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Preço da Gasolina se Mantém Abaixo de R$6 pelo Segundo Mês Consecutivo, Indica Edenred Ticket Log

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O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) revela que o preço médio do litro da gasolina permaneceu abaixo de R$6 ao final de novembro, mantendo a tendência do mês anterior. A análise aponta uma redução de 1,69% em comparação a outubro, destacando a estabilidade no preço da gasolina pelo segundo mês consecutivo.

A região Norte foi a única a apresentar recuo no preço do combustível, registrando uma diminuição de 0,31%, mesmo encerrando o período com a cifra mais elevada do país, atingindo R$6,40. Em contrapartida, os postos de abastecimento do Sul e do Sudeste ofereceram o litro mais econômico, marcando R$5,73. Essa disparidade reflete uma acessibilidade aproximadamente 10% maior no Sudeste e Sul em comparação com o Norte.

O estado do Rio Grande do Norte liderou o ranking do preço médio mais baixo do país, comercializando o combustível a R$5,62, representando a maior redução de preço no período, atingindo 1,06%. Enquanto isso, o estado de Goiás registrou o maior aumento em relação à primeira quinzena, elevando-se em 0,71%, chegando a R$5,69.

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Quanto ao etanol, novembro apresentou um aumento de 0,27% no preço médio nacional em relação à primeira quinzena do mês, atingindo R$3,74. O Centro-Oeste destacou-se como a região com o preço mais baixo, marcando R$3,58, enquanto o Norte apresentou o preço mais alto, atingindo R$4,68.

Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil, destaca que a escolha entre gasolina e etanol tornou-se mais vantajosa em diferentes estados, refletindo a dinâmica complexa do mercado de combustíveis. Esses dados fornecem informações essenciais para consumidores e empresas planejarem financeiramente diante das variações no mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Semi-hidroponia avança no Brasil e transforma produção agrícola em solos degradados

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Produzir no campo brasileiro tem se tornado cada vez mais desafiador diante das mudanças climáticas, da irregularidade das chuvas e da crescente degradação dos solos. Em culturas mais sensíveis, como as hortaliças, esses fatores elevam os riscos e podem comprometer totalmente a viabilidade econômica das lavouras.

Doenças de solo como murcha bacteriana, fusariose e a presença de nematoides estão entre os principais entraves à produtividade, especialmente em áreas já afetadas. Nesse cenário, soluções inovadoras têm ganhado espaço, com destaque para sistemas de cultivo sem solo, como a semi-hidroponia.

Alternativa sustentável para solos problemáticos

Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apontam que uma parcela significativa dos solos agrícolas do país apresenta algum nível de degradação, o que reforça a necessidade de tecnologias mais adaptáveis e resilientes.

A semi-hidroponia surge como uma evolução dos sistemas hidropônicos tradicionais. Nesse modelo, o solo é substituído por substratos inertes que sustentam as plantas, enquanto a nutrição ocorre por meio da fertirrigação — técnica que permite o fornecimento controlado de água e nutrientes.

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Na prática, o produtor passa a ter maior controle sobre o ambiente de cultivo, reduzindo significativamente os riscos fitossanitários.

“Problemas como murcha bacteriana, fusariose e nematoides são comuns no solo e de difícil controle. Com a semi-hidroponia, é possível praticamente eliminar essas ameaças, mantendo a produtividade”, explica o especialista em agricultura Felipe Vicentini Santi.

Substratos acessíveis e eficientes

Entre as alternativas mais viáveis economicamente, destaca-se a combinação de casca de arroz carbonizada com areia lavada, geralmente na proporção 50/50.

Essa mistura oferece condições ideais para o desenvolvimento das plantas: a casca de arroz contribui para a retenção equilibrada de umidade e aeração das raízes, enquanto a areia favorece a drenagem, evitando o encharcamento — fator diretamente ligado ao surgimento de doenças.

Ganhos em produtividade e uso de recursos

Além de reduzir drasticamente problemas sanitários, o sistema semi-hidropônico apresenta outras vantagens relevantes. Entre elas, a possibilidade de cultivo contínuo ao longo do ano, inclusive em períodos de alta pluviosidade, e a eliminação da necessidade de rotação de culturas.

Outro ponto estratégico é a eficiência no uso de insumos. A fertirrigação permite economia de água e fertilizantes, reduz perdas e minimiza impactos ambientais, tornando o sistema mais sustentável no longo prazo.

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Desafios ainda limitam expansão

Apesar dos benefícios, a adoção da semi-hidroponia ainda enfrenta barreiras. O investimento inicial em infraestrutura e a necessidade de conhecimento técnico para o manejo adequado da irrigação e da nutrição das plantas são os principais desafios apontados.

Em operações de maior escala, questões como custo, logística e acesso à tecnologia também podem dificultar a implementação.

Inovação como caminho para o futuro

Mesmo diante desses entraves, o avanço de sistemas como a semi-hidroponia sinaliza uma transformação importante na agricultura brasileira. Em um cenário de maior instabilidade climática e pressão por produtividade, a adoção de tecnologias que aumentem o controle e a eficiência tende a ser decisiva.

A capacidade de adaptação, aliada à inovação e ao manejo técnico, desponta como o principal diferencial para garantir a sustentabilidade e a competitividade da produção agrícola no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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