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Syngenta apresenta Cropwise Protector em evento focado em irrigação e fertirrigação

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A Syngenta, por meio da plataforma de agricultura digital Cropwise, apresentará suas tecnologias para o cultivo da cana-de-açúcar durante a Irricanor, que acontecerá nas instalações da Usina São José, em Igarassu – PE, entre os dias 29 de novembro e 1 de dezembro. Esse será o primeiro evento voltado à irrigação e à fertirrigação canavieira no Nordeste e tem como objetivo debater temas como inovação, gestão ambiental além de divulgar as principais tecnologias do setor.

Entre as soluções apresentadas está o Cropwise Protector, ferramenta que otimiza as atividades operacionais no campo, uma vez que proporciona tomada de decisão mais rápida e assertiva dentro das usinas, incluindo uma análise minuciosa de todo o processo de irrigação e fertirrigação.

“A indústria sucroalcooleira é caracterizada pela competitividade e pelo alto padrão de qualidade. Portanto, o uso de ferramentas digitais é essencial para a gestão e monitoramento das atividades nos canaviais, cruzando dados e permitindo que a condução das lavouras seja totalmente focada na utilização eficiente dos recursos, bem como nos ganhos em produtividade e rentabilidade”, destaca Larissa Vieira, Gerente de Vendas e Sucesso do Cliente de cana-de-açúcar na Syngenta Digital.

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Ainda segundo Larissa, a participação na Irricanor será uma grande oportunidade de compartilhar conhecimento e apoiar as usinas da região a escalarem ainda mais a produtividade nas lavouras.

Alguns estados nordestinos, principalmente Alagoas, Bahia e Pernambuco, são os responsáveis pela estimativa de crescimento de 4,4% da produção nacional de cana-de-açúcar para a safra 2023/24, prevista em 637,1 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O Cropwise Protector ajuda na coleta de dados confiáveis em campo e os transforma, por meio da tecnologia de ponta, em resultados prontos para o uso. Com ele, além de monitorar a qualidade irrigação, as usinas podem avaliar processos em todos os momentos da safra, do planto à colheita. É uma ferramenta flexível e customizável, sendo muito utilizada pelos times de pragas, qualidade e operações dentro das usinas.

Atualmente, Cropwise está presente em 9 estados, atendendo as principais usinas sucroenergéticas do Brasil. Entre eles, está a Usina Bevap Bioenergia, localizada em João Pinheiro-MG. Com o apoio da Syngenta, a companhia reformulou completamente a área de Suporte e Gestão da Qualidade Agrícola, abandonando os controles manuais, que passaram a ser feitos de forma digital por meio da plataforma. Ao todo, a Bevap conta com 30 mil hectares irrigados de produção de cana-de-açúcar.

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“A utilização do Protector pela equipe de qualidade agrícola no monitoramento da irrigação trouxe benefícios significativos como a exclusão do uso de planilhas de papel, o que tornou a atividade mais sustentável; além da redução de tempo para realizar os apontamentos e mais confiabilidade nas informações. Já na frente operacional da irrigação, a plataforma auxiliou na otimização do uso da água, reduzindo custos operacionais, aumentando a eficiência e melhorando a qualidade da produção. Todos esses fatores são levados em consideração no momento das avaliações da qualidade agrícola, que visa padronizar processos e viabilizar eficiência e qualidade”, afirma Alécio Cantalogo, Diretor da Bevap.

No dia 30 de novembro, segundo dia do evento, Cantalogo fará uma palestrada destacando a parceria com a Syngenta e os resultados alcançados na qualidade da irrigação com o monitoramento pela plataforma Cropwise, além do uso de outras tecnologias nessa frente.

Fonte: Syngenta

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Sanidade animal em Goiás ganha reforço após reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa

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A sanidade animal voltou ao centro das atenções do setor pecuário goiano neste mês de maio, quando se completa um ano do reconhecimento internacional do Brasil como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A Agrodefesa reforçou o alerta sobre a necessidade de vigilância permanente no campo para garantir a manutenção do status sanitário conquistado e evitar prejuízos à pecuária nacional.

A agência lançou a Nota Técnica 1/2026, documento encaminhado às entidades representativas do setor produtivo, destacando a importância da vacinação, do manejo sanitário, do bem-estar animal e da adoção contínua de práticas preventivas nos rebanhos bovinos e bubalinos.

O objetivo é fortalecer a defesa agropecuária em Goiás e preservar a competitividade da carne brasileira nos mercados nacional e internacional.

Reconhecimento internacional amplia responsabilidade do setor pecuário

Segundo o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação representa uma conquista histórica para Goiás e para o agronegócio brasileiro, mas também aumenta a responsabilidade de todos os elos da cadeia produtiva.

“O reconhecimento internacional funciona como um selo de qualidade sanitária para os rebanhos brasileiros. No entanto, a manutenção desse status exige vigilância constante e fortalecimento das ações preventivas para evitar retrocessos”, destacou.

O Brasil recebeu oficialmente o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal em 29 de maio de 2025, durante assembleia realizada em Paris, na França.

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Goiás teve participação estratégica nesse processo devido à robustez de seu sistema de defesa sanitária animal. O último foco de febre aftosa no estado foi registrado em agosto de 1995.

Vacinação contra brucelose segue obrigatória e estratégica

Mesmo após o fim da vacinação contra aftosa, a Agrodefesa reforça que outras imunizações continuam fundamentais para proteger os rebanhos e a saúde pública.

A vacinação contra brucelose bovina e bubalina permanece obrigatória para fêmeas entre 3 e 8 meses de idade e deve ser realizada exclusivamente por médico-veterinário cadastrado.

De acordo com o diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa, Rafael Vieira, a medida é indispensável para evitar a disseminação da doença, considerada uma zoonose de impacto econômico e sanitário.

Além da obrigatoriedade, a agência também recomenda que os produtores mantenham programas preventivos complementares, reduzindo riscos de perdas produtivas e aumento dos custos com tratamentos veterinários.

Manejo sanitário e bem-estar animal ganham protagonismo

A Nota Técnica 1/2026 também destaca a importância dos manejos sanitários periódicos como ferramenta essencial para a detecção precoce de doenças e fortalecimento da vigilância epidemiológica.

Entre as orientações reforçadas pela Agrodefesa estão:

  • Cumprimento rigoroso das vacinações obrigatórias;
  • Adoção de práticas preventivas complementares;
  • Monitoramento frequente dos animais;
  • Investimentos em bem-estar animal;
  • Uso racional de antimicrobianos;
  • Fortalecimento da assistência veterinária no campo.
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Segundo a gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, Denise Toledo, a redução das práticas preventivas pode elevar a vulnerabilidade sanitária dos rebanhos, além de comprometer a eficiência econômica da atividade pecuária.

Ela ressalta que boas condições de manejo, alimentação adequada e redução do estresse contribuem diretamente para fortalecer o sistema imunológico dos animais e reduzir a incidência de enfermidades.

Preservação do status sanitário depende de ação conjunta

A Agrodefesa também pediu apoio das entidades representativas do agronegócio para ampliar a divulgação das orientações junto aos produtores rurais.

A agência reforça que a preservação do status sanitário conquistado depende da atuação integrada entre pecuaristas, médicos-veterinários, cooperativas, indústria de insumos veterinários, assistência técnica e órgãos de fiscalização.

O reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação abriu novas oportunidades para a pecuária brasileira no mercado global, fortalecendo as exportações de carne bovina e ampliando o acesso a mercados mais exigentes.

Com isso, o setor produtivo passa a conviver com um cenário de maior responsabilidade sanitária, no qual prevenção, rastreabilidade e vigilância permanente se tornam fatores decisivos para a sustentabilidade da pecuária nacional.

Nota Técnica nº 1/2026-Agrodefesa-Gesan

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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