AGRONEGÓCIO

Capal utiliza equipamento de alta precisão para medir umidade de grãos

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A Capal, sempre preocupada em trazer bons resultados para os produtores associados, buscou as melhores ferramentas e o que existe de mais avançado em tecnologia para realizar o controle da umidade de grãos, um dos principais fatores que influenciam diretamente no bolso do produtor no momento da armazenagem e da comercialização.

Os medidores são utilizados nas transações comerciais e devem ser aprovados e verificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) a partir da regulamentação criada em 2013 por meio da Portaria nº 402.

Atendendo a todos esses critérios, a Cooperativa fez uma parceria com a empresa Loc Solution – Motomco, de Curitiba (PR), para a locação do equipamento Motomco 999ESI desenvolvido para a utilização em Salas de Classificação, Laboratórios ou Secadoras de Grãos. Os equipamentos estão disponíveis em todas as unidades operacionais da Capal onde acontece o recebimento de grãos.

O dispositivo é de alta tecnologia e conta com um aplicativo para monitorar a umidade dos grãos, incluindo leituras digitais, históricos de leituras, visualizações por gráficos, ativação, calibração de medidores e resultados precisos.

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Avanço

O representante da marca de medidores Motomco e engenheiro agrônomo, Roney José Smolareck, destaca que a Capal deu um salto desde que começou a utilizar o equipamento.

“Em parceria com a Cooperativa estamos elevando o processo e os resultados obtidos, tendo mais visibilidade e controle do recebimento. Além de ser um equipamento moderno, conta ainda com várias tecnologias, tendo uma integração com o sistema de gestão e informação que ficam salvas diretamente na nuvem”, explicou.

“A Capal está preocupada em servir os associados com as melhores ferramentas trazendo os equipamentos da Motomco que hoje é o que existe de melhor em termos de tecnologia”, complementou o coordenador comercial de locação da Motomco, Odivan Bortolotto.

Capal

De acordo com o coordenador de Operações de Grãos da Capal, Carlos Aparecido Faria, a parceria reflete em segurança tanto para o cooperado como para a cooperativa.

“O equipamento realiza a leitura precisa em tempo real da umidade dos grãos de uma amostra representativa da carga. Isso tem muito valor comercial, pois traz confiabilidade e segurança com um dispositivo disponível e confiável a qualquer momento que eu precise. A Capal está buscando a tecnologia que oferece a melhor qualidade e agilidade para o nosso cooperado”, destacou.

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Treinamento

Nesta semana, a Capal promoveu um treinamento ministrado pela Motomco para todo o time do Controle de Qualidade e Classificação da Capal. O objetivo foi capacitar os classificadores sobre o funcionamento do equipamento e como resolver as possíveis falhas que possam vir a acontecer.

Durante o treinamento, os colaboradores puderam sanar dúvidas, entender como funciona o processo de locação na prática, a classificação de grãos e os procedimentos operacionais para ter um resultado confiável.

“É importante ver todos esses pontos principais para termos tranquilidade em trabalhar com as atualizações do equipamento e fins de questionamento, tendo confiança nos dados e agilidade no processo. Facilitou muito o nosso trabalho”, disse Thaise de Paula Felipe, assistente Controle da Qualidade de Grãos.

Fonte: VBcomunicacão

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Custo de produção do leite sobe no Paraná com alta do milho e farelo de soja, aponta Deral

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O custo de produção da atividade leiteira voltou a subir no Paraná, pressionado principalmente pela alta dos insumos utilizados na nutrição do rebanho. A avaliação é do Deral, vinculado à Seab, em boletim conjuntural divulgado na última quinta-feira (30).

Segundo o relatório, o aumento dos custos tem reduzido o poder de compra do produtor de leite em relação a insumos estratégicos como milho e farelo de soja, elevando a pressão sobre a rentabilidade da atividade.

Relação de troca piora e encarece alimentação do rebanho

O Deral utiliza a relação de troca entre o litro de leite e a saca de milho como um dos principais indicadores de custo da produção. Em março de 2025, com o litro do leite cotado a R$ 2,81, eram necessários 27,7 litros para adquirir uma saca de milho, que estava em R$ 77,90.

No período mais recente analisado, essa relação piorou, passando para 29,4 litros por saca, evidenciando perda de poder de compra do produtor.

A pressão também é observada no farelo de soja, outro insumo essencial na alimentação animal. A relação de troca passou de 697 litros por tonelada em março de 2025 para 868 litros por tonelada atualmente, refletindo o aumento expressivo do custo nutricional da atividade.

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Nutrição animal segue como principal fator de custo

De acordo com o boletim, a alimentação do rebanho continua sendo o principal componente do custo de produção leiteira. Com a alta dos insumos, produtores enfrentam margens mais apertadas e maior necessidade de eficiência na gestão nutricional e produtiva.

O cenário reforça a sensibilidade da atividade às oscilações do mercado de grãos, especialmente milho e soja, que têm forte impacto direto na formação do custo do litro de leite.

Importações de lácteos aumentam e pressionam mercado interno

Além dos custos de produção, o mercado de lácteos também é impactado pelo aumento das importações. Segundo o Deral, o volume importado cresceu cerca de 26% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025.

Os queijos representam aproximadamente 40% desse total, indicando forte presença de produtos importados no consumo interno.

Leite em pó registra alta mesmo com restrições

O boletim também destaca o avanço das importações de leite em pó, mesmo após medidas adotadas para tentar conter a entrada do produto no país. Em março de 2026, as compras externas registraram aumento de 71% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Esse movimento amplia a concorrência no mercado interno e adiciona pressão sobre os preços pagos ao produtor, em um cenário já marcado por custos elevados de produção.

Setor leiteiro enfrenta desafio de equilíbrio entre custos e competitividade

Com insumos em alta e aumento das importações, a cadeia do leite enfrenta um ambiente de maior pressão competitiva. O desafio do setor passa a ser manter a viabilidade econômica da produção diante de margens mais estreitas e maior volatilidade de mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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