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Movimento de alta persevera no mercado de arroz apesar da lentidão nas negociações

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O analista e consultor da SAFRAS & Mercado, Evandro Oliveira, destaca que os indicativos continuam sua valorização contínua, consolidando um movimento de alta persistente.

Oliveira observa que a ausência das tradings, devido às cotações pouco competitivas, deixa os Estados Unidos com espaço aberto nas exportações. Localmente, destaca-se um cenário em que os vendedores mostram pouco interesse em negociar, elevando constantemente suas pedidas.

No estado de Santa Catarina, as pedidas já ultrapassam os R$ 112,00 por saca de 50 quilos, com a expectativa de uma “acalmada” no movimento de alta apenas próximo à virada do ano, com a entrada dos primeiros lotes do norte do estado. Contudo, Oliveira projeta uma possível queda nos preços apenas em meados de fevereiro e março de 2024.

A média da saca de arroz no Rio Grande do Sul, principal referencial nacional (58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista), encerrou a quinta-feira (8) cotada a R$ 121,83, registrando um avanço de 3,39% em relação à semana anterior. Em comparação ao mesmo período do mês passado, observou-se um aumento de 13,68%, e em relação ao mesmo período de 2022, uma elevação de 36,57%.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá capacita profissionais da saúde para identificação e acolhimento de crianças vítimas de violência

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O encontro ocorreu no Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC), com apoio da POLITEC Mato Grosso e da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), reforçando a integração entre saúde, perícia e formação acadêmica.

O treinamento teve como foco o Centro Médico Infantil (CMI), serviço que atua como referência no atendimento de crianças e adolescentes de até 14 anos, 11 meses e 29 dias.

A secretária municipal de Saúde de Cuiabá, Deisi Bocalon, destacou a importância da formação contínua.

“Nossa missão vai além de tratar o ferimento físico. O Maio Laranja nos lembra que a saúde é um elo vital na garantia de direitos. Capacitar nossas equipes significa oferecer um porto seguro para quem está em extrema vulnerabilidade, garantindo proteção integral”, afirmou.

A unidade é considerada porta de entrada para casos suspeitos ou confirmados de violência, com papel essencial na identificação precoce de sinais de risco.

Entre dezembro de 2025 e abril de 2026, o CMI registrou 17 atendimentos relacionados à violência, sendo 11 casos de violência sexual.

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Durante a capacitação, foi reforçado o protocolo adotado na unidade, que organiza a resposta da rede de forma integrada e imediata:

1. Identificação e acolhimento
Realizado pela equipe de Psicologia e Serviço Social, com escuta qualificada da criança e do responsável.

2. Atendimento médico
Avaliação clínica, solicitação de exames e, quando indicado, início de profilaxia pós-exposição (PEP).

3. Notificação obrigatória
Preenchimento da ficha do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).

4. Acionamento da rede de proteção
Comunicação imediata ao Conselho Tutelar e demais órgãos da rede.

5. Encaminhamento e seguimento
Encaminhamento para acompanhamento na Atenção Primária ou serviços especializados, com continuidade do cuidado na rede.

O objetivo do fluxo é garantir resposta rápida, proteção imediata e evitar a revitimização.

A diretora do HPSMC, Janaina Pinheiro, reforçou a agilidade no atendimento.

“O CMI acolhe casos complexos em momentos de crise. Esses treinamentos são fundamentais para garantir identificação rápida e fluxo humanizado”, disse.

A gerente de Atendimento Terapêutico do HPSMC, Júlia Assis, também destacou o impacto da capacitação no cuidado multiprofissional.

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“Fortalece a escuta qualificada e reduz a revitimização, qualificando o cuidado às crianças e adolescentes”, afirmou.

A ação integra as estratégias da Prefeitura de Cuiabá para fortalecimento da rede de proteção da infância e adolescência, com atuação integrada entre saúde e órgãos de garantia de direitos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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