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Exportação parcial de carne bovina projeta maior volume do ano para dezembro

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O total embarcado no período alcançou perto de 65 mil toneladas, atingindo 42,5% do total exportado em dezembro de 2022. A média diária, por sua vez, aponta aumento de 55,7% e, se mantida até o encerramento do mês, significará total de 216,3 mil toneladas, equivalendo a aumentos de 15% no mês e de 41,6% sobre dezembro do ano passado.

A receita do período atingiu perto de US$298 milhões, equivalendo a 39,4% do recebido na totalidade de dezembro do ano passado. A receita média diária, por sua vez, obteve incremento de 44,4% no período que, se mantida para o restante do mês, irá significar perto de 993 milhões, equivalendo a aumentos de 15% no mês e de 31,3% em relação a dezembro do ano passado.

Embora signifique até o momento o maior volume e receita do ano, o histórico aponta que os embarques diários vão perdendo força até o encerramento do mês. Assim, é possível que volume e receita se confirmem abaixo das atuais projeções no fechamento do mês.

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O resultado preliminar no acumulado de janeiro a dezembro apresenta volume de 2,034 milhões de toneladas, indicando aumentos de 2,1% sobre o mesmo período do ano passado e de 30,4% sobre o mesmo período de 2021.

A receita, por sua vez, tende a atingir US$9,633 bilhões, absorvendo queda anual expressiva de 28,%, enquanto sinaliza índices positivos de 18,6% e 50,3% sobre, respectivamente, os mesmos períodos de 2021 e 2019.

Fonte: PecSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do arroz volta a cair no Brasil após leilões frustrados e excesso de oferta pressiona mercado

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O mercado brasileiro de arroz segue enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços, baixa liquidez e retração nas negociações, mesmo após a realização dos leilões de PEP e PEPRO promovidos pelo governo federal. A avaliação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira, que aponta agravamento da fragilidade comercial diante do excesso de oferta e da limitada efetividade das medidas oficiais de sustentação.

Segundo o especialista, o setor continua sem apresentar reação consistente, com indústrias operando de forma defensiva e negociações ocorrendo em ritmo bastante reduzido.

“O mercado segue extremamente travado, com baixa movimentação e dificuldades crescentes na formação de preços”, destaca Oliveira.

Leilões não conseguem sustentar preços do arroz

Os leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (PEPRO) eram vistos como uma tentativa de aliviar a pressão sobre o mercado interno. No entanto, o resultado ficou abaixo das expectativas do setor.

A baixa adesão aos programas — com menos da metade dos volumes negociados — aumentou a percepção negativa entre produtores e agentes da cadeia orizícola. Na prática, o mercado interpretou os resultados como sinal de limitação operacional dos mecanismos diante dos problemas estruturais atuais.

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Além disso, parte dos participantes avalia que os prêmios acabaram sendo parcialmente absorvidos pela indústria e pelas tradings por meio de ajustes negativos nos preços pagos ao produtor.

Em diversas regiões produtoras, começaram a surgir diferenciações entre operações enquadradas e não enquadradas nos programas oficiais, ampliando distorções regionais e reduzindo a transparência da formação de preços.

Produtores seguram estoques e vendas seguem pontuais

Diante do ambiente de preços fragilizados, os grandes produtores permanecem retraídos e priorizam a retenção dos estoques, aguardando melhores oportunidades comerciais. Já os produtores com menor capacidade financeira continuam realizando vendas pontuais para geração de caixa e cumprimento de compromissos imediatos.

O cenário também segue pressionado pelo câmbio menos favorável às exportações brasileiras de arroz, fator que reduz a competitividade do produto nacional no mercado externo e dificulta o escoamento dos excedentes.

Cotação do arroz acumula forte desvalorização em 2025

A pressão sobre os preços continua evidente nas referências do mercado gaúcho, principal polo produtor do país.

A média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul, padrão 58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista, encerrou a quinta-feira (7) cotada a R$ 61,65.

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O valor representa queda de 3,03% em relação à semana anterior. Na comparação mensal, houve leve alta de 1,34%, mas no acumulado de 2025 a desvalorização já alcança 19,63%.

Mercado segue atento aos próximos movimentos

Analistas do setor avaliam que o comportamento do mercado dependerá principalmente da capacidade de retomada das exportações, da evolução da demanda doméstica e de possíveis novas medidas governamentais para sustentação da renda do produtor.

Enquanto isso, o ambiente continua marcado por cautela, excesso de oferta e dificuldade de reação consistente nos preços do arroz brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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