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Família Davo investe R$ 10 milhões em nova vinícola e centro de serviços, em parceria com Vitácea Enológica

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A Vinícola Família Davo vai investir R$ 10 milhões na construção de uma nova vinícola e um centro de serviços de vinificação, em parceria com a Vitácea Enológica, braço do Grupo Vitácea Brasil, que inclui a vinícola Maria Maria. O empreendimento será instalado em São Gonçalo do Sapucaí, no sul de Minas Gerais.

O investimento total no projeto contempla toda a tecnologia de ponta e os melhores equipamentos disponíveis no mercado de enologia para a produção de vinhos de inverno de qualidade. A previsão é que o empreendimento alcance a capacidade total de vinificação de 1 milhão de garrafas por safra no período de três anos, volume equivalente a cerca de 30% da produção de vinhos de inverno estimada para o período.

A vinícola irá elaborar vinhos das marcas próprias e também prestará serviços de vinificação para produtores de vinhos de inverno do Sul de Minas, região que vem despontando fortemente na produção de vinhos de inverno no País e está em fase de registro de Indicação Geográfica junto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).

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“Estamos investindo em uma vinícola com a tecnologia mais atual do mercado, para alavancar a elaboração de vinhos de inverno de qualidade, e que também prestará serviços de assessoria técnica aos produtores, através de uma equipe de enólogos experientes que já integram as empresas”, afirma José Afonso Davo, proprietário da Família Davo e sócio do Grupo Vitácea.

O empreendimento vai quintuplicar a capacidade produtiva atual da Vitácea Enológica e oferecer serviços para a região. “Este é um esforço conjunto da vinícola Família Davo e da Vitácea Enológica em favor da ampliação da capacidade de produção e, ao mesmo tempo, do desenvolvimento dos vinhos de inverno, pois há uma demanda potencial expressiva por serviços de vinificação, considerando que o número de vinícolas não tem acompanhado o crescimento de áreas plantadas”, explica Murillo Albuquerque Regina, da Vitácea Enológica. “Queremos garantir aos investidores de uvas de qualidade que haverá uma vinícola de ponta para processar os frutos e assessorar na elaboração dos vinhos”, ressalta ele.

A previsão é que o novo empreendimento seja inaugurado em 2024, ampliando sua capacidade de forma gradativa, até atingir 1 milhão de garrafas por safra. “Este projeto permitirá expandir ainda mais a associação que estabelecemos no ano passado e consolidar a Vitácea Enológica na produção e prestação de serviços enológicos no mercado de vinhos de inverno”, acrescenta Afonso Davo.

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Aliança de bons frutos

A parceria entre as empresas se iniciou no primeiro semestre de 2022, quando a Vinícola Família Davo adquiriu participação no Grupo Vitácea. Agora, a sociedade avança com o novo empreendimento para impulsionar ainda mais a capacidade de vinificação do Grupo e as assessorias técnicas a outros produtores de vinhos de inverno.

“A união deu mais robustez ao Grupo Vitácea, permitindo essa ampliação da capacidade de vinificação e dos serviços técnicos prestados às vinícolas”, afirma Murillo Albuquerque Regina. “Estamos trabalhando ainda mais juntos em favor do desenvolvimento dos vinhos de inverno e da viticultura nacional de uma forma geral”, conclui José Afonso Davo.

Fonte: GPCOM Comunicação Corporativa

Fonte: Portal do Agronegócio

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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