AGRONEGÓCIO

Prêmio “Melhores do Ano RÚMIScore” reconhece fazendas com as melhores práticas na pecuária de leite

Publicado em

As fazendas com melhor ranqueamento no índice RÚMIScore, o maior benchmarking independente de produtividade e sustentabilidade da pecuária de leite no mundo, serão conhecidas no próximo dia 21 de novembro.

O RÚMIScore é uma evolução do Índice Ideagri do Leite Brasileiro (IILB), criado em 2018 e construído a partir de uma base de informações provenientes de mais de 1.000 fazendas de todo o Brasil que utilizam o software de gestão Ideagri, em atuação no mercado há 16 anos.

Desenvolvido pela Rúmina, empresa de soluções inovadoras para a pecuária no Brasil e América Latina, o índice possui 13 indicadores de desempenho nas áreas de reprodução, sanidade, criação, produção e sustentabilidade, que compõem a nota dada para cada fazenda, que varia de 0 a 10, e foi validado pela empresa europeia IMPACT FORECAST.

O CEO da Rúmina, Laerte Cassoli, conta que em 2023 foram mais de 1.000 fazendas participantes da premiação. “O número de propriedades que participa cresce ano a ano e isso nos mostra que o produtor quer fazer parte da pecuária de leite do futuro, mais produtiva e sustentável. Para isso, utilizar uma tecnologia que disponibiliza dados e os ‘cruza’ de forma inteligente é uma oportunidade de posicionar sua fazenda em outro patamar de negócios”, destaca o executivo.

Leia Também:  Estudo da USDA aponta projeção positiva do mercado global do agro para próxima década

Cassoli conta que os dados desta edição do RÚMIScore permitiram atualizar a publicação Radar da Produtividade e Sustentabilidade. “É bastante interessante verificar a evolução das notas das fazendas nos últimos cinco anos, tanto geral quanto por perfil racial de rebanho. Destaco em especial a evolução de índices reprodutivos, como taxa de prenhez, que subiu de 16,09% para 18,60%, além de uma redução da emissão de metano por propriedades com melhores médias de produtividade”, adianta o CEO da Rúmina.

O evento de anúncio dos vencedores desta edição de RÚMIScore será em Cravinhos (SP), na empresa Ourofino Saúde animal, patrocinadora master do Prêmio.

Para o Diretor da Unidade de Negócios de Animais de Produção na Ourofino Agronegócio, Fabrício Oliveira, patrocinadora Master do Prêmio, o benchmarking de RÚMIScore ajuda a fomentar a pecuária de leite ao “proporcionar uma referência confiável e independente para os produtores”. “Ao utilizar indicadores de desempenho relacionados à reprodução, sanidade, criação, produção e sustentabilidade, o RÚMIScore oferece uma visão abrangente do desempenho das fazendas de leite. Isso permite que os produtores identifiquem áreas de melhoria em suas operações e tomem decisões embasadas para aumentar a produtividade e a sustentabilidade, contribuindo para o crescimento e o aprimoramento da indústria leiteira como um todo”, salienta Oliveira.

Leia Também:  Exportações de Café do Brasil caem em 2025, mas receita atinge recorde histórico

“Sediar a cerimônia de premiação do RÚMIScore é uma honra para a Ourofino e representa a nossa firme intenção de apoiar ativamente o setor da pecuária de leite. Além de celebrar os destaques do setor, este evento proporciona uma oportunidade única para nos aproximarmos dos produtores e especialistas, demonstrando nossa disponibilidade em contribuir para o desenvolvimento do setor na melhoria da saúde do rebanho e na sustentabilidade das operações pecuárias. Acreditamos que essa sinergia entre a Ourofino e a Rúmina é essencial para impulsionar o setor a novos patamares de excelência”, complementa o diretor da Ourofino.

A cerimônia do Prêmio “Melhores do ano RÚMIScore 2023” poderá ser acompanhada de forma online. A inscrição pode ser feita pelo site https://rumiscore.com.br/.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

Published

on

O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

Leia Também:  Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 50 milhões

Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

Leia Também:  CESB prorroga prazo final para as inscrições do Desafio Nacional de Máxima Produtividade

A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA