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Empresa de biotecnologia lança dois biodefensivos

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Com foco em oferecer aos produtores soluções cada vez mais sustentáveis e que garantam bons resultados no campo, rentabilidade contribuindo com a agricultura regenerativa, a Superbac, empresa pioneira no mercado brasileiro de soluções em biotecnologia, anuncia sua entrada também no mercado de biodefenvisos. A companhia que já atua na área de nutrição de plantas, acaba de receber o certificado de registro do Mapa de dois novos produtos para a proteção de plantas e que ainda este ano passarão a ser comercializados.

Segundo Giuliano Pauli, diretor de inovação da Superbac, a entrada neste mercado é estratégica, pois faz parte de um plano de crescimento estruturado. “Atuar com proteção de plantas é importante por vários motivos, além de aproveitar o potencial da nossa biofábrica, passamos a oferecer no campo novas soluções altamente tecnológicas”, destaca.

Os dois novos produtos tratam-se de um bionematicida e um biofungicida. O primeiro é um bionematicida microbiológico formulado a partir de bactérias das espécies Bacillus subtilis, Bacillus amyloliquefaciens, Bacillus velezensis e Bacillus licheniformis para o controle de Nematoide-das-lesões (Pratylenchus brachyurus), Nematoide-das-lesões (Pratylenchus zeae) e Nematoide-dos-cistos (Heterodera glycines). Além de Nematoide-de-galhas (Meloidogyne incognita), Nematoide-de-galhas (Meloidogyne javanica). Indicado para qualquer cultura com a ocorrência dos alvos biológicos citados.

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Já o segundo é um fungicida microbiológico formulado a partir de bactérias das espécies Bacillus subtilis, Bacillus amyloliquefaciens para o controle de Tombamento (Rhizoctonia solani), Mofobranco (Sclerotinia sclerotiorum), Murcha-de-fusarium (Fusarium oxysporum). Indicado para todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.

O lançamento dos produtos traz uma série de diferenciais tecnológicos relacionados à concentração e a shel flife (manutenção dos produtos sem necessidade de refrigeração). Além disso os biodefensivos contam em suas composições várias cepas com características sinérgicas, ou seja, que quando atuam conjuntamente entregam um resultado melhor do que isolados. “Com os lançamentos, a Superbac efetivamente se posiciona como o melhor parceiro biotecnológico para os distribuidores e para os agricultores, com o portfólio atual, mas também pensando no pipeline futuro da companhia”, acrescenta o profissional.

Posicionamento consolidado

De acordo com Giuliano, a Superbac com a ampliação do portfólio tem potencial de ser o principal player em biotecnologia para todas as demandas do produtor, seja na nutrição de plantas, regeneração do solo ou controle de pragas. “Somos um player que vai propiciar para o agricultor, efetivamente, a concretização da agricultura regenerativa. Soluções que além de entregar alta eficiência vão ajudar o agricultor na redução das emissões de carbono e trazer, sustentabilidade a longo prazo à cadeia produtiva com rentabilidade”, finaliza o diretor de inovação.

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Fonte: Ruralpress

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mato Grosso deve ampliar produção de etanol em 16% na safra 2026/27 e reforça liderança nacional em biocombustíveis

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Mato Grosso deve consolidar ainda mais sua posição estratégica no setor brasileiro de biocombustíveis na safra 2026/27. Projeção divulgada pelo Bioind-MT, com elaboração do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), aponta crescimento de 16,08% na produção estadual de etanol, que poderá atingir 8,44 milhões de metros cúbicos no próximo ciclo.

O avanço será liderado principalmente pelo etanol de milho, segmento em que Mato Grosso já responde por 62% da produção nacional de etanol de cereais. O crescimento também será sustentado pela entrada de novas plantas industriais e pela ampliação da moagem de milho destinada à produção de biocombustíveis.

Segundo o presidente do Bioind-MT e da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel, o setor ganha importância crescente na matriz energética brasileira e no processo de descarbonização dos transportes.

“O avanço do etanol de milho fortalece a segurança energética e amplia o papel estratégico do Brasil na oferta de combustíveis renováveis, inclusive para setores como aviação e navegação marítima”, afirma.

Produção de etanol de milho deve crescer quase 19%

Antes mesmo da safra 2026/27, Mato Grosso já deve encerrar o ciclo 2025/26 com forte expansão na produção de etanol. A estimativa aponta crescimento de 8,52%, alcançando 7,27 milhões de metros cúbicos, enquanto a produção nacional deverá ficar praticamente estável, com leve alta de 0,22%.

Com esse desempenho, o estado mantém a segunda posição no ranking brasileiro de produção de etanol, atrás apenas de São Paulo.

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Na safra atual, a produção de etanol de milho deverá atingir 6,18 milhões de metros cúbicos, avanço de 9,89% em relação ao ciclo anterior. Já o etanol de cana-de-açúcar deve alcançar 1,09 milhão de metros cúbicos, com crescimento mais moderado de 1,37%.

Para 2026/27, a expectativa é de aceleração ainda maior no segmento de milho. A produção deverá subir 18,67%, alcançando 7,33 milhões de metros cúbicos. O etanol de cana, por sua vez, deve crescer 1,42%, chegando a 1,11 milhão de metros cúbicos.

O levantamento também mostra expansão significativa da moagem de milho para etanol. O volume processado deve atingir 13,81 milhões de toneladas em 2025/26, alta de 10,45%. Já para 2026/27, a projeção é de crescimento de 18,52%, totalizando 16,36 milhões de toneladas.

A entrada de duas novas plantas industriais no estado aparece como um dos principais fatores de impulso para o setor.

Cadeia de coprodutos amplia relevância econômica

Além do combustível, a indústria de etanol de milho segue fortalecendo a produção de coprodutos utilizados principalmente na nutrição animal e na indústria de alimentos.

A produção de DDG e DDGS — coprodutos proteicos derivados do processamento do milho — deverá crescer 16,14% na safra 2026/27, chegando a 3,41 milhões de toneladas.

Já a produção de óleo de milho deve avançar 12,9%, alcançando 338,9 mil toneladas.

No segmento sucroenergético, a moagem de cana-de-açúcar deverá permanecer praticamente estável no próximo ciclo, com previsão de 18,61 milhões de toneladas, alta de 0,39%.

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A produção de açúcar, por outro lado, poderá registrar leve retração de 1,42%, ficando em 579,7 mil toneladas.

Segundo o superintendente do Imea, Cleiton Gauer, o setor vem ampliando sua participação em diferentes segmentos da economia.

“A cadeia de bioenergia em Mato Grosso amplia sua relevância na produção de combustíveis renováveis, coprodutos para nutrição animal, óleo vegetal, bioenergia e créditos de descarbonização”, destaca.

Mato Grosso pode dobrar produção até 2033

As projeções de longo prazo indicam continuidade do forte crescimento da indústria de biocombustíveis no estado.

Segundo o levantamento, Mato Grosso poderá alcançar produção de 15,02 milhões de metros cúbicos de etanol até a safra 2033/34 — mais que o dobro do volume estimado para o ciclo atual.

O estudo também destaca os impactos ambientais positivos da cadeia de bioenergia. Desde o início do programa de Créditos de Descarbonização (CBIOs), o setor já contribuiu para mitigação equivalente a 189,64 milhões de toneladas de CO₂, sendo 40,06 milhões de toneladas apenas em 2025.

Além da relevância energética e ambiental, a cadeia produtiva do etanol em Mato Grosso também amplia sua importância econômica e social. Atualmente, o setor gera mais de 12 mil empregos diretos e movimenta arrecadação superior a R$ 2,5 bilhões em ICMS no estado.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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