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Grupos da ATeG Pecuária de Corte apresentam resultados de atividades em Araranguá

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Apresentar os resultados obtidos ao longo dos dois últimos anos e encerrar as atividades de 2023 foram os objetivos do encontro de avaliação sistemática do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), com foco na Pecuária de Corte, realizado na última semana em Araranguá. A iniciativa foi do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc), em parceria com o Sindicato Rural de Araranguá.

O evento reuniu cerca de 70 produtores de Araranguá e Balneário Gaivota e contou com a presença da supervisora regional do Senar/SC, Sueli Silveira Rosa, do prefeito de Balneário Gaivota, Everaldo dos Santos, do presidente do Sindicato Rural de Araranguá, Rogério Pessi, do supervisor técnico da ATeG, Jaison Buss e da técnica de campo Vanuza Polli.

Na oportunidade, foram apresentados os resultados alcançados ao longo dos anos de 2022 e 2023 pelo Programa ATeG que, de acordo com a supervisora, foram bastante promissores. O sucesso das atividades também foi ressaltado pelo prefeito de Balneário Gaivota que afirmou a evolução do setor com o acompanhamento e atividades do Programa de Assistência Técnica e Gerencial.

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PROGRAMA ATEG PECUÁRIA DE CORTE

O Senar/SC iniciou o Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) com foco para a Bovinocultura de Corte em 2016. Desde então, atendeu mais de 4.200 produtores na área de pecuária de corte em 238 municípios catarinenses. Atualmente, 66 grupos com 2.000 produtores participam do programa no Estado.

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destacou que Santa Catarina é reconhecida internacionalmente pela elevada qualidade na produção de proteína animal, tendo acesso a grandes mercados de exportação. “O Estado é renomado pela excelência e qualidade e vemos que com o programa conseguimos alavancar ainda mais a produção de carne bovina, fortalecendo o setor da bovinocultura e os produtores catarinenses”.

De acordo com o superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi, os principais resultados alcançados com a ATeG Bovinocultura de Corte são “a implantação de sistemas de gestão nas propriedades, a recuperação de pastagens degradadas, a implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta, o aumento da produção com o incremento da renda líquida e as melhorias na nutrição e no padrão racial dos bovinos de corte”. Zanluchi também ressaltou que o programa vem conquistando grandes avanços no protocolo de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF).

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Os produtores são atendidos de forma gratuita pelo programa em parceria com os Sindicatos Rurais, explicou a coordenadora estadual da ATeG, Paula Coimbra Nunes. “As atividades contemplam visita mensal de técnicos da ATeG pelo período de quatro anos. O acompanhamento tem foco na transmissão de conhecimentos relacionados à gestão das empresas rurais e técnicas de manejo voltadas às atividades pecuárias”, destacou a coordenadora ressaltando que os interessados em participar do programa podem entrar em contato com o Sindicato Rural de sua região.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em 2026 e ANEC projeta embarques acima de 108 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026 e caminham para um dos maiores desempenhos da história do agronegócio nacional. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais apontam que os embarques da oleaginosa devem superar 108 milhões de toneladas no acumulado do ano, mantendo o Brasil como principal fornecedor global do grão.

O levantamento “Shipment Flow Week 18/2026”, elaborado com base em informações da Cargonave, mostra avanço consistente das exportações de soja, farelo de soja, milho e derivados ao longo dos primeiros meses do ano.

Soja brasileira deve ultrapassar 108 milhões de toneladas exportadas

Segundo a ANEC, as exportações brasileiras de soja devem atingir 108,68 milhões de toneladas em 2026, considerando a programação atual de embarques.

Somente em maio, os embarques da oleaginosa foram estimados em aproximadamente 15,99 milhões de toneladas, acima do volume registrado no mesmo período do ano passado.

Os números reforçam o forte ritmo das exportações brasileiras mesmo diante das oscilações do mercado internacional e da maior concorrência global.

Entre janeiro e abril, os volumes embarcados já demonstraram crescimento expressivo em relação ao ano anterior, especialmente nos meses de abril e maio.

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China concentra 70% das compras de soja do Brasil

A China segue como principal destino da soja brasileira em 2026.

De acordo com a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da oleaginosa brasileira entre janeiro e abril deste ano.

Na sequência aparecem mercados como:

  • Espanha (4%);
  • Turquia (4%);
  • Tailândia (3%);
  • Paquistão (2%);
  • Argélia (2%).

O domínio chinês reforça a importância da demanda asiática para o agronegócio brasileiro e para o equilíbrio das exportações nacionais.

Farelo de soja registra crescimento nos embarques

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026.

A ANEC projeta exportações de 10,66 milhões de toneladas do derivado no acumulado do ano até maio, acima do registrado em igual período de 2025.

Entre os principais compradores do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia (20%);
  • Tailândia (10%);
  • Irã (10%);
  • Holanda (9%);
  • Polônia (7%).

O avanço nas vendas externas reforça a competitividade da indústria brasileira de processamento de soja.

Exportações de milho também avançam em 2026

O milho brasileiro mantém crescimento nas exportações, mesmo com volumes ainda abaixo do pico histórico recente.

Segundo a ANEC, os embarques do cereal somaram 5,78 milhões de toneladas até maio de 2026.

Os principais destinos do milho brasileiro no período foram:

  • Egito (27%);
  • Vietnã (22%);
  • Irã (19%);
  • Argélia (9%);
  • Malásia (5%).
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A demanda internacional segue sustentada principalmente por países do Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

Portos do Arco Norte ampliam participação nos embarques

Os dados da ANEC também mostram a crescente relevância dos portos do Arco Norte nas exportações brasileiras.

Portos como Barcarena, Santarém, Itaqui e Itacoatiara registraram volumes expressivos de embarques de soja e milho durante a semana analisada.

O Porto de Santos continua liderando a movimentação nacional, seguido por Paranaguá e os terminais do Norte do país.

A expansão logística nessas regiões vem contribuindo para reduzir custos de escoamento e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Mercado acompanha demanda global e logística brasileira

O cenário das exportações brasileiras segue sendo acompanhado de perto por tradings, produtores e agentes do mercado internacional.

A combinação entre demanda aquecida da China, recuperação da logística portuária e grande oferta brasileira mantém o país em posição estratégica no comércio global de grãos.

Ao mesmo tempo, o mercado monitora fatores como câmbio, custos logísticos, clima e demanda internacional, que continuarão influenciando o ritmo dos embarques ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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