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Danone Brasil investe R$ 3 milhões em compromisso público para a promoção do bem-estar animal por meio de um programa pioneiro para a cadeia do leite

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Para somar ao progresso alcançado globalmente na pauta animal pela Danone ao longo dos anos, a Danone Brasil anuncia investimento de R$ 3 milhões em um programa pioneiro de promoção do bem-estar animal dirigido à cadeia do leite. A iniciativa representa o compromisso público da empresa em promover continuamente boas práticas de manejo para além da sua cadeia de produtores, fomentando o desenvolvimento sustentável do setor leiteiro no país. O projeto será executado por meio da “Fazenda Tudo de Bem”: um programa precursor de sustentabilidade e bem-estar animal, que será a base para o desenvolvimento desse compromisso na prática nos próximos anos. Tem início neste mês de novembro e responde à meta global da companhia de, até 2025, ter 30% dos principais ingredientes adquiridos diretamente de fazendas já em transição para práticas regenerativas, na qual bem-estar animal é um pilar central.

“Em linha com os avaliação global da Danone na pauta de bem-estar animal e a nossa ambição de promovermos as transformações estruturais e setoriais necessárias rumo à uma nova economia, definimos um programa pioneiro no Brasil, junto a instituições renomadas e de referência, acerca da jornada que queremos trilhar com nossas fazendas parceiras na captação de leite nos próximos anos. Estamos rumo aos mais altos padrões de bem-estar animal, com iniciativas economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas”, explica Taisa Costa, Gerente de Sustentabilidade da Danone Brasil. O programa foi desenvolvido em parceria com a BE.Animal, a F&S Consulting e a Embrapa Gado de Leite. Globalmente, a Danone conta com a parceria da Compassion in World Farming (CIWF).

O Compromisso da Danone para a promoção do bem-estar animal vem somar ao modelo de parceria formal e de longo prazo com produtores de leite da região da bacia leiteira de Minas Gerais. A relação exclusiva com os fornecedores leite, sua principal matéria-prima, foi construída ao longo dos 50 anos da empresa no Brasil. “Nos dedicamos a entender os desafios dos produtores de leite brasileiros e atuar em um modelo de parceria com eles, em que geramos sucesso econômico para a fazenda e progresso social para as famílias produtoras”, explica Henrique Borges, diretor de Compras da Danone Brasil. “Hoje, 70% da nossa base de fornecedores de leite é composta por pequenos produtores, cujo impacto econômico, social e ambiental é reconhecido pela certificação B Corp. A ambição da Danone é apoiar os produtores de leite na transição para práticas mais sustentáveis de produção, incluindo o bem-estar animal como um pilar fundamental desse processo e para a perenidade da atividade leiteira no país”, completa.

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“Termos produtores bem capacitados é essencial porque, além de mais produtivos, geram vários outros impactos positivos quando valorizam o bem-estar animal: entregam um leite com melhor qualidade, reduzem a pegada de carbono e preservam o meio ambiente”, afirma Henrique Borges, diretor de Compras da Danone Brasil “Com o anúncio desse compromisso, a Danone reafirma seu pioneirismo em investir em treinamento, apoio técnico e autocontrole, focando nos 5 domínios de bem-estar animal: boa nutrição, boa ambiência, bom comportamento, boa saúde e bom estado mental”, completa o executivo.

O Programa “Fazenda Tudo de Bem” contempla o desenvolvimento e implementação de capacitação especializada em bem-estar animal, em parceria com a BE.Animal, para fazendas parceiras e corpo técnico da Danone; Padronização do autocontrole de práticas de bem-estar animal em nossas fazendas parceiras, com base nos mais altos padrões reconhecidos nacional e internacionalmente; e fomento do programa de melhoramento genético com foco em bem-estar animal, em parceria com empresas especializadas em genética.

Como parte do compromisso, a Danone lançará também um projeto piloto, que contará com a participação de 20% das fazendas leiteiras parceiras da Danone. Com a conclusão dessa primeira fase, a Danone espera ter um modelo validado e replicável para ganhar escala fomentando a adesão dos demais produtores. Além disso, o programa será aberto e divulgado para todas as indústrias lácteas interessadas em implementar as melhores práticas de bem-estar animal no país. “A Danone entende que essa é uma agenda pré-competitiva e pretende mobilizar o setor. Para isso, iremos compartilhar as soluções que se mostrarem viáveis para impulsionar o desenvolvimento de toda a cadeia”, Taisa Costa, Gerente de Sustentabilidade da Danone Brasil.

A estratégia de Agricultura Regenerativa da Danone tem como um dos três principais pilares o bem-estar dos animais. “Mantemos o produtor de leite no centro da nossa atenção para acelerar este que é um dos pilares fundamentais do nosso modelo de agricultura regenerativa. Sabemos que essa é uma transição necessária para termos uma produção de leite a longo prazo e, por isso, estamos confiantes que eles irão aderir e se beneficiar do programa”, completa Henrique Borges. O investimento de R$ 3 milhões que será dedicado ao novo programa vem complementar os aportes já realizados nos projetos de agricultura regenerativa pela Danone Brasil, que já representam mais de R$ 2 milhões desde 2019.

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Agricultura Regenerativa

Com o objetivo de desenvolver a cadeia leiteira, a Danone mantém um programa de agricultura regenerativa. As iniciativas auxiliam os produtores com conhecimento para que mantenham seus negócios mais sustentáveis e produtivos. Destacam-se algumas das iniciativas:

  • Agricultura Sustentável – Em parceria com a Labor Rural, o projeto foca em agricultura regenerativa, oferece capacitação aos pequenos produtores para práticas mais sustentáveis e produtivas. Atualmente com mais de 30 fazendas, conta com cerca de 1.400 hectares de terra, e já aponta resultados positivos, como o aumento de 14% do volume de leite captado por dia, redução de 36% nas emissões de CO2 desde o início do projeto.
  • EDUCAMPO – Em conjunto com o Sebrae, proporciona assistência técnica especializada para que os produtores gerenciem com eficiência seus recursos. No ano, o projeto envolveu seis grupos, compostos por 120 produtores, e, além de ter registrado queda de 20% nas emissões de kg CO2eq/kg de leite, apresentou aumento de 4% de produtividade de litros/animal/dia, 6% de volume de litros por dia e 25% de margem liquida da atividade (R$ líquido/ano).
  • COMQUALI CCS – consultoria técnica para o avanço na qualidade do leite, principalmente relacionada à Contagem de Células Somáticas (CCS).
  • DIA DE VARANDA – encontros para a troca de experiências e boas práticas: em 2023 foram realizados três eventos, que contaram com alto engajamento dos produtores.

Para alcançar a meta global da companhia de, até 2025, ter 30% dos principais ingredientes adquiridos diretamente de fazendas já em transição para práticas regenerativas, as ações da empresa se dividem em três pilares: o solo, com uma gestão integrada, incluindo uso de água e de todos os recursos vivos para garantir a sua conservação e utilização sustentável, proteção à biodiversidade e captura de carbono; o produtor de leite, com a sua capacitação e empoderamento de futuras gerações para sustentabilidade de sua atividade; e a promoção de bem-estar animal, como manejo correto, instalações adequadas e confortáveis, padrões que impactam diretamente na qualidade do leite.

Danone fazenda parceira

Fonte: Danone

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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