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Ações da China caem com notícia de déficit orçamentário de 3% do PIB em 2024

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As ações da China devolveram os ganhos iniciais e terminaram esta sexta-feira em baixa, depois que fontes disseram à Reuters que o país terá um déficit orçamentário para 2024 menor do que o esperado, enquanto as ações de Hong Kong subiram com a decisão das autoridades de sustentar o mercado imobiliário.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com queda de 0,31%, enquanto o índice de Xangai caiu 0,56%.

O índice Hang Seng, de Hong Kong, teve alta de 2,38%, registrando o maior salto diário em um mês.

O mercado asiático em geral atingiu um pico de quatro meses uma vez que quedas acentuadas no dólar e nos rendimentos dos títulos dos Estados Unidos ampliaram os ganhos impulsionados pelo Fed, mas a resistência dos bancos centrais da Europa a cortes nos juros pode ser um golpe para as expectativas de uma mudança global na política monetária.

Os líderes chineses concordaram, em uma reunião anual sobre a economia nesta semana, em executar um déficit orçamentário de 3% do Produto Interno Bruto em 2024, disseram fontes à Reuters, um número menor do que a meta revisada de 3,8% deste ano, sugerindo que Pequim quer manter a disciplina fiscal e não está considerando grandes medidas fiscais no próximo ano.

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Pequim e Xangai relaxaram restrições à compra de casas na quinta-feira, incluindo a redução da taxa mínima de depósito para a primeira e segunda casas, sugerindo novos esforços das autoridades chinesas para reanimar o lento mercado imobiliário.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,87%, a 32.970 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 2,38%, a 16.792 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,56%, a 2.942 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,31%, a 3.341 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,76%, a 2.563 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,12%, a 17.673 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,21%, a 3.116 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,88%, a 7.442 pontos.

Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho safrinha no Sul de Minas exige atenção redobrada com clima irregular, pragas e janela de plantio

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O milho safrinha 2025/2026 no Sul de Minas Gerais avança em um cenário de atenção máxima no campo. Produtores da região lidam com desafios simultâneos que impactam diretamente o potencial produtivo das lavouras, como instabilidade das chuvas, pressão crescente de pragas e atrasos na semeadura em função do calendário da soja.

O cenário regional acompanha as projeções nacionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que estima produção de 108,4 milhões de toneladas na segunda safra de milho no país. No Sul de Minas, no entanto, o desempenho das lavouras varia conforme o momento de plantio e as condições climáticas de cada área.

Plantio fora da janela ideal amplia riscos produtivos

A principal preocupação dos especialistas está relacionada ao atraso na semeadura, que em muitos casos ocorreu após a colheita da soja. Esse fator resultou em lavouras com estágios de desenvolvimento distintos, aumentando a necessidade de manejo individualizado.

Segundo o diretor comercial da Agrobom, Marco Castelli, o momento exige atenção redobrada do produtor rural.

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“Cada produtor vive uma realidade diferente nesta safrinha. Quem conseguiu semear dentro da janela adequada tem lavouras mais uniformes e com melhor potencial produtivo. Já quem atrasou o plantio precisa redobrar o monitoramento do clima e das pragas, pois qualquer falha pode comprometer o resultado final”, afirma.

Irregularidade das chuvas preocupa fase reprodutiva do milho

De acordo com especialistas, a instabilidade das chuvas durante as fases críticas de florescimento e enchimento de grãos é um dos principais fatores de risco para a produtividade da segunda safra.

A irregularidade hídrica pode provocar redução significativa no rendimento das lavouras, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, que ficam mais expostas a períodos de estresse climático.

Pressão de pragas exige monitoramento constante

Além do clima, o avanço de pragas como a lagarta-do-cartucho também preocupa os produtores. As condições de calor e umidade favorecem a proliferação, exigindo acompanhamento frequente das áreas cultivadas e resposta rápida no controle.

O manejo preventivo e a tomada de decisão ágil são apontados como fatores determinantes para evitar perdas de produtividade neste estágio do ciclo.

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Planejamento e comercialização ganham importância no cenário atual

Para a Agrobom, o momento também exige atenção ao mercado de milho, que segue com forte volatilidade de preços influenciada pelo desempenho da segunda safra em nível nacional.

Segundo Castelli, o acompanhamento das cotações é essencial para o produtor que ainda avalia o melhor momento de comercialização.

“O milho é uma cultura estratégica para o Sul de Minas. O planejamento, o acompanhamento constante da lavoura e decisões rápidas no campo fazem diferença tanto na produtividade quanto na comercialização”, destaca o executivo.

Gestão técnica e mercado definem resultado da safrinha

A combinação entre manejo adequado no campo e leitura correta do mercado é apontada como fator decisivo para o desempenho da safra 2025/2026 na região.

Com lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento e clima instável, especialistas reforçam que o monitoramento contínuo será determinante para reduzir riscos e garantir melhores resultados na segunda safra de milho no Sul de Minas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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