AGRONEGÓCIO

Agrovino espera número expressivo de animais e alta comercialização

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Faltando menos de 30 dias para o início, as expectativas para a realização da Agrovino são as mais positivas possíveis segundo a organização do evento, que chega a sua 16ª edição. A feira de verão, que ocorre de 9 a 13 de janeiro de 2024, em Bagé (RS), tem a organização da Associação Bageense de Criadores de Ovinos (Abaco) e da Associação e Sindicato Rural do município.

Conforme o presidente da Abaco, Gustavo Velloso, a procura do público, em especial, nos leilões para a comercialização, é grande. “Temos cinco leilões já com muita procura, muita gente interessada nos animais que virão. Isso só nos deixa confortável em relação à parte de comercialização e vai fixando a Agrovino como uma grande praça de comercialização de ovinos”, destaca.

O dirigente reforça também que criadores de outros Estados brasileiros devem estar presentes no evento, além de jurados argentinos e uruguaios. “Já temos algumas confirmações de criadores do Paraná que estão vindo para Bagé, além de Santa Catarina e daqui do Rio Grande do Sul. São pessoas de diversos lugares do Estado e ovinos de diferentes raças. Temos presidentes das associações já confirmando presença de animais e aumento do número de exemplares das suas raças. Acredito que vamos ter uma participação maior do que no ano passado de animais nos julgamentos”, observa.

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O evento realizado em Bagé, já consolidado no calendário da ovinocultura, contará também com a exposição nacional da raça Poll Dorset, além da exposição estadual do lle de France. Na programação intensa, terão julgamentos, artesanato, palestras e painéis técnicos, concurso de assado, concurso de culinária e remates. Destaque para os leilões Liquidação Estância Santa Cecília – Corriedale, Quatro Amigos e Deleboca – lle de France, Pampa Texel, Rematão Agrovino e o Remate de Carneiros e Ventres participantes da Exposição.

Fonte: ABACO

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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