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Mosca-dos-chifres: combinação dos princípios ativos fipronil e diazinon pode evitar perda de até 20% na produção de leite

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A mosca-dos-chifres (Haematobia irritans) é uma das principais pragas da pecuária brasileira, seja para quem produz carne ou leite. Com potencial para causar enormes perdas econômicas e à produtividade, esse inseto hematófago se alimenta do sangue dos bovinos por meio de picadas. “Cada mosca pode picar um animal até 40 vezes por dia. Seu potencial de prejuízo é imenso, chegando a U$ 3 bilhões/ano para a atividade como um todo, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)”, destaca Antônio Coutinho, gerente de marketing e serviços técnicos da Vetoquinol.

Com o retorno das chuvas e o clima quente, as infestações ocorrem com maior intensidade nas propriedades rurais. Ou seja, é sinal de alerta para a pecuária leiteira, que já enfrenta um ano desafiador. Uma das ferramentas mais eficazes no combate à mosca-dos-chifres é o uso de brinco mosquicida composto por fipronil e diazinon aliado ao antiparasitário injetável com fluazuron e eprinomectina. “Essa combinação é extremamente poderosa e pode livrar as vacas leiteiras das moscas 30 minutos após a aplicação. Além disso, a proteção dura por 210 dias ininterruptos”, informa Coutinho.

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Além do ganho em bem-estar e conforto animal, a solução apresenta importante retorno econômico, já que o brinco possui carência zero, ou seja, o leite pode ser destinado ao consumo humano normalmente – o que evita a perda de dias de produção devido à administração de medicamentos.

Para colaborar com o combate à mosca e à devolução de rentabilidade e produtividade ao negócio dos produtores, a Vetoquinol Saúde Animal, companhia francesa que celebra 90 anos em 2023, coloca à disposição dos produtores o brinco mosquicida Fiprotag® 210 e o endectocida Bullmax® Premium, que possuem eficácia comprovada contra infestações

Enquanto Fiprotag® 210 apresenta a poderosa combinação de fipronil e diazinon para combate ao Haematobia irritans, Bullmax® Premium destaca-se por conter fluazuron e eprinomectina. “São soluções modernas desenvolvidas para contribuir com a produtividade da pecuária brasileira e proporcionar bem-estar aos animais seja de corte ou de leite. É imprescindível que cuidemos dos nossos bovinos, pois eles são os responsáveis por alimentar o planeta e gerar segurança alimentar para 1 bilhão de pessoas”, finaliza Antônio Coutinho.

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Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Transição águas-seca exige planejamento nutricional para evitar perdas na pecuária de corte

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A transição entre o período das águas e a seca acende um alerta para os pecuaristas brasileiros. A redução no volume e na qualidade das pastagens compromete diretamente o desempenho do rebanho, impactando o ganho de peso dos animais e a rentabilidade das propriedades. Especialistas destacam que planejamento antecipado, manejo adequado das pastagens e suplementação nutricional estratégica são fundamentais para minimizar os prejuízos durante a entressafra.

Segundo dados da Embrapa, cerca de 95% da produção brasileira de carne bovina depende de pastagens, o que torna o manejo forrageiro um dos pilares da pecuária nacional.

Com a diminuição das chuvas, o crescimento do capim desacelera e a qualidade nutricional da forragem cai significativamente. Nesse período, os níveis de proteína do pasto podem recuar de 8% a 10% para menos de 6%, enquanto o teor de fibra aumenta, reduzindo o aproveitamento alimentar pelos animais.

Planejamento antecipado é decisivo para manter produtividade

De acordo com o zootecnista Bruno Marson, diretor técnico industrial da Connan Nutrição Animal, o planejamento deve ser iniciado com antecedência para evitar perdas produtivas e financeiras.

“O entendimento do ciclo da pastagem é essencial para garantir eficiência produtiva. Não ajustar o manejo nutricional e das áreas de pastejo pode comprometer o desempenho do rebanho e gerar prejuízos ao produtor”, ressalta o especialista.

O planejamento envolve tanto o manejo das pastagens quanto a definição da estratégia nutricional para o período seco. Entre as principais recomendações está o ajuste da taxa de lotação, reduzindo o número de animais por hectare para preservar a disponibilidade de forragem.

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Além disso, o monitoramento da altura do capim é considerado essencial para evitar que as áreas entrem na seca excessivamente baixas, comprometendo a oferta de volumoso aos animais.

Suplementação proteica ganha importância na seca

A redução da proteína e o aumento da fibra no capim limitam a eficiência ruminal e diminuem o aproveitamento da forragem pelos bovinos. Nesse cenário, a suplementação proteica torna-se uma ferramenta estratégica para manter o desempenho animal.

Segundo Marson, suplementos formulados especificamente para o período seco ajudam a complementar a dieta do rebanho, fornecendo nutrientes essenciais, como proteínas, minerais, vitaminas e fontes energéticas.

Os produtos destinados à seca normalmente possuem ureia e farelos proteicos na composição, auxiliando na correção das deficiências nutricionais das pastagens secas e favorecendo o consumo pelos animais.

Troca gradual do suplemento evita queda de desempenho

Especialistas recomendam que a substituição da suplementação seja feita ainda no período de transição, quando os pastos começam a perder o vigor e apresentar coloração amarelada.

A adaptação deve ocorrer de forma gradual para evitar impactos negativos no consumo e no desempenho do rebanho. A orientação técnica é iniciar a troca misturando uma parte do novo suplemento com duas partes do produto anterior. Na semana seguinte, a proporção pode ser invertida até que, na terceira semana, o novo suplemento passe a ser fornecido integralmente.

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Mercado de nutrição animal amplia foco na pecuária de seca

Diante dos desafios da transição águas-seca, empresas de nutrição animal vêm ampliando o desenvolvimento de soluções voltadas à suplementação estratégica do rebanho. A expectativa do setor é de aumento na demanda por produtos que auxiliem na manutenção do desempenho zootécnico durante os períodos de menor oferta de pastagem.

Para especialistas, propriedades que investem em planejamento nutricional conseguem atravessar a seca com maior estabilidade produtiva, preservando índices de ganho de peso, eficiência alimentar e rentabilidade da atividade pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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