AGRONEGÓCIO

Híbridos tolerantes ao complexo de molicutes e viroses oferecem segurança e produtividade ao agricultor

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O Complexo de Molicutes e Viroses (CMV) continua a ser uma das maiores ameaças à produção de milho, causando perdas significativas nas lavouras. No Brasil, principalmente nos últimos 5 anos, produtores enfrentaram desafios iminentes, principalmente devido a grande presença de plantas doentes sendo alimentadas pela grande população de pulgões e cigarrinhas de milho, que atuam como vetores do vírus do mosaico e dos enfezamentos vermelho e pálido.

De acordo com dados da Embrapa, o complexo de enfezamento pode causar perdas de produtividade que chegam a até 70% nas lavouras de milho. Além disso, pesquisas do time de fitopatologia da LongPing High-Tech relacionam o mosaico comum do milho com quebramento de plantas e perda de performance. A resposta a essa crise agrícola está no desenvolvimento de materiais tolerantes a essas doenças. Neste contexto, os híbridos MG593 e MG408 da Morgan, marca da gigante de milho e sorgo LongPing High-Tech, estão desempenhando um papel fundamental, e já são reconhecidos pelos agricultores por se destacarem quanto a tolerância às doenças transmitidas por pulgões e cigarrinhas, ajudando os agricultores a manterem a segurança de suas lavouras e a protegerem sua produtividade.

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“O portfólio da Morgan foi desenvolvido com base em um banco de germoplasma de genética superior, utilizando as melhores técnicas de melhoramento de plantas e aplicando o que há de mais moderno em biotecnologia”, destaca Ana Nascimento, gerente de marketing da Morgan.

Devido ao crescimento do complexo de doenças e alto índice de perdas nas lavouras, a marca tem como prioridade, trazer ao mercado o desenvolvimento de híbridos mais tolerantes, que garantem uma melhor performance na presença da doença e ajudam a diminuir a pressão da doença ao longo do tempo visto que haverá uma menor presença de plantas doentes, e assim uma diminuição de inóculo, auxiliando no manejo sustentável ao longo dos anos, permitindo aos agricultores conviverem de maneira melhor com os vetores.

Fonte: RPMA Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Volatilidade do diesel expõe custos ocultos na logística e pressiona gestão de frotas no Brasil

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A instabilidade no preço do petróleo no mercado internacional e seus reflexos diretos sobre o diesel têm ampliado a pressão sobre empresas de transporte e logística em todo o Brasil. Em um setor altamente dependente do combustível, qualquer variação impacta de forma imediata os custos operacionais e a competitividade das operações.

Diesel pode representar até um terço dos custos do transporte

O diesel é um dos principais componentes da estrutura de custos do transporte rodoviário, podendo responder por cerca de um terço das despesas totais de uma operação. Nesse contexto, oscilações de preço são um desafio constante para gestores logísticos.

No entanto, especialistas destacam que o impacto financeiro vai além da variação do mercado. Muitos operadores ainda enfrentam perdas internas relacionadas à falta de controle no abastecimento, o que amplia o efeito da alta dos preços.

Falhas de registro, abastecimentos fora do padrão, inconsistências de medição e desperdícios operacionais são exemplos de problemas que, apesar de muitas vezes não serem percebidos imediatamente, podem gerar prejuízos significativos ao longo do tempo.

Perdas operacionais podem ser maiores que o impacto do preço

Segundo o especialista em operações logísticas Nelson Margarido, diretor operacional da Korth, momentos de alta no diesel acabam evidenciando fragilidades já existentes nas empresas.

“Quando o diesel sobe, a atenção se volta naturalmente para o preço do combustível. Mas esse também é um momento estratégico para analisar se o consumo está alinhado à operação e se existem perdas que podem ser evitadas com mais controle e rastreabilidade”, afirma.

De acordo com ele, muitas dessas perdas não aparecem de forma clara nos indicadores financeiros tradicionais, o que dificulta a identificação de falhas e a adoção de medidas corretivas.

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Falta de controle manual amplia riscos na operação

Em operações que ainda utilizam processos manuais ou sistemas pouco integrados, pequenas divergências entre o volume abastecido e o consumo esperado podem se acumular ao longo do tempo.

Essa falta de visibilidade compromete a gestão eficiente da frota e dificulta a identificação de padrões de desperdício, impactando diretamente a rentabilidade do negócio.

Tecnologia ganha espaço na gestão de abastecimento

Diante desse cenário, cresce a adoção de soluções tecnológicas voltadas ao monitoramento do consumo de combustível e à gestão do abastecimento.

A digitalização dos processos permite o registro e a validação das informações em tempo real, reduzindo erros operacionais e aumentando a confiabilidade dos dados utilizados na tomada de decisão.

Com maior rastreabilidade, empresas conseguem identificar desvios com mais precisão e atuar de forma preventiva na redução de desperdícios.

Combustível passa a ser indicador estratégico da operação

Para especialistas do setor, o combustível deixa de ser apenas uma despesa operacional e passa a ser um indicador estratégico da eficiência da frota.

“O preço do diesel é uma variável externa. Já o controle do abastecimento é um processo interno que pode ser monitorado e aprimorado continuamente. Quanto maior a visibilidade sobre os dados, maior a capacidade de reduzir perdas e aumentar a eficiência”, destaca Margarido.

Eficiência operacional será diferencial competitivo

Em um cenário de custos elevados e margens pressionadas, a eficiência operacional tende a se tornar um dos principais diferenciais competitivos no setor de transporte e logística.

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Empresas que investem em controle, rastreabilidade e análise de dados conseguem transformar informações operacionais em inteligência estratégica, ganhando mais previsibilidade e resistência às oscilações do mercado de combustíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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