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Tecnologia no desenvolvimento de sementes de alface confere versatilidade ao cultivo da hortaliça

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A versatilidade é uma das características mais buscadas para a produção de hortaliças. As alfaces, por exemplo, apresentam esse atributo, com cultivares adaptadas para plantio em campo aberto e hidroponia, além de poderem ser usadas de diversas formas, seja como elemento principal de uma salada ou de forma decorativa. As variedades tipo crespas, em específico, unem todos esses elementos, graças à tecnologia aplicada no desenvolvimento das sementes.

A alface é uma das culturas mais difundidas no Brasil e, também, mais presentes na mesa dos brasileiros, sendo ela a hortaliça mais consumida pela população mundial. De acordo com o livro “Brasil em 50 Alimentos”, produzido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o País produz, por ano, aproximadamente 660 mil toneladas de alface.

O cultivo em campo aberto de alfaces crespas, com o plantio direto no solo, aproveita dos nutrientes já presentes na terra e de adubação orgânica ou mineral para o desenvolvimento dos produtos, segundo estudo feito no Instituto Federal Sul de Minas pelos profissionais Luis Lessi dos Reis e José Augusto Pereira Neto.

Quando se fala de hidroponia, o solo é substituído por uma solução nutritiva de água e dos nutrientes minerais necessários para a evolução adequada da hortaliça. Esse tipo de cultivo protegido prevê a irrigação intermitente das raízes e a disponibilização, também, de oxigênio para a alface.

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“Nesse sentido, o trabalho de melhoramento genético é essencial para que o produtor tenha acesso às sementes que mais se adaptam à sua realidade, seja para cultivo em campo aberto ou hidropônico. Dessa forma, ele pode otimizar as atividades e os custos envolvidos na produção da hortaliça”, explica o especialista em Brássicas e Folhosas da Agristar, Silvio Nakagawa.

Topseed Premium no mercado de alfaces crespas

Considerando a demanda por materiais que se destacam geneticamente, a linha Topseed Premium da Agristar do Brasil possui em seu portfólio variedades de alface crespa que atendem esses pilares de versatilidade.

A cultivar Cida, por exemplo, é adaptada para as duas formas de plantio, mas o cultivo protegido em hidroponia recebe destaque, segundo Nakagawa. “Essa é uma variedade que apresenta planta compacta, com boa firmeza de folhas e tolerante ao pendoamento precoce e ao calor, além de ser resistente ao vírus do mosaico da alface (LMV)”.

Já a alface crespa Samira, comumente encontrada em propriedades do Rio de Janeiro, é tolerante a doenças do solo, principalmente no verão. “Ela possui uma planta vigorosa, com folhas longas e firmes, e também apresenta tolerância ao pendoamento precoce e alta resistência ao LMV”, detalha.

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Quando o assunto é mimosa verde, a alface Frisby é um destaque nesse mercado, podendo ser cultivada diretamente no solo ou em hidroponia. “A cultivar possui uma planta aberta, volumosa, resistente ao míldio e folhagem vigorosa de cor verde brilhante”, aponta o especialista.

No segmento de alfaces roxas, a Topseed Premium possui o material Luminosa, cujo principal destino é a decoração de saladas. “Essa é uma cultivar indicada para plantio o ano todo por ser altamente adaptável, apresentando ótimo pós-colheita e folhas grandes, uniformes, com ótima coloração, rendimento e peso”.

“É fundamental termos em nosso portfólio materiais que atendem diversos tipos de públicos e demandas. Isso é fruto de anos de trabalho e desenvolvimento genético das cultivares que levamos a campo e do contato direto com os produtores, que comunicam as suas necessidades para que possamos produzir as melhores soluções ao negócio de cada um”, encerra Silvio Nakagawa.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá em 2026

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico nº 24/2026, com dados atualizados sobre a situação das arboviroses no município. O levantamento, elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde, mostra uma redução nas médias semanais de casos de dengue e chikungunya ao longo de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na 25ª Semana Epidemiológica, Cuiabá registrou nove casos notificados de dengue e três de chikungunya. No acumulado do ano, a média semanal de notificações de dengue caiu de 75,6 casos em 2025 para 51,8 em 2026. Já a chikungunya apresentou uma redução ainda mais significativa, passando de 434,9 notificações semanais no ano anterior para apenas 4,8 neste ano.

Até 2 de julho de 2026, o município contabilizou 1.295 notificações de dengue, das quais 568 foram confirmadas. Houve um óbito confirmado pela doença e outro permanece em investigação. A incidência é de 70,5 casos por 100 mil habitantes, considerando apenas os casos autóctones.

Em relação à chikungunya, foram registradas 121 notificações e 115 confirmações, sem óbitos. A incidência da doença é de 7,8 casos por 100 mil habitantes. Já a zika contabilizou oito notificações, com três casos confirmados e incidência de 0,4 por 100 mil habitantes.

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Além do monitoramento epidemiológico, a Secretaria Municipal de Saúde mantém ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti. Desde o início do ano, as equipes de vigilância realizaram vistoria em 574.889 imóveis em toda a capital.

Durante as inspeções, foram realizados tratamentos em 60.826 imóveis, 68.063 depósitos com água receberam tratamento adequado e 17.104 depósitos considerados de risco foram eliminados de forma definitiva.

A secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena Barboza Sampaio, destaca que os indicadores demonstram o impacto das ações de vigilância, mas reforça que a prevenção continua sendo responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A redução dos casos é um resultado importante, fruto do trabalho contínuo das equipes de vigilância e da atenção básica. No entanto, o combate ao mosquito precisa ser diário. A maior parte dos criadouros ainda está dentro das residências, por isso contamos com o apoio da população para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a principal forma de prevenção continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito. A orientação é manter quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, tampar caixas d’água e realizar inspeções frequentes em calhas, vasos de plantas, pneus e outros objetos.

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Outra medida importante é a vacinação contra a dengue. A vacina Qdenga está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme o calendário do Ministério da Saúde, sendo aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas na pele ou dor intensa nas articulações, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica, evitando a automedicação. A identificação precoce da doença contribui para o tratamento adequado e reduz o risco de complicações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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