AGRONEGÓCIO

Consórcio New Holland registra crescimento em vendas de créditos nos onze meses de 2023

Publicado em

Nos onze meses deste ano, o Consórcio New Holland(https://www.consorcionewholland.com.br/), administrado pela Ademicon, maior administradora independente de consórcio do Brasil em créditos ativos, registrou um aumento de 13% nas vendas de créditos, totalizando mais de R$ 1,2 bilhão em valores comercializados em relação ao mesmo período de 2022, quando foram negociados mais de R$ 1,1 bilhão.

Os estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo foram os que tiveram o maior volume em créditos comercializados, sendo responsáveis por 20,8% e 13,3%, respectivamente. Com relação as regiões do país com melhor desempenho, o Sul e o Centro-Oeste se destacaram com 41,3% e 23,7% dos negócios realizados no período.

“Os resultados positivos mostram que fizemos o certo ao investir em eventos pelo país e por acreditarmos no potencial do agronegócio brasileiro. Neste sentido, continuaremos trabalhando forte na expansão do consórcio, mostrando a este público que a modalidade é uma excelente solução financeira para aquisição e renovação de equipamentos do segmento”, comenta Eyji Cavalcante, gerente comercial do Consórcio New Holland.

Leia Também:  Crescimento do PIB alivia impacto da Selic na dívida pública
Setor Aquecido

Números da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o consórcio de veículos pesados registrou de janeiro a novembro, bons desempenhos em seis indicadores: participantes ativos, vendas de cotas, negócios realizados, tíquete médio, contemplações e créditos concedidos. No período, foram comercializados R$ 43,58 bilhões em créditos, o que representa um crescimento de 11,3% em relação ao ano anterior.

Fonte: VIRTA COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Regularização ambiental vira fator determinante para viabilidade financeira

Published

on

Com mais de 7 milhões de registros ativos no Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Brasil enfrenta um desafio estrutural que impacta diretamente a competitividade do produtor rural: a incidência de pendências no sistema. Atualmente, a conformidade ambiental de uma propriedade não é mais apenas uma questão burocrática, mas um critério decisivo na análise de risco das instituições financeiras.

O rigor do crédito bancário Ao solicitar financiamento — seja para custeio, investimento ou linhas de crédito sustentável —, o histórico de pagamento do cliente deixou de ser o único indicador de risco. O setor financeiro, operando sob diretrizes rigorosas do Manual de Crédito Rural (MCR) e normas do Banco Central, utiliza o CAR como um filtro automático.

Sistemas bancários realizam consultas em tempo real para detectar inconformidades. Caso o CAR apresente sobreposição com terras indígenas, unidades de conservação ou indícios de desmatamento irregular, o crédito é negado automaticamente. Segundo especialistas, quando um órgão ambiental aponta uma pendência, a propriedade passa para o status de “análise” ou “pendente”, o que é interpretado pelas instituições financeiras como um risco inaceitável, gerando uma “trava” imediata na operação.

Leia Também:  Chuvas Impactam Exportações de Madeira em SC: Porto de Navegantes Fica Fechado por 17 Dias

Impacto financeiro e exclusão do crédito verde A ausência de regularidade ambiental impõe um custo financeiro direto e relevante. Produtores com o CAR validado acessam o chamado “Crédito Verde” ou linhas de crédito sustentáveis, que oferecem taxas de juros subsidiadas. A presença de divergências no cadastro exclui o produtor dessas condições vantajosas, forçando o acesso ao crédito convencional, cujas taxas de mercado são significativamente mais elevadas.

Além da restrição ao crédito, a falta de regularidade compromete o ciclo produtivo em três frentes críticas:

  • Acesso ao Plano Safra: Bloqueio de recursos oficiais essenciais para a safra.

  • Risco comercial: Tradings e indústrias, sob pressão de cadeias de custódia e auditorias internacionais, têm recusado produtos oriundos de áreas com passivos ambientais para evitar sanções e embargos.

  • Liquidez dos ativos: Imóveis com pendências jurídicas ou ambientais sofrem depreciação de valor, uma vez que o passivo desencoraja novos investimentos ou aquisições.

Estratégias para a conformidade Embora não haja um prazo fatal para o encerramento do sistema, a urgência da regularização é crescente. A recomendação técnica é que o produtor antecipe a análise de sua propriedade antes que ocorram negativas bancárias ou notificações de órgãos ambientais.

Leia Também:  Ibovespa em Alta com Cenário Externo Favorável; Ambev Registra Avanço de 2% Após Resultados Positivos

O roteiro de regularização envolve:

  1. Diagnóstico Georreferenciado: Realização de levantamento técnico para cruzar a base do CAR com a realidade física da propriedade. Muitas pendências são decorrentes de erros de desenho (sobreposições digitais), passíveis de correção via retificação.

  2. Adesão ao PRA: Em casos de necessidade de recomposição de Reserva Legal ou Áreas de Preservação Permanente (APP), a formalização da adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) suspende sanções administrativas durante o período de recuperação.

  3. Certificação: A busca pela Certidão de Regularidade Ambiental atua, hoje, como a principal ferramenta para a negociação de taxas de juros competitivas.

Em um mercado global que exige rastreabilidade total, a conformidade ambiental consolidou-se como o principal pilar para a longevidade da exploração rural, garantindo que a propriedade permaneça como um ativo produtivo e comercializável a longo prazo.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA