a safra 2033/34 — mais que o dobro do volume estimado para o ciclo atual.

O estudo também destaca os impactos ambientais positivos da cadeia de bioenergia. Desde o início do programa de Créditos de Descarbonização (CBIOs), o setor já contribuiu para mitigação equivalente a 189,64 milhões de toneladas de CO₂, sendo 40,06 milhões de toneladas apenas em 2025.

Além da relevância energética e ambiental, a cadeia produtiva do etanol em Mato Grosso também amplia sua importância econômica e social. Atualmente, o setor gera mais de 12 mil empregos diretos e movimenta arrecadação superior a R$ 2,5 bilhões em ICMS no estado.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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