AGRONEGÓCIO

Mosaic Fertilizantes destaca soluções de alta performance para sojicultura no BelaSafra 2024

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A Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, apresentará um portfólio de tecnologias diferenciadas para a cultura da soja no BelaSafra 2024, evento que irá ocorrer entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro, em Cambé (PR). Na ocasião, a companhia irá destacar as características de produtos que influenciam diretamente na produtividade e na qualidade dos grãos colhidos.

“Estamos bastante satisfeitos em poder participar mais uma vez do BelaSafra. Trata-se de uma feira importante para o segmento do agronegócio que se destina a produtores rurais de todos os perfis, nos possibilitando estarmos ainda mais próximos desse público estratégico para o nosso negócio. Queremos contribuir com o agricultor rural de modo a compartilhar informações e oferecer mais capacitação para que ele possa tomar as melhores decisões no campo”, diz Filipe Miranda, gerente de Produtos da Mosaic Fertilizantes.

Os visitantes da feira poderão conhecer mais sobre a aplicação de fertilizantes que contribuem com a cultura da soja de maneira sustentável e geram benefícios para produtores rurais e para o meio ambiente. Serão expostos os produtos K-Mag e Performa Ultra, que proporcionam lavouras bem nutridas sem alteração dos manejos ou aspectos operacionais no campo, além de incrementarem a produtividade e qualidade dos grãos.

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O K-Mag possui uma fonte de magnésio altamente solúvel combinada com enxofre e potássio em um único grânulo, contando também com baixo teor de cloro. Assim, seu uso possibilita ao agricultor cultivar lavouras de soja mais homogêneas, com maior enchimento dos e grãos e, portanto, proporcionando melhor qualidade da colheita. Já o Performa Ultra é um fertilizante que conta com a presença do boro em forma de borato de cálcio e borato de sódio, além do magnésio de solubilidade. Isso contribui para uma lavoura mais vigorosa e produtiva, com aumento no peso dos grãos e máximo rendimento operacional, gerando resultados diferenciados

A realização do BelaSafra 2024 no Paraná se dá em um momento oportuno. Mesmo com as altas temperaturas e a falta de chuva registradas nos últimos meses, a soja vem se desenvolvendo bem no estado, de acordo com o Deral (Departamento de Economia Rural) paranaense. O Paraná ocupa a segunda posição no país quando o assunto é a produção do grão. Na safra do ano passado, houve a colheita recorde de 22,4 milhões de toneladas de soja na região.

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Fonte: Mosaic Fertilizantes

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Preço do milho segue estável no Brasil à espera da safrinha; exportações avançam mais de 70%

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O mercado brasileiro de milho registrou pouca movimentação ao longo da semana, refletindo a postura cautelosa de compradores e vendedores diante da proximidade da entrada mais intensa da segunda safra no país. A expectativa de aumento da oferta mantém o ritmo de negociações lento, enquanto produtores buscam sustentar os preços em meio ao avanço da colheita.

Segundo análise da Safras & Mercado, o cenário continua marcado por baixa liquidez e poucas alterações nas cotações, tanto no mercado físico quanto nas negociações futuras.

Compradores aguardam maior oferta da safrinha

Os consumidores seguem atuando de forma pontual, adquirindo apenas volumes necessários para reposição imediata. O comportamento demonstra conforto nos estoques e expectativa de que a colheita da segunda safra amplie a disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

Do lado da oferta, os produtores avançam na comercialização da produção, mas mantêm resistência em aceitar preços considerados baixos. Em diversas regiões, as pedidas continuam acima dos valores ofertados pelos compradores, limitando o fechamento de novos negócios.

A expectativa do mercado é que o avanço da colheita da safrinha aumente a pressão sobre os preços, principalmente nas regiões de maior produção.

Clima segue no radar dos agentes do mercado

As condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos participantes do setor.

O mercado monitora a possibilidade de novas chuvas na Região Sul, em São Paulo, no sul de Minas Gerais e em áreas produtoras de Goiás. Apesar das especulações sobre eventuais impactos na produtividade, ainda não há confirmação de perdas relevantes.

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Outro fator observado é o risco de geadas. No entanto, as previsões meteorológicas atuais não indicam ocorrência de frio intenso capaz de provocar danos significativos às lavouras.

Relatório do USDA influencia expectativas globais

No cenário internacional, as atenções estiveram voltadas para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O documento trouxe atualizações importantes para o mercado global de grãos e reforçou a percepção de ampla disponibilidade de milho, fator que continua pressionando os preços na Bolsa de Chicago.

A queda das cotações internacionais tem reduzido a competitividade do milho brasileiro nos portos, mesmo com a valorização do dólar frente ao real.

Exportações avançam em volume, mas preços médios recuam

Apesar dos desafios relacionados à paridade de exportação, os embarques brasileiros de milho apresentaram crescimento expressivo no início de junho.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 126,061 mil toneladas de milho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com média diária de 31,515 mil toneladas.

A receita acumulada alcançou US$ 29,451 milhões, com média diária de US$ 7,362 milhões.

Na comparação com junho de 2025, os resultados mostram:

  • Alta de 57,9% na receita média diária;
  • Crescimento de 70,6% no volume médio diário exportado;
  • Queda de 7,4% no preço médio por tonelada.

O valor médio da tonelada exportada ficou em US$ 233,60.

Cotações do milho permanecem estáveis nas principais regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado em R$ 61,12 no dia 11 de junho, praticamente estável em relação aos R$ 61,14 registrados na semana anterior.

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Nas principais praças acompanhadas pelo mercado, os preços apresentaram poucas variações:

  • Cascavel (PR): R$ 60,00 por saca;
  • Campinas (SP/CIF): R$ 65,00 por saca;
  • Mogiana Paulista (SP): R$ 60,00 por saca;
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00 por saca;
  • Erechim (RS): R$ 69,00 por saca;
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00 por saca;
  • Rio Verde (GO): R$ 58,00 por saca.

A estabilidade observada reforça o momento de transição vivido pelo mercado, que aguarda uma definição mais clara sobre o tamanho da safra e o ritmo efetivo da colheita.

Safrinha deve definir tendência dos preços nos próximos meses

O comportamento do mercado de milho nas próximas semanas dependerá diretamente do avanço da colheita da segunda safra, considerada a principal do país.

Caso a produtividade se confirme dentro das expectativas atuais, a entrada de grandes volumes no mercado poderá ampliar a oferta disponível e exercer pressão adicional sobre as cotações.

Por outro lado, eventuais problemas climáticos ou atrasos na colheita podem limitar esse movimento e sustentar os preços por mais tempo.

Enquanto esse cenário não se define, compradores seguem cautelosos e produtores mantêm postura firme nas negociações, resultando em um mercado de baixa liquidez e pouca variação nos preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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