AGRONEGÓCIO

Tecnologia aumenta em 400% a produtividade no beneficiamento de alimentos frescos

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O agronegócio é um dos setores produtivos que fazem a base econômica do país e a tecnologia tem contribuído para os resultados deste segmento. Levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apurou que a inovação tecnológica contribuiu com 59% do crescimento do Valor Bruto da Produção (VBP) agrícola entre os anos de 1975 e 2015. O Grupo JFC, com sede no Rio de Janeiro, está alinhado às inovações disponíveis no mercado e através de parceria estratégica com a PariPassu, especializada em soluções de tecnologia para controle de qualidade e rastreabilidade de alimentos, e a Sunnyvale, companhia que fornece soluções para automação e embalagens, o JFC tem evoluído na gestão da segurança do alimento e qualidade dos itens distribuídos em 27 estados pelo Brasil.

Marcos Pamplona, coordenador Comercial de Varejo / FLV da Sunnyvale, explica que no projeto piloto de integração de informação entre os sistemas da PariPassu e Sunnyvale para automatização de embalagem dos alimentos proporcionou à JFC resultados ligados à melhoria da produtividade e controle de qualidade. Antes, no processo manual eram realizados o embalamento de seis bandejas por minuto; com a automatização, além do ganho em segurança com a eliminação do contato manual, o número de bandejas embaladas subiu para 30 unidades por minuto, um crescimento 400% na produtividade.

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“O mercado não tem espaço para ineficiência e os clientes estão antenados e querem cada vez mais informações sobre os alimentos que estão consumindo. A partir dessa necessidade de informação do consumidor e dos critérios de qualidade e padronização exigidos pelo varejo, a solução da Sunnyvale realiza o embalamento dos alimentos frescos de maneira automatizada dentro dos padrões especificados para aquela entrega. Essa integração permite que, no ponto de venda, o consumidor tenha acesso às informações de rastreabilidade do alimento através da etiqueta com os dados impressos automaticamente no momento do beneficiamento. A percepção de valor do alimento também aumenta com esses cuidados de qualidade e entrega”, explica Pamplona.

Controle de qualidade desde o campo até o consumidor final

Para fechar a complexa equação de menor disponibilidade de mão de obra num cenário de maior exigência para o tema qualidade, seja por parte dos órgãos reguladores assim como pelo consumidor final, a tecnologia é uma aliada dos produtores e distribuidores dos alimentos perecíveis. A PariPassu traz ao mercado soluções que, além da rastreabilidade prevista na legislação, agregam valor à cadeia produtiva, desde o produtor, passando pelos distribuidores, indústria até o varejo.

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A jornada de desenvolvimento criada pela companhia catarinense inicia nos padrões de rastreabilidade e promove uma evolução nos processos desde o campo até o ponto de venda, que contribuem para a segurança do alimento e qualidade dos produtos que são distribuídos e/ou processados. Esse ciclo de desenvolvimento contínuo colabora para a adoção de práticas associadas aos temas ambientais, sociais e de governança, pilares do ESG (environmental, social e governance).

“É importante trazer para o mercado de alimentos a lógica da indústria não alimentar, por exemplo a indústria automobilística. As montadoras de veículos, desenvolvem os fornecedores para manter a qualidade dos componentes na linha produção, pois quando há a entrega de algo não-conforme, afeta a eficiência, funcionalidade e segurança do produto final. Quando avançamos no uso de um caderno de campo, como o Rastreador do Campo, o Rastreador PariPassu, no processamento e consolidação do produto com inspeção de qualidade, com decisões e processos baseados em informação, conseguimos mudar esse cenário. Temos muito desperdício, mas esse jogo combinado, do uso de ferramentas e da educação para a qualidade e comunicação compartilhada, contribui para reduzir essas perdas”, comenta Giampaolo Buso, diretor-executivo da PariPassu.

Fonte: Dialetto

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Bolsas globais operam com cautela, Ibovespa busca realização de lucros e investidores acompanham tecnologia, commodities e agenda econômica

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Os mercados financeiros iniciaram a semana em clima de cautela. As bolsas asiáticas encerraram o pregão desta segunda-feira (6) sem uma direção definida, enquanto os mercados europeus operam com oscilações moderadas e os índices futuros norte-americanos apontam leve recuperação após o feriado da Independência dos Estados Unidos.

No Brasil, o mercado acompanha uma abertura marcada por realização de lucros após a forte valorização registrada na última sexta-feira, em um ambiente ainda influenciado pelo comportamento das commodities, pela expectativa em relação aos próximos indicadores econômicos e pelas perspectivas para a política monetária global.

Ásia fecha mista com investidores atentos ao setor de tecnologia

Na Ásia, os investidores reduziram a exposição às empresas de tecnologia, principalmente aquelas ligadas à infraestrutura de inteligência artificial, diante das dúvidas sobre o retorno dos elevados investimentos realizados pelo setor.

Na China, o índice de Xangai (SSEC) encerrou praticamente estável, com leve queda de 0,06%, enquanto o CSI 300 permaneceu inalterado. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 1,14%, impulsionado por medidas regulatórias destinadas a facilitar o refinanciamento das empresas listadas e estimular o mercado de capitais.

O governo chinês também colocou em vigor novas regras para negociação de ações no mercado ChiNext, de Shenzhen, fortalecendo mecanismos de formação de mercado e ampliando a liquidez.

O movimento favoreceu principalmente ações dos setores de energia, agricultura, bancos, materiais básicos e bens de consumo, enquanto empresas de tecnologia, robótica, baterias e satélites passaram por uma realização de lucros após meses de forte valorização.

Entre os principais índices asiáticos:

  • Japão (Nikkei): -0,01%;
  • China (Xangai): -0,06%;
  • CSI 300: estável;
  • Hong Kong (Hang Seng): +1,14%;
  • Coreia do Sul (Kospi): -0,46%;
  • Taiwan (Taiex): -0,48%;
  • Singapura (Straits Times): +0,30%;
  • Austrália (S&P/ASX 200): -0,15%.
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Europa inicia semana com variações moderadas

Na Europa, os principais índices operam próximos da estabilidade, refletindo a expectativa pela temporada de balanços corporativos nos Estados Unidos, além do acompanhamento das perspectivas para os juros americanos e da queda dos preços internacionais do petróleo após o aumento da produção anunciado pela Opep+.

O mercado europeu também monitora indicadores econômicos da Zona do Euro, especialmente dados de atividade e inflação, que poderão influenciar as próximas decisões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).

Wall Street retorna do feriado com foco em dados econômicos

Após o feriado prolongado da Independência, os investidores voltam suas atenções para os Estados Unidos acompanhando indicadores de atividade econômica, mercado de trabalho e serviços, além do início da temporada de divulgação dos resultados corporativos do segundo trimestre.

O mercado também observa atentamente qualquer sinal do Federal Reserve (Fed) sobre o ritmo dos próximos cortes nas taxas de juros, fator que continua sendo um dos principais direcionadores dos ativos globais.

Ibovespa inicia semana em realização de lucros

No mercado brasileiro, o Ibovespa Futuro abriu em queda, refletindo um movimento natural de realização de lucros após o índice à vista alcançar o maior fechamento em aproximadamente um mês no encerramento da última semana.

O ambiente continua sendo influenciado pelo comportamento das commodities, especialmente minério de ferro e petróleo, além das expectativas em torno da trajetória da taxa Selic e dos indicadores econômicos previstos para os próximos dias.

Entre os destaques da agenda estão:

  • Relatório Focus;
  • Balança comercial brasileira;
  • Indicadores de atividade na Europa;
  • PMI de serviços dos Estados Unidos.

O dólar comercial iniciou o dia em leve valorização frente ao real, enquanto a curva de juros apresenta comportamento relativamente estável, com pequenas oscilações nos vencimentos mais longos.

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Vale, Petrobras e bancos seguem concentrando atenções

Na B3, os investidores continuam concentrando o maior volume financeiro em ações de empresas de grande peso no índice, como Vale, Petrobras e Itaú Unibanco.

O setor de infraestrutura permanece em destaque após os recentes leilões de transmissão de energia, enquanto empresas do varejo seguem reagindo ao cenário de expectativa por redução dos juros.

Papéis como Magazine Luiza e Embraer permanecem entre os ativos com maior liquidez, refletindo o interesse dos investidores por empresas ligadas ao consumo doméstico e à indústria exportadora.

Commodities continuam determinando o humor dos mercados

Para o mercado brasileiro e para o agronegócio, o comportamento das commodities segue sendo o principal vetor de curto prazo.

A evolução dos preços do petróleo influencia diretamente o desempenho das ações da Petrobras, enquanto as oscilações do minério de ferro impactam a Vale e todo o segmento de mineração.

No agronegócio, investidores também acompanham os movimentos das commodities agrícolas, especialmente soja, milho e café, além da demanda chinesa, fator determinante para as exportações brasileiras.

Cenário permanece sensível ao ambiente internacional

Apesar do ambiente relativamente positivo observado nas últimas semanas, analistas avaliam que o mercado deve continuar operando com elevada volatilidade, diante das incertezas sobre os juros nos Estados Unidos, da temporada de resultados corporativos, da evolução da economia chinesa e do comportamento das commodities.

No Brasil, o fluxo estrangeiro, as expectativas para a política monetária e os indicadores econômicos domésticos continuam sendo os principais fatores capazes de determinar a direção do Ibovespa ao longo desta semana.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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