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Semana começa com futuros do milho em alta nas Bolsas

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A segunda-feira (06) começa com os preços futuros do milho operando no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 60,71 e R$ 68,73 por volta das 10h14 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/23 era cotado à R$ 60,71 com ganho de 1,08%, o janeiro/24 valia R$ 64,54 com alta de 1,77%, o março/24 era negociado por R$ 68,73 com elevação de 1,84% e o maio/24 tinha valor de R$ 68,45 com valorização de 2,09%.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu as atividades desta segunda-feira com os preços internacionais do milho futuro operando no campo positivo, com as cotações subindo por volta das 09h44 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/23 era cotado à US$ 4,78 com valorização de 1,25 pontos, o março/24 valia US$ 4,93 com elevação de 1,25 pontos, o maio/24 era negociado por US$ 5,02 com ganho de 1,00 ponto e o julho/24 tinha valor de US$ 5,11 com alta de 1,25 pontos.

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Segundo informações do site internacional Successful Farming, os preços do milho acompanharam as altas da soja na Bolsa de Chicago, devido às preocupações com o tempo seco no Brasil e com os sinais de forte demanda por suprimentos dos Estados Unidos.

“O clima seco nas principais áreas de cultivo do Brasil, o maior exportador mundial de soja, deixou os produtores do país sul-americano preocupados com suas colheitas. As condições nada ideais surgem no momento em que os produtores no Brasil plantam suas safras de soja. Um padrão climático de El Niño reduziu a precipitação no estado de Mato Grosso, maior produtor”, afirmou Tony Dreibus da Successful Farming.

Fonte: Notícias Agrícolas

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mato Grosso bate recorde no esmagamento de soja em maio e exportações de derivados avançam 41,8%

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O estado de Mato Grosso registrou um novo recorde no esmagamento de soja em maio de 2026, consolidando o avanço da agroindústria no principal polo produtor do país. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados na segunda-feira (15).

O volume processado chegou a 1,28 milhão de toneladas, alta de 6,98% em relação a abril e crescimento de 3,22% na comparação com maio de 2025.

O desempenho reforça o fortalecimento da cadeia da soja no estado, especialmente em um cenário de maior demanda por derivados e expansão da indústria de biodiesel.

Demanda por óleo de soja e biodiesel sustenta recorde de processamento

Segundo o Imea, o avanço no esmagamento foi impulsionado pela maior utilização da capacidade instalada das indústrias, além do aumento da demanda externa por óleo de soja e do crescimento do setor de biodiesel.

Esses fatores contribuíram para manter o ritmo elevado de processamento da oleaginosa, consolidando maio como o mês de maior volume já registrado no estado.

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Exportações de derivados de soja sobem 41,8%

O aumento na produção também refletiu diretamente nas exportações. Mato Grosso exportou 21,69 mil toneladas de derivados de soja em maio, volume 41,80% superior ao registrado em abril.

O desempenho foi puxado principalmente pelo óleo de soja, que segue com forte demanda no mercado internacional e no setor energético, especialmente na produção de biodiesel.

Rentabilidade da indústria sofre pressão com custos e preços

Apesar do cenário positivo em volume e exportações, o setor industrial enfrentou pressão sobre as margens de esmagamento ao longo do mês.

De acordo com o Imea, a valorização de 1,18% da soja em grão, somada à queda nos preços dos coprodutos, reduziu a rentabilidade das indústrias processadoras.

Como resultado, a margem bruta de esmagamento recuou 7,82% na comparação mensal, encerrando maio com média de R$ 639,84 por tonelada processada.

Setor segue forte, mas com atenção à rentabilidade

O recorde no processamento reforça a importância de Mato Grosso na agroindústria da soja, enquanto o crescimento das exportações de derivados evidencia a competitividade do estado no mercado internacional.

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Por outro lado, a queda na margem industrial indica um cenário de maior pressão de custos, que deve seguir no radar do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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