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PorkExpo LATAM 2023 promove negócios em Feira Histórica!

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A suinocultura do Brasil chega à parte final do ano com números robustos e prepara ainda mais crescimento para 2024. Exportação pela primeira vez com média mensal de 100 mil toneladas em 2023, num avanço de quase 12% sobre 2022, com 807 mil toneladas em nove meses, e vendas em alta para China, Filipinas, Hong Kong, Chile e México. No ano que vem não será diferente. O rebanho de suínos deve alcançar 44,14 milhões de cabeças, 1% a mais do que em 2023) e a produção deve aumentar em 4,2%, com 5,57 milhões de toneladas. Os embarques internacionais decolam para 1,25 milhão de toneladas e cada brasileiro comendo mais de 21 quilos da proteína.

Para amparar tanta evolução, será fundamental o trabalho das empresas que servem ao segmento com equipamentos inovadores, novas tecnologias, soluções modernas para sustentar a cadeia produtiva aliando pilares fundamentais para a segurança alimentar mundial e a nova sociedade: sustentabilidade, bem-estar animal, eficiência, alta produtividade, qualidade e sabor. E o cardápio vai ser apresentado pelas corporações que compõem a Feira de Negócios da ‘PORKEXPO LATAM 2023 e 11º Congresso Latino Americano de Suinocultura’, que vai debater os rumos da proteína suína nos dias 7, 8 e 9 de novembro, em Foz do Iguaçu (PR), no Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention.

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São quase quarenta empresas de atuação nacional e global, em inúmeras áreas. Marcas que pesquisam diariamente como os criadores podem atingir performance de altíssimo nível; com mais de 35 leitões desmamados por matriz ao ano, ambiente controlado em temperatura, umidade, pressão estática e nível dos gases; gestão ajustada; sistemas de controles acessados remotamente por equipes técnicas e administradores; exigências sanitárias rigorosas; manejo de material genético para o desenvolvimento de linhagens mais produtivas; dietas específicas e nutrição automatizada; treinamento das equipes; infraestrutura; tratamento de efluentes para produção de energia e fertilizantes biológicos, além de equipamentos integrados via softwares inteligentes. E a PorkExpo LATAM ainda vai promover o Prêmio PorkExpo de Startups, valorizando os empreendedores e pesquisadores que investem em núcleos de testes e criação científica para ofertar novas ferramentas às granjas e indústrias.

“A Pork sempre foi palco das principais inovações tecnológicas da suinocultura. Desde 2002. E queremos ser ainda mais ousados neste ano, destacando o amplo leque de ofertas da Indústria à disposição dos suinocultores, notadamente em relação às preocupações mais contemporâneas, como Meio Ambiente e Bem-Estar Animal”, afirma Flavia Roppa, Presidente do evento.

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A ‘PORKEXPO LATAM 2023 e 11º Congresso Latino Americano de Suinocultura’ vai receber criadores, pesquisadores, executivos, professores e estudantes de mais de vinte países, com uma programação revolucionária, com batalha de açougueiros, escolha do melhor corte de carne suína, eleição da melhor linguiça de porco, palestras de porte internacional, congresso das mulheres da suinocultura, momentos de atualização profissional, consolidação das marcas, formação de novas parcerias e novos empreendimentos financeiros e produtivos, além dos diversos espaços gastronômicos para saborear a proteína mais consumida no planeta em frituras, assados, embutidos, cozidos, temperados, curados, etc.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) é patrocinador da PORKEXPO LATAM 2023 & XI Congresso Latino-Americano de Suinocultura.

E os dois eventos tem como parceiros e patrocinadores as empresas AGROZOOTEC, NUTTRIA, KOBRATEC, EXATTA, NUTROMATIC, FAIRTEK, CHP BRASIL, MSCHIPPERS, ZAAMP, RESISTEX, LEROAGRO, ZARDO, IMV, ANIMALNUTRI, ECOFILTRO, SER BRASIL, CLOUDFARMS, BREEDERS, BIOFARMCHECK, AGRONUTRI, MCASSAB, ORDEMILK, FARENZENA, NANOLIKE, GRANJA PERU, VACCINAR, YES, SALMIX, ROBOAGRO, TROUW NUTRITION, PERSTORP, SUINORTE,STA, VITAMIX, CHR HANSEN, AJINOMOTO e GASCO.

Fonte: PORKEXPO LATAM 2023

Fonte: Portal do Agronegócio

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Justiça suspende cobrança de dívida rural e garante fôlego financeiro a pecuarista no Paraná

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Uma decisão liminar do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) suspendeu a cobrança de uma dívida rural de R$ 1 milhão e proibiu a negativação do nome de um pecuarista de Nova Londrina, no noroeste do estado. A medida representa um importante precedente para produtores rurais que enfrentam dificuldades financeiras provocadas por oscilações de mercado e aumento dos custos de produção.

O caso envolve o pecuarista Silvio Peres, diretor do sindicato patronal rural do município, que contratou financiamento para custeio e ampliação da atividade pecuária. A fazenda da família, administrada há três gerações desde o fim da década de 1960, possui cerca de 120 alqueires e trabalha com criação de gado nelore e cruzamento com angus.

Atualmente, a propriedade produz entre 350 e 400 cabeças por ano, com entrega aproximada de 6,4 mil arrobas anuais para uma cooperativa de carnes. O recurso obtido junto à instituição financeira foi utilizado para ampliar o rebanho, adquirir bezerros e aumentar o capital de giro da operação.

Queda da arroba e alta dos custos pressionaram a atividade

Segundo o produtor, o investimento ocorreu em um período de valorização da pecuária, quando havia expectativa de crescimento da rentabilidade e expansão da produção. No entanto, durante o ciclo produtivo, o cenário mudou drasticamente.

De acordo com Peres, houve forte desvalorização da arroba bovina no momento da comercialização dos animais, gerando perdas significativas. “Compramos os animais em um período de valorização e, na hora da venda, o mercado virou. Tivemos uma queda significativa no preço da arroba, com deságio de 30% a 40%, e os custos de produção também subiram”, relatou.

Além da queda nos preços, a propriedade enfrentou impactos climáticos provocados por um período de veranico, que comprometeu as pastagens e obrigou o uso intensivo de suplementação alimentar com ração. O aumento das despesas reduziu as margens da atividade e comprometeu a capacidade de pagamento do financiamento.

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Produtor buscou renegociação antes do vencimento da dívida

Antes do vencimento das parcelas, o pecuarista procurou a instituição financeira para solicitar a prorrogação da dívida rural. Com apoio jurídico, apresentou laudos técnicos, demonstrativos financeiros e um cronograma compatível com a nova realidade econômica da fazenda.

Mesmo com a documentação, o pedido foi negado pelo banco sem análise individualizada da situação da atividade pecuária. A instituição manteve as medidas de cobrança e a possibilidade de restrição de crédito, entendimento inicialmente mantido também pela primeira instância judicial.

No recurso ao Tribunal de Justiça, a defesa argumentou que a crise enfrentada pelo produtor decorre de fatores externos, como volatilidade do mercado pecuário e aumento dos custos operacionais, e não de má gestão da propriedade.

A defesa também sustentou que o Manual de Crédito Rural prevê o alongamento das dívidas em situações de dificuldade temporária, especialmente quando há comprovação técnica da capacidade futura de pagamento.

Tribunal reconhece direito ao alongamento da dívida rural

Ao analisar o caso, o desembargador responsável pela decisão entendeu que os documentos apresentados demonstram uma dificuldade financeira pontual e reconheceu respaldo legal para a prorrogação da dívida.

A decisão menciona a Súmula 298 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo a qual o alongamento da dívida rural não é mera faculdade da instituição financeira, mas um direito do produtor rural quando preenchidos os requisitos legais.

O magistrado também destacou que a negativação de produtores rurais vai além de uma restrição cadastral, afetando diretamente a continuidade da atividade agropecuária.

Segundo a decisão, a limitação ao crédito compromete o acesso a recursos fundamentais para aquisição de insumos, manutenção do rebanho, compra de ração e continuidade da produção.

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Com a liminar, ficou determinada a suspensão imediata da exigibilidade da dívida. O banco também foi impedido de realizar ou manter registros de inadimplência relacionados aos contratos discutidos no processo.

Especialista aponta necessidade de análise individualizada no crédito rural

Para o advogado do pecuarista e especialista em direito do agronegócio, Raphael Condado, o caso evidencia a importância de uma análise mais técnica e individualizada por parte das instituições financeiras.

Segundo ele, o produtor apresentou documentação completa, comprovou a nova capacidade de pagamento e buscou renegociação dentro do prazo contratual.

“O produtor apresentou documentação técnica, demonstrou nova capacidade de pagamento e buscou o banco dentro do prazo. Ainda assim, teve o pedido negado sem uma análise justa. A decisão corrige esse desequilíbrio e garante que a situação seja avaliada com base na efetiva realidade da atividade rural”, afirmou.

O especialista destacou ainda que a própria dinâmica da pecuária exige mecanismos de renegociação em momentos de instabilidade.

“A pecuária trabalha com ciclos longos e está exposta às oscilações de mercado e custos de produção. Quando existe uma dificuldade temporária, o alongamento da dívida é um instrumento previsto justamente para preservar a atividade produtiva”, explicou.

Decisão garante continuidade da atividade pecuária

Para Silvio Peres, a decisão judicial representa uma oportunidade de manter a fazenda em funcionamento e reorganizar financeiramente a atividade.

“Com certeza o resultado no tribunal nos trouxe um fôlego diante da impossibilidade de pagar essa conta. Tentamos negociar com o banco, mas ele apenas queria executar a dívida, mesmo com toda a situação comprovada. Por isso buscamos a Justiça, para conseguir permanecer na atividade”, concluiu o pecuarista.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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