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Chuvas Impactam Exportações de Madeira em SC: Porto de Navegantes Fica Fechado por 17 Dias

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Segundo Giullian Fernanda Silva, Co-founder da WoodFlow, o fechamento do porto impediu inúmeros embarques programados para o período, causando significativos atrasos e desafios para os exportadores. A Portonave, responsável pela gestão do porto, interrompeu suas operações entre os dias 04 e 21 de outubro devido ao aumento do nível do rio Itajaí Açú, que levou ao fechamento do canal de acesso não apenas ao Porto de Navegantes, mas também ao Porto de Itajaí (SC). Em resposta, diversos navios foram direcionados para outros portos, incluindo Imbituba (SC), Itapoá (SC), Paranaguá (PR) e até Santos (SP).

Os exportadores foram os mais afetados, enfrentando não apenas prejuízos nos embarques não realizados, mas também despesas adicionais com armazenamento e transporte. Além disso, o prazo de entrega das cargas para clientes internacionais sofreu alterações significativas, conforme observou Giullian.

No contexto de exportação de produtos utilizando o frete marítimo, a WoodFlow destaca a importância de um planejamento robusto. Além de eventos extraordinários, os exportadores de madeira devem considerar diversas variáveis, como taxas portuárias, procedimentos específicos de cada porto e possíveis custos adicionais, como atraso de navio, parametrização em Canal Vermelho pelo MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) ou pela Receita Federal.

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A WoodFlow, especializada em negociações internacionais de madeira, oferece suporte aos exportadores, acompanhando de perto cada etapa da entrega, desde a documentação até os custos com portos e órgãos reguladores. Giullian enfatiza a expertise da WoodFlow em posicionar os produtos brasileiros de maneira eficiente no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmbio favorece exportação e melhora competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional

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A valorização do dólar frente ao real tem contribuído para melhorar a paridade de exportação do arroz brasileiro, aumentando a competitividade do produto no mercado internacional. Apesar disso, o mercado doméstico ainda opera com baixa liquidez e preços pressionados, em um cenário de negociações pontuais e seletivas.

Segundo análise da Safras & Mercado, o ambiente interno segue marcado por compradores atuando apenas para reposição imediata de estoques, enquanto vendedores mantêm postura cautelosa diante da volatilidade do mercado.

Liquidez reduzida limita recuperação mais forte dos preços

De acordo com o consultor Evandro Oliveira, o mercado doméstico de arroz continua apresentando baixa fluidez nas negociações, com pouca disposição dos agentes para volumes maiores.

No entanto, ele destaca que a menor necessidade de liquidação imediata de estoques por parte dos produtores reduziu a pressão vendedora, diminuindo a ocorrência de negócios em níveis mais depreciados, observados em meses anteriores.

Ao mesmo tempo, há sinais de leve aquecimento na demanda industrial, o que sugere um ambiente comercial um pouco mais ativo em comparação ao período entre abril e maio.

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Câmbio volta a favorecer exportações do arroz

O comportamento do câmbio passou a ser um fator de sustentação para o setor. Após operar próximo de R$ 5,00, o dólar voltou a se valorizar e chegou a flertar com a faixa de R$ 5,20, melhorando a competitividade do arroz brasileiro no mercado externo.

Esse movimento contribui diretamente para a paridade de exportação, ampliando o interesse de compradores internacionais e ajudando a equilibrar o cenário interno de preços.

Fundamentos globais indicam ajuste de oferta

No cenário internacional, os fundamentos do mercado de arroz seguem em processo de ajuste. O relatório mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou redução nas estimativas de área plantada, produção e estoques globais.

Apesar disso, o consumo mundial permanece em níveis historicamente elevados, enquanto o comércio internacional se mantém próximo de recordes, o que sustenta o equilíbrio entre oferta e demanda no médio prazo.

Nos Estados Unidos, os cortes foram ainda mais significativos, com redução da área cultivada, da produção e dos estoques finais. Há ainda expectativas de novas revisões para baixo na área destinada ao arroz longo fino, o que pode restringir a oferta exportável norte-americana.

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Preços do arroz seguem em queda no Rio Grande do Sul

No mercado físico brasileiro, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 58,63, queda de 0,27% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o recuo foi de 2,01%, enquanto no acumulado anual a desvalorização já chega a 10,55%, refletindo a pressão persistente sobre os preços internos.

Setor aguarda reação mais consistente do mercado

Apesar da melhora na paridade de exportação e dos sinais de ajuste na oferta global, o mercado de arroz ainda opera sem uma recuperação consistente nas cotações internas. A expectativa dos agentes é de que o câmbio e a dinâmica internacional possam contribuir para maior equilíbrio nas próximas semanas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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