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BEVAP expande atuação no desenvolvimento sustentável

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O Bureau Veritas, líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC), realizou o diagnóstico das práticas ESG implementadas pela BEVAP, uma das usinas mais avançadas tecnologicamente no Brasil para a produção de etanol, açúcar e co-geração de energia elétrica. O escopo de serviços contemplou consultorias sobre o grau de maturidade em ESG, matriz de materialidade e o desenvolvimento do relatório de sustentabilidade. O objetivo da BEVAP é reforçar aos stakeholders o seu compromisso sustentável.

“É cada vez mais importante que produtores de commodities demonstrem suas práticas sustentáveis, principalmente em um cenário em que todo mercado global está preocupado com as questões climáticas. Por meio do trabalho prestado pelo Bureau Veritas, a BEVAP se mostra como uma empresa comprometida com a sustentabilidade e atende as expectativas dos stakeholders”, explica Andressa Lisboa, diretora de Certificação e Auditoria do Bureau Veritas.

“Nosso objetivo é solidificar a agenda ESG na BEVAP e o Bureau Veritas está nos auxiliando na implantação de uma estratégia de negócio atrelada à sustentabilidade, alavancando nosso desempenho neste novo desafio. O nosso diferencial é a gestão hídrica e a tecnologia, mas queremos mostrar que também somos uma empresa com foco em toda a agenda ESG, desde a proteção da biodiversidade, até o desenvolvimento de pessoas, diversidade e inclusão”, afirma Adaiane Pereira de Souza, Gerente de Sustentabilidade da BEVAP.

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No escopo dos serviços prestados para a BEVAP está o relatório de sustentabilidade que contempla todas as informações e indicadores da empresa (GRI Standardse próprios). Além disso, o Bureau Veritas também realizou o serviço de matriz de materialidade, que se trata da consulta aos stakeholders da empresa sobre o que é mais relevante divulgar em relação aos pilares de governança, ambiental e social, juntamente com o serviço de consultoria interna em ESG, em que o Grupo apresentou um plano de ação, com lacunas e oportunidades que podem ser aproveitadas. Com os três produtos, a BEVAP está trilhando a jornada de sustentabilidade de maneira mais consistente, transparente e assertiva.

A BEVAP consolidou os compromissos em ESG a partir dos temas mais relevantes para os stakeholders, reportados no relatório de materialidade e baseados nos principais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Entre os temas estão saúde, segurança e bem-estar do colaborador; gestão hídrica; ética, integridade e transparência; desenvolvimento de pessoas, diversidade e inclusão, respeito aos direitos humanos; gestão de resíduos; conservação e proteção da biodiversidade; estratégica climática. Na agenda ambiental, o foco principal será na redução no consumo de água, aprimoramento da segurança hídrica e aumento de negócios renováveis. No social, as metas estão vinculadas ao fomento de cursos de formação e capacitação para a comunidade, com vagas afirmativas para mulheres. E na governança, serão implementadas políticas de suprimentos e desenvolvimento de auditorias de integridade para os prestadores de serviço.

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Fonte: Grupo Bureau Veritas

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar recua com avanço nas negociações entre EUA e Irã e inflação americana abaixo do esperado

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Dólar cai com redução das tensões geopolíticas

O dólar registrou queda nos mercados internacionais, pressionado pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.

Segundo o analista Rich Asplund, da Barchart, a moeda americana perdeu força após notícias indicarem a possibilidade de extensão do cessar-fogo de duas semanas, com negociações podendo ser retomadas nos próximos dias.

Como reflexo, o índice do dólar (DXY) recuou 0,33%, atingindo o menor nível em seis semanas.

Inflação nos EUA abaixo das expectativas pressiona moeda

Outro fator relevante para a queda do dólar foi a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos, que veio abaixo do esperado.

Os dados indicam que:

  • O PPI cheio subiu 0,5% no mês e 4,0% em relação ao ano, abaixo das projeções de 1,1% e 4,6%
  • O núcleo do PPI (excluindo alimentos e energia) avançou 0,1% no mês e 3,8% no ano, também abaixo das expectativas

Apesar de ainda indicar pressão inflacionária, o resultado mais fraco reforça a percepção de desaceleração, contribuindo para a desvalorização do dólar.

Expectativa de juros também pesa sobre a moeda americana

O dólar segue pressionado também por perspectivas menos favoráveis para os diferenciais de juros globais.

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De acordo com o analista, o Federal Reserve (Fed) pode realizar cortes de pelo menos 25 pontos-base em 2026, enquanto outros bancos centrais relevantes, como o Banco Central Europeu e o Banco do Japão, podem seguir caminho oposto, com possíveis elevações de juros no mesmo período.

Esse cenário reduz a atratividade relativa da moeda americana frente a outras divisas.

Euro e iene avançam diante da fraqueza do dólar

Com o enfraquecimento do dólar, outras moedas ganharam força no mercado internacional.

O euro apresentou valorização, com o par EUR/USD atingindo a máxima em seis semanas, em alta de 0,37%. O movimento também foi favorecido pela queda de cerca de 5% nos preços do petróleo, fator positivo para a economia da zona do euro, que depende de importação de energia.

Já o iene japonês também se valorizou, com o par USD/JPY recuando 0,48%. Além da fraqueza do dólar, a moeda japonesa foi sustentada pela revisão positiva da produção industrial do Japão e pela queda nos preços do petróleo, importante para um país altamente dependente de energia importada.

Ouro e prata sobem com dólar fraco e busca por proteção

Os metais preciosos registraram forte valorização no dia, acompanhando o recuo do dólar.

O ouro e a prata avançaram, com destaque para a prata, que atingiu o maior nível em três semanas e meia.

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A queda do dólar tende a favorecer esses ativos, tornando-os mais atrativos globalmente. Além disso, a redução das preocupações inflacionárias pode abrir espaço para políticas monetárias mais flexíveis, outro fator de suporte para os metais.

Incertezas seguem sustentando demanda por ativos de segurança

Apesar do otimismo com possíveis avanços diplomáticos, o cenário internacional ainda apresenta riscos relevantes.

Entre os fatores que mantêm a demanda por ativos de proteção estão:

  • Tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã
  • Incertezas sobre políticas comerciais e tarifas americanas
  • Turbulências políticas internas nos EUA
  • Níveis elevados de déficit público

Além disso, medidas como o bloqueio naval no Estreito de Ormuz reforçam a percepção de risco global, sustentando o interesse por metais preciosos como reserva de valor.

Mercado global segue sensível a dados e geopolítica

O comportamento recente do dólar reflete um ambiente global altamente sensível tanto a indicadores econômicos quanto a eventos geopolíticos.

Nos próximos dias, a trajetória da moeda americana deve continuar atrelada à evolução das negociações no Oriente Médio, aos dados de inflação e atividade nos Estados Unidos e às expectativas sobre a política monetária das principais economias do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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