AGRONEGÓCIO

Kemin discute o uso de enzimas na alimentação animal e nutrição de precisão

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O evento virtual contará com a participação de dois renomados palestrantes. Everton Krabbe, pesquisador e chefe-geral da Embrapa Suínos e Aves, abordará o tema “ingredientes, seus custos e mercado, quais são as oportunidades e desafios para o nutricionista”. Já Melissa Hannas, professora doutora em Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa, falará sobre o uso de enzimas na nutrição de monogástricos. Ambos compartilharão informações atualizadas e relevantes para os participantes do encontro.

Durante o webinar, também serão apresentadas as novas enzimas da Kemin: Kemzyme™ Protease e Xygest. A inclusão dessas enzimas na dieta animal tem como objetivo aumentar a digestibilidade de diversos nutrientes presentes nos ingredientes das dietas comerciais.

A Kemin é reconhecida internacionalmente por sua expertise em pesquisa e geração de conhecimento. As enzimas desenvolvidas pela empresa passaram por rigorosos testes de campo, comprovando sua eficácia em diferentes dietas e desafios. Experimentos realizados em parceria com renomadas universidades no Brasil mostraram que o uso de Kemzyme™ Protease, por exemplo, permite a redução de até 8% de aminoácidos digestíveis nas dietas de frangos de corte, mantendo os índices zootécnicos, como peso médio e conversão alimentar.

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Gisele Neri, gerente de produtos para monogástricos da Kemin, destaca que a empresa possui controle integral do processo produtivo dos produtos, garantindo qualidade e procedência comprovadas ao longo dos anos.

As inscrições para o webinar vão até o dia 15 de Novembro e acontecem através do site: http://bit.ly/kemzyme. O conteúdo será em potuguês, com tradução simultânea para espanhol. Não perca a oportunidade de se atualizar, inscreva-se.

Fonte: Kemin Industries

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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