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Explorando oportunidades internacionais para o feijão-preto: IBRAFE direciona esforços ao México

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Na última sexta-feira, foi observado o primeiro dia que sinaliza uma possível retomada de preços do Feijão-preto no mercado brasileiro. A expectativa é que, caso os compradores ingressem no mercado, isso marque o início de um novo ciclo de valorização. Entretanto, caso isso não ocorra imediatamente, é provável que aconteça em algum momento antes da próxima colheita. É essencial destacar que haverá momentos de oscilação nos preços, com compradores desempenhando seu papel ao adquirir produtos durante períodos de queda nos preços. Por outro lado, produtores tendem a se retrair do mercado nessas circunstâncias.

Os preços alcançaram a marca de R$ 330 em Minas Gerais e R$ 350 em Goiás, com prazos variados, atingindo uma avaliação de nota 8,5/9. Durante a manhã, ocorreram vendas com notas entre 8/8,5, a preços mais baixos. Alguns compradores expressaram frustração por não conseguirem atingir suas metas de quantidade, tanto para o Feijão-carioca quanto para o Feijão-preto.

Quanto à área destinada ao cultivo do Feijão-preto na segunda safra, é evidente que será maior do que no ano anterior. Essa expansão não será um problema se a missão planejada pela APEX/IBRAFE no México, programada para março, for bem-sucedida. A intenção é levar um grupo de empresas participantes do projeto APEX para se aproximarem do governo mexicano e dos importadores locais. Com 12 empresas já confirmadas, restam poucas vagas para participação.

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Alguns melhoristas também foram convidados a participar, buscando obter uma compreensão mais profunda sobre o progresso da pesquisa mexicana e quais são as preferências locais em relação aos Feijões, incluindo os Feijões-pretos. O regulamento detalhado da missão pode ser acessado através do link: Regulamento da Missão. https://ibrafe.org/artigo/missao-comercial-expo-antad

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil deve bater recorde na produção de etanol em 2026/27, projeta DATAGRO

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O Brasil caminha para uma safra histórica no setor sucroenergético. A DATAGRO projetou produção recorde de etanol na temporada 2026/27, impulsionada pela maior oferta de cana-de-açúcar e pelo crescimento global da demanda por biocombustíveis.

As novas estimativas foram apresentadas nesta terça-feira (13), em Nova York, durante a 19ª edição da CITI ISO DATAGRO New York Sugar and Ethanol Conference, realizada na tradicional Sugar Week.

Segundo os dados divulgados por Plinio Nastari, o Centro-Sul do Brasil deverá processar 642,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2026/27. A estimativa inclui produção de 40,98 milhões de toneladas de açúcar e 38,61 bilhões de litros de etanol produzido a partir da cana e do milho.

Produção nacional de etanol pode superar 41 bilhões de litros

Considerando também a produção do Nordeste, a DATAGRO estima que o Brasil deverá alcançar moagem total de 698 milhões de toneladas de cana na safra 2026/27.

A projeção nacional aponta para produção de 44,2 milhões de toneladas de açúcar e 41,4 bilhões de litros de etanol, consolidando o país como um dos principais fornecedores globais de energia renovável.

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O avanço da produção ocorre em um cenário de maior direcionamento das usinas para o etanol, principalmente nos primeiros meses da safra atual, movimento favorecido pela demanda crescente por combustíveis renováveis no mercado internacional.

Mercado global de açúcar deve voltar ao déficit em 2026/27

Além das projeções para o Brasil, a DATAGRO também atualizou suas estimativas para o mercado mundial de açúcar.

A consultoria prevê que o ciclo 2025/26 deverá encerrar com pequeno superávit global de 0,57 milhão de toneladas em valor bruto. Já para 2026/27, a expectativa é de déficit de 3,17 milhões de toneladas.

Entre os fatores que sustentam esse cenário estão os possíveis impactos climáticos do fenômeno El Niño sobre importantes produtores asiáticos, como Índia e Indonésia, além da redução de área cultivada na Europa e na Tailândia.

Biocombustíveis ampliam espaço nos setores marítimo e aéreo

A DATAGRO destacou ainda que o aumento das tensões geopolíticas e a busca global por alternativas energéticas renováveis vêm fortalecendo o mercado de biocombustíveis.

Segundo Plinio Nastari, novos mercados vêm surgindo especialmente nos setores marítimo e aéreo, ampliando o potencial de consumo de etanol, biodiesel e metanol verde nos próximos anos.

“O uso de biocombustíveis como substitutos do combustível marítimo pode gerar aumento de demanda entre 0,4 milhão e 1,8 milhão de toneladas por ano até 2029”, afirmou.

As projeções indicam ainda que a demanda global por biocombustíveis voltados ao transporte marítimo poderá alcançar até 72 milhões de toneladas até 2050, reforçando o protagonismo do Brasil no fornecimento de energia limpa e renovável.

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Etanol ganha protagonismo estratégico na transição energética

O cenário projetado pela DATAGRO reforça a crescente importância do etanol brasileiro dentro da agenda global de descarbonização.

Com ampla disponibilidade de matéria-prima, elevada eficiência produtiva e capacidade de expansão sustentável, o Brasil segue consolidando sua posição estratégica no mercado internacional de biocombustíveis, especialmente diante do avanço das políticas globais de redução de emissões de carbono.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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