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Netafim amplia o portfólio com foco nas necessidades de agricultores brasileiros

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Ao longo dos anos, os avanços tecnológicos na área de irrigação permitiram que os agricultores alcançassem níveis cada vez mais altos de eficiência. E nessa evolução, a Netafim, empresa líder em soluções de irrigação, tem desempenhado um papel fundamental.

A Netafim, que completou 29 anos de atuação no Brasil em 2023, é conhecida por sua dedicação à pesquisa e desenvolvimento, buscando sempre atender às necessidades reais dos agricultores. Com um extenso portfólio que abrange desde emissores para pequenos vasos até grandes projetos de irrigação por gotejamento, a empresa oferece soluções para as mais variadas necessidades.

Um dos principais destaques do portfólio da empresa é o Streamline X, o tubo gotejador de parede fina mais resistente do mercado. “Ele possui uma resistência mecânica muito alta devido às exclusivas ranhuras internas e externas, que são como uma armadura para o tubo e proporcionam uma vida útil prolongada no campo. Além disso, com tecnologia israelense patenteada, o produto oferece uma ampla área de passagem e de filtragem, além de um elevado coeficiente de turbulência, o que confere uma resistência ainda maior contra entupimentos”, detalhou Wellington Propheti, Especialista de Produtos da Netafim.

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No último mês, a linha do Streamline X foi ampliada e agora conta com três grandes novidades. A primeira delas é direcionada aos produtores de morango e tomate, que agora contam com um tubo com espaçamento entre gotejadores a cada 10 cm, inovação que visa garantir uma irrigação adaptada às necessidades dessas culturas. A segunda novidade é voltada para os agricultores que lidam com águas duras ou carbonatadas, oferecendo uma proteção extra contra entupimentos: no lugar do “furo”, cada gotejador possui um flap, uma proteção física na parede do tubo que evita a sedimentação de cristais, garantindo um fluxo contínuo de água. A terceira novidade é uma versão em bobinas de 250 metros do Streamline X, versão pensada para otimizar o transporte, o armazenamento e até mesmo vendas via e-commerce.

Outro produto de destaque da Netafim é o NetBow. Este arco gotejador é indicado para a irrigação de cultivos produzidos em vasos e garante uma distribuição uniforme de água de cima para baixo, promovendo um crescimento radicular mais uniforme e saudável. São dois diâmetros disponíveis para o NetBow: de 250 mm (com oito saídas gotejadoras) e 120 mm (com quatro saídas gotejadoras).

Outra solução inovadora da empresa é o FlexNet, o tubo flexível mais versátil para áreas modulares. Além de ser fácil de transportar, instalar, recolher e armazenar, o FlexNet é extremamente resistente e adequado para diferentes condições de pressão. Com opções de diâmetros de 2, 3 e 4 polegadas, o FlexNet pode ser adquirido cego ou com espaçamentos de 50 cm para facilitar a instalação. Com suporte ao tráfego de máquinas agrícolas, ele se destaca pela sua versatilidade e durabilidade.

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“Além de fornecer soluções inovadoras, a Netafim tem como objetivo difundir as práticas de irrigação e demonstrar como é possível produzir mais com menos recursos, aumentando a produtividade agrícola de forma sustentável. Com um portfólio abrangente e investimento constante em pesquisa e desenvolvimento, a empresa se posiciona como uma parceira confiável e comprometida com o sucesso dos agricultores”, disse Henrique Japur, Diretor de Supply da Netafim.

Entre as várias outras soluções disruptivas oferecidas no portfólio da Netafim, sempre destaca-se o empenho contínuo da empresa em impulsionar a produtividade e sustentabilidade no campo, através de uma irrigação eficiente que ajuda agricultores em todo o país a produzirem mais, com menos.

Fonte: Netafim

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pecuária intensiva avança no Brasil e estudo da Cargill analisa recorde de 2,7 milhões de animais confinados

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A pecuária intensiva brasileira segue avançando em produtividade, tecnologia e gestão. A edição 2026 do Benchmarking Confinamento Probeef, desenvolvido pela Cargill Nutrição e Saúde Animal, registrou um novo recorde ao analisar 2,7 milhões de animais confinados, reforçando a dimensão e a tecnificação do setor no Brasil.

O levantamento representa cerca de 27% de todo o mercado nacional de confinamento bovino e consolida a maior base de dados sobre pecuária intensiva da América Latina.

Ao longo dos últimos dez anos, o estudo acumulou números expressivos:

  • mais de 11,7 milhões de cabeças avaliadas;
  • cerca de 110 mil lotes monitorados;
  • participação de 300 confinamentos no Brasil, Bolívia e Paraguai.

A maior concentração dos rebanhos avaliados permanece nas regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, principais polos da pecuária de corte intensiva.

Brasil fortalece liderança global na produção de carne bovina

O avanço do confinamento acompanha a expansão da produção nacional de carne bovina.

Segundo os dados apresentados no estudo, o Brasil alcançou no último ano a posição de maior produtor mundial de carne bovina, com produção estimada em 12,35 milhões de toneladas.

No mesmo período, o confinamento brasileiro praticamente dobrou de tamanho, atingindo aproximadamente 10 milhões de cabeças terminadas em sistema intensivo.

De acordo com Felipe Bortolotto, gerente de Tecnologia para Gado de Corte da Cargill Nutrição e Saúde Animal, a transformação da atividade nos últimos anos foi marcada pela adoção crescente de ciência, dados e tecnologia no manejo pecuário.

Pecuária intensiva ganha escala e eficiência operacional

A edição de 2026, baseada em dados consolidados de 2025, revela a diversidade do confinamento brasileiro, abrangendo desde estruturas com mil animais até operações superiores a 90 mil cabeças.

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Entre os principais indicadores observados no levantamento estão:

  • 89,75% dos animais confinados são machos;
  • peso médio de entrada de 377 quilos;
  • permanência média de 112 dias no cocho.
  • As raças predominantes seguem sendo:
  • Nelore;
  • cruzamentos industriais;
  • F1 Angus.
Tecnologia e gestão impulsionam produtividade no confinamento

O estudo mostra avanço significativo da profissionalização da pecuária intensiva brasileira, especialmente na gestão operacional e no uso de tecnologia.

Entre os destaques do Benchmarking Probeef estão:

  • Uso de softwares de gestão cresce no confinamento

Atualmente, 95% dos confinamentos analisados utilizam softwares de gestão operacional.

Nos sistemas mais eficientes do país, classificados entre os Top 10%, o índice de adoção tecnológica chega a 100%.

Produtividade da mão de obra aumenta 25%

A eficiência operacional também avançou nos últimos cinco anos.

A produtividade média por colaborador passou de 425 animais por funcionário em 2021 para 529 animais em 2025, crescimento de aproximadamente 25%.

Bem-estar animal ganha espaço nas propriedades

O levantamento aponta ainda maior preocupação dos confinamentos com infraestrutura voltada ao bem-estar animal.

Entre os sistemas avaliados:

  • 55% possuem irrigação nos currais;
  • 54% dos confinamentos Top 10 utilizam automação de trato e controle operacional.
Dietas de alta energia avançam na pecuária intensiva

Outro destaque é o crescimento do uso de dietas de alta densidade energética.

Segundo o estudo, 25% das operações já utilizam a chamada Dieta Fast, estratégia nutricional sem uso de volumoso, focada em maior eficiência produtiva.

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Confinamentos mais eficientes reduzem custos e aumentam desempenho

Os sistemas classificados entre os 10% mais eficientes apresentam indicadores superiores em diferentes áreas da operação.

Entre os diferenciais observados estão:

  • maior espaço por animal nos currais;
  • protocolos mais longos de adaptação alimentar;
  • uso de leitura noturna de cocho;
  • maior controle operacional.

Segundo o levantamento, 77,3% dos confinamentos Top 10 utilizam 21 dias de adaptação alimentar, enquanto metade das operações adota leitura noturna de cocho para ajuste das dietas.

Como resultado, esses sistemas alcançam eficiência biológica 8% superior à média geral do estudo.

Além disso, a economia chega a 11,66 quilos de matéria seca por arroba produzida, o que representa redução aproximada de R$ 120 por cabeça nas condições atuais de mercado.

Inteligência de dados deve transformar ainda mais a pecuária brasileira

Para a Cargill, o futuro do confinamento brasileiro passa pela integração entre nutrição de precisão, inteligência de dados e inovação tecnológica.

A expectativa é de ampliação da base de informações do Benchmarking Probeef nos próximos anos, aprofundando análises que auxiliem produtores na tomada de decisões mais eficientes e sustentáveis.

O avanço da tecnificação reforça o movimento de modernização da pecuária brasileira, que busca aumentar produtividade, reduzir custos e ampliar competitividade no mercado global de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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