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Frango abatido inicia dezembro em patamar elevado, sinalizando possíveis ganhos para o melhor desempenho mensal de 2023

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Vale mencionar que, apesar de uma relativa estabilidade nos últimos três meses, a curva de preços do frango vem apresentando uma gradual ascensão, uma condição totalmente oposta à do ano anterior, especialmente no final do ano, que foi marcado por uma sensível desvalorização do produto.

As cinco semanas destacadas no gráfico abaixo evidenciam isso: cotado a R$8,00/kg no final de outubro, o frango abatido, no ano passado, entrou em dezembro com um valor inferior. Já neste ano, o preço registrado no primeiro dia de dezembro está 2,5% acima do registrado no final de outubro. E o mês das Festas está apenas começando.

Embora não se deva contar com uma grande valorização do produto ao longo do mês, especialmente com a preferência pelas aves especiais, é indiscutível que ganhos devem ocorrer nas próximas duas semanas. Mesmo que ocorra alguma retração nos preços após a segunda quinzena, o valor atual (refletindo apenas o primeiro dia de negócios do mês) deve corresponder aproximadamente à média-base. Esse resultado representa um ganho próximo de 1,5% em relação ao mês anterior e uma redução agora inferior a 5% em relação a dezembro de 2022, sendo a menor diferença negativa registrada nos últimos nove meses.

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Naturalmente, o mercado se mantém por meio de uma estrita administração da oferta. Isso se reflete também na baixa procura pela ave disponibilizada no mercado independente, cujo preço (máximo de R$5,20/kg) permanece inalterado há quase um mês.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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