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Estabilidade no mercado de feijão e projeções para recuperação

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O mercado brasileiro de feijão experimentou uma semana com aumento na oferta devido à colheita da primeira safra, trazendo perspectivas positivas para a recuperação dos preços. Analistas indicam que os empacotadores já estão buscando oportunidades de negócios para o próximo mês.

Evandro Oliveira, analista e consultor da Safras & Mercado, destaca que, com o declínio do pico da colheita do feijão carioca, espera-se uma redução gradual na oferta, o que pode contribuir para a estabilização dos preços, mantendo-se uma demanda constante.

No entanto, Oliveira ressalta os desafios relacionados à qualidade do feijão devido às condições climáticas adversas enfrentadas durante a primeira safra, como excesso de chuvas e eventos extremos. Isso impactou significativamente o rendimento e a condição geral da cultura.

A oferta predominante continua sendo de feijões classificados abaixo de nota 8,5, sendo o feijão de nota 8,5 o mais comum nas negociações desta semana. Apesar disso, as transações não apresentaram um volume expressivo, movimentando cerca de 6 a 8 mil sacas, conforme o analista.

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Oliveira projeta uma gradual recuperação nos preços do feijão carioca nas próximas semanas, à medida que a pressão da oferta diminui e a demanda aumenta. O retorno à normalidade após o Carnaval também é esperado para impulsionar as atividades comerciais. Com a aproximação da colheita da segunda safra em abril, há previsões de recuperação nas cotações, pelo menos na primeira quinzena de março.

Em relação ao feijão preto, o Paraná, principal estado produtor, enfrentou dificuldades devido aos efeitos do El Niño, resultando em estoques reduzidos e preços elevados, ultrapassando R$ 400 por saca. Apesar da escassez, as negociações persistem, especialmente por meio de vendas diretas e embarques, aproveitando os preços atrativos.

Em resumo, o cenário atual apresenta relativa estabilidade para o feijão carioca, com expectativas de uma recuperação gradual nos preços, enquanto o feijão preto mantém-se em patamares elevados devido à escassez e à persistente demanda.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá está entre as dez capitais com melhor qualidade de vida do Brasil, aponta IPS 2026

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Cuiabá ficou entre as dez capitais brasileiras mais bem colocadas no Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20). A capital mato-grossense ocupa a décima posição no ranking nacional e lidera o cenário estadual, em um levantamento que avalia a qualidade de vida da população com base em indicadores sociais e ambientais.

O estudo analisa os 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores distribuídos em três grandes dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades. O objetivo é medir o acesso da população a condições essenciais para viver bem, para além de indicadores econômicos, como o Produto Interno Bruto (PIB).

No ranking das capitais, Cuiabá ficou atrás de cidades como Curitiba, Brasília e São Paulo, mas se destacou pelos resultados em áreas ligadas ao atendimento de necessidades básicas e aos fundamentos do bem-estar.

O desempenho evidencia a diferença entre os grandes centros urbanos e municípios mais isolados do país, onde o acesso a serviços públicos e infraestrutura ainda apresenta maiores desafios.

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O IPS Brasil 2026 aponta média nacional de 63,40 pontos em uma escala de 0 a 100, registrando uma evolução discreta em relação ao ano anterior. A metodologia do índice considera 12 componentes para compor a avaliação dos municípios, são eles:

  • Nutrição e Cuidados Médicos Básicos
  • Água e Saneamento
  • Moradia
  • Segurança Pessoal
  • Acesso ao Conhecimento Básico
  • Acesso à Informação e Comunicação
  • Saúde e Bem-Estar
  • Qualidade do Meio Ambiente
  • Direitos Individuais
  • Liberdades Individuais e de Escolha
  • Inclusão Social
  • Acesso à Educação Superior

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, destacou que o reconhecimento no IPS Brasil 2026 reforça o potencial da capital mato-grossense em crescer de forma equilibrada, aliando desenvolvimento econômico, preservação ambiental e qualidade de vida. O prefeito citou que a capital é agraciada com mais de 300 nascentes e que precisa de ações para o futura da cidade. Abilio também ressaltou que Cuiabá se consolida como a capital do agronegócio, dos serviços e do comércio, com geração de empregos e carência de mão de obra em diversos setores, cenário que demonstra a força da economia local.

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“Cuiabá vive um novo momento. Queremos uma capital viva, que preserve sua cultura, sua história e suas tradições, mas que também acompanhe o desenvolvimento, atraia investimentos, gere oportunidades e ofereça qualidade de vida para quem vive aqui”, afirmou.

Confira abaixo o ranking de pontuações das capitais no IPS Brasil 2026:

  1. Curitiba (PR): 71,29
  2. Brasília (DF): 70,73
  3. São Paulo (SP): 70,64
  4. Campo Grande (MS): 69,77
  5. Belo Horizonte (MG): 69,66
  6. Goiânia (GO): 69,47
  7. Palmas (TO): 68,91
  8. Florianópolis (SC): 68,73
  9. João Pessoa (PB): 67,73
  10. Cuiabá (MT): 67,22

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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