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ABCZ recebe visita de fundador da Pon Holding, detentora da Alta Brasil

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Acompanhado do diretor da Alta Brasil, Heverardo Carvalho e parte da equipe da filial brasileira, o grupo se encontrou com o presidente, Gabriel Garcia Cid, o superintendente geral, Moacir Sgarioni, o diretor financeiro da ABCZ, Gilberto Barata, o gerente comercial, Rodrigo Abdanur, e integrantes do Departamento Internacional da ABCZ.

O encontro foi marcado pela troca de experiências sobre pecuária e melhoramento genético. “Tivemos oportunidade de mostrar alguns números da ABCZ, como de registro de animais e do nosso programa de melhoramento, e ainda demonstrar nossa preocupação com a produção sustentável. A Alta é uma grande parceira, com seu estande dentro do Parque Fernando Costa e atendendo grande parte dos nossos associados. Uma visita muito importante para discutir e melhorar cada vez mais a produção de carne e de leite no país”, destacou Gabriel Garcia Cid.

Durante o encontro, o grupo analisou números de produtividade da pecuária nacional e suas potencialidades, ressaltando o papel da ABCZ no desenvolvimento sustentável do mercado brasileiro. “Há imensas oportunidades para que o Brasil seja o guardião da chave, especialmente na produção de carne. Por essa razão, temos que fazer isso de modo sustentável, armazenando carbono no campo, porque isso é possível aqui. O Brasil está em uma posição fantástica e única”, salientou o fundador da Pon Holding, Wijnand Nicolaas Pon.

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Fonte: ABCZ

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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