POLÍCIA

Mandantes e autor de homicídio em Sinop são condenados a 74 anos de reclusão

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Três criminosos investigados pela Polícia Civil como mandantes e autor de um assassinato ocorrido em Sinop, há quatro anos, foram condenados nesta semana em tribunal do Júri a penas que, somadas, chegam a 74 anos de reclusão.

O crime ocorreu em 10 de abril de 2019 e vitimou João Marcos D’Ávila Câmara Santos, conhecido pelo apelido de ‘Peixoto’.

A investigação da Divisão de Homicídios da Polícia Civil em Sinop apurou que ele foi atingido por nove disparos de arma de fogo e executado porque estava vendendo droga na “cabritagem”, quando então uma organização criminosa determinou sua morte.

A Polícia Civil identificou que a ordem para a execução da vítima partiu de dois líderes de uma facção, que já estavam presos por outros crimes – João Luis Baranoski e Leonardo dos Santos Pires. O autor dos disparos, Lucas da Costa, atraiu a vítima ate o bairro Menino Jesus e no local combinado fez vários disparos de pistola calibre 9 mm contra João Marcos.

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Na sessão do tribunal do júri realizado nesta terça-feira (21.11), na Comarca de Sinop, os réus foram condenados pelos crime de homicídio duplamente qualificado e organização criminosa.

João Baranoski recebeu uma condenação de 24 anos e nove meses; Leonardo Pires foi condenado a 30 anos e um mês e Lucas a 20 anos e um mês de reclusão. Todos seguem detidos em unidades do Sistema Penitenciário do estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil apreende armas de investigado por violência doméstica em Tabaporã

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A Polícia Civil cumpriu, nesta quinta-feira (9.7), um mandado judicial de busca e apreensão de armas de fogo no município de Tabaporã, no âmbito de uma investigação por violência doméstica e familiar contra a mulher. Duas armas foram apreendidas.

A ordem judicial foi expedida pela Vara Única da Comarca de Tabaporã após a vítima registrar boletim de ocorrência e requerer medidas protetivas de urgência, relatando ameaças praticadas pelo ex-companheiro.

Em análise ao pedido, o Poder Judiciário deferiu as medidas protetivas, entre elas a suspensão da posse ou restrição do porte de armas de fogo e a imediata apreensão do armamento eventualmente mantido pelo investigado, como forma de resguardar a integridade física da vítima.

Durante o cumprimento do mandado, os policiais civis localizaram e apreenderam duas armas de fogo pertencentes ao investigado, sendo uma carabina e um revólver, ambas regularmente registradas.

As armas permaneceram apreendidas e foram colocadas à disposição do Poder Judiciário, em cumprimento à decisão que determinou a suspensão da posse do armamento enquanto perdurarem as medidas protetivas de urgência.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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