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AGRO: 36º Show Rural espera mais de 300 mil visitantes e R$ 5,5 bi em negócios

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As mais de cem montadoras credenciadas para preparar os estandes iniciaram os trabalhos no último dia 2 e têm até às 20h do dia 31 de janeiro para deixar tudo pronto para um dos maiores eventos do mundo em transmissão de novos conhecimentos técnicos para a agropecuária.

Público – A expectativa de público nessa edição, de 5 a 9 de fevereiro, é superior a 300 mil pessoas. Serão 600 expositores com previsão de negócios, em cinco dias, de R$ 5,5 bilhões. “Estamos muito animados. Teremos, mais uma vez, um grande evento, e todos são nossos convidados a participar e a conhecer o melhor de um setor fundamental à economia mundial, e que responde por 25% do PIB brasileiro”, destaca o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

8,4 mil quilômetros – A busca pelo conhecimento não encontra barreiras nem limites quando há vontade e propósito. É isso o que mostra um grupo de 108 produtores rurais, de sete estados do Nordeste, que percorrerão 8,4 mil quilômetros (ida e volta) em 13 dias para conhecer as novidades do Show Rural 2024.

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Intercooperação – Há 24 anos a intercooperação entre cooperativas do Nordeste com a Coopavel, organizadora da mostra tecnológica, traz impulso significativo a estados dessa região brasileira. “Essa é a mais longeva parceria de cooperativas do País. Somos muito gratos à Coopavel e aos seus diretores por essa oportunidade”, diz o presidente da Carpil (Cooperativa Agropecuária Regional de Palmeira dos Índios), de Alagoas, Luciano Monteiro.

Caravanas – Caravanas do Brasil e exterior vêm a Cascavel, no início de fevereiro, para acompanhar as novidades do evento que abre o calendário nacional dos grandes eventos técnicos do agronegócio. A abertura oficial será no dia 4 de fevereiro, às 11h, com uma missa campal. Entre as atrações estarão o Show Rural Digital, com a participação de protagonistas mundiais de inovação e tecnologia, o Show Rural Pecuário, com bovinos e ovinos de genética elevada, além de novidades trazidas pela Embrapa, IDR-Paraná, Ocepar e lançamentos em cultivares, máquinas e implementos das maiores empresas do setor do planeta.

Otimismo – O Show Rural Coopavel é destinado a produtores rurais, filhos e mulheres de agricultores, técnicos, acadêmicos, agrônomos e veterinários, colaboradores e diretores de empresas ligadas à cadeia do agro. O acesso ao parque que desde 1989 recebe a feira é gratuito, bem como o uso de qualquer uma das 17 mil vagas de estacionamento disponibilizadas.

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Mais fácil chegar – Uma das boas notícias é que, pela primeira vez, todo o trecho de rodovia que conecta a cidade de Cascavel ao parque onde o evento acontece está duplicado. São cerca de dez quilômetros de distância e, com a reestruturação do trevo Cataratas e a duplicação da BR-277 sentido Curitiba, a ida e o retorno dos visitantes acontecerão com mais segurança e em menor tempo em comparação ao das edições anteriores, destaca o coordenador geral Rogério Rizzardi.

Fonte: Assessoria de Imprensa Coopavel

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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