Tribunal de Justiça de MT

Graciema Caravellas e Sebastião Almeida são eleitos novos desembargadores do TJMT

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O Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso escolheu, por unanimidade, a juíza Graciema Ribeiro de Caravellas e o juiz Sebastião de Arruda Almeida para as vagas de desembargadores, providas pelos critérios de antiguidade. A sessão administrativa ocorreu na tarde desta quinta-feira (26 de outubro).
 
As votações atendem aos Editais n° 116/20023 e 120/2023, referentes aos concursos de acesso à vaga ao cargo de desembargador reservada à magistratura de carreira, pelo critério de antiguidade.
 
Solenidade – A posse da desembargadora eleita, Graciema Ribeiro de Caravellas, ocorrerá nesta sexta-feira (27 de outubro), às 10h, no Plenário 1 do Tribunal de Justiça, em Cuiabá.
 
Presente na sessão do Tribunal Pleno em que foi eleita, a desembargadora Graciema Caravellas conta que lhe faltam palavras para definir o que está sentindo.
 
“Recebo esse momento com uma satisfação indescritível. É uma conquista há muito tempo esperada, almejada e que agora é o momento que Deus entendeu que eu seja merecedora. Estou satisfeitíssima. É um momento de alegria para mim e minha família. Só posso agradecer aos desembargadores por essa deferência por votarem à unanimidade para o meu acesso ao TJ”, afirmou a magistrada.
 
A data da posse do desembargador eleito Sebastião de Almeida ainda será definida.
 
Ao todo são sete vagas para desembargadores do TJMT, quatro vagas reservadas para magistratura, pelo critério de merecimento e mais uma que será provida pelo critério de antiguidade.
 
A partir de agora o TJMT passa a ter 11 mulheres em sua composição como desembargadoras totalizando 32 magistrados.
 
Também foram analisadas durante a sessão as inscrições referentes aos editais de merecimento e antiguidade.
 
Biografias
 
Graciema Ribeiro de Caravellas – Nascida em 11 de janeiro de 1949, em Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais. Viúva, Graciema Ribeiro de Caravellas tomou posse como juíza substituta em 04 de dezembro de 1986, na Comarca de Pontes e Lacerda, sendo nomeada ao cargo de Juíza de Direito em 16 de janeiro de 1994. Atualmente integra a Câmara Temporária de Direito Público e Coletivo, tendo atuado também nas Comarcas de Rondonópolis, Pedra Preta, Diamantino e Cuiabá. Na Capital, desempenhou a função de juíza titular da Vara Especializada da Infância e Juventude, titular da Primeira Vara Cível de Cuiabá, e da Segunda, Terceira, Quinta, Sexta, Sétima e Oitava Varas Criminais.
 
Sebastião de Arruda Almeida – Com 61 anos, nascido em Cuiabá, Estado de Mato Grosso. Casado, pai de dois filhos e avô de dois netos. Com Pós Graduação em Direito Eleitoral, Sebastião de Arruda Almeida ingressou na Magistratura em janeiro de 1992. Atualmente exerce a presidência das Turmas Recursais do Estado de Mato Grosso e Membro da Comissão de Jurisprudência do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais. Atuou nas Comarcas de Alta Floresta, Colíder, Peixoto de Azevedo, Araputanga, Mirassol D’Oeste e Tangará da Serra. Tendo exercido a função de Juiz-Diretor dos Fóruns das Comarcas de Colíder, Mirassol D´Oeste, Tangará da Serra e Diamantino, e sido responsável pela instalação da Comarca de Araputanga, no ano de 1992. Ocupou as funções de juiz auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, juiz membro do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais de Mato Grosso, tendo sido o juiz idealizador do Projeto das “Turmas Recursais Temporárias”, desenvolvido em 2015. Na área eleitoral, ocupou as funções de juiz das Zonas Eleitorais (ZEs) de Araputanga, Mirassol D´Oeste, Tangará da Serra, Diamantino e Cuiabá. Assumiu em agosto de 2021, a função de juiz membro substituto do Tribunal Regional Eleitoral, e juiz coordenador da Propaganda Eleitoral de Mato Grosso nas Eleições do Ano de 2022.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens. Foto 1: Imagem horizontal em ângulo aberto do Plenário 1 do TJMT onde aparecem as bancadas dos desembargadores e em primeiro plano as poltronas pretas do local. Ao centro a bancada onde estão a presidente Clarice Claudino e atrás, as bandeiras do Brasil e de Mato Grosso. Foto 2: Imagem horizontal colorida em ângulo fechado da juíza Graciema Caravellas. Ela está sentada em uma das poltronas do Plenário 1 durante a sessão administrativa do Tribunal Pleno. Ela está sorrindo. É uma mulher branca, de cabelos curtos loiros. Usa uma blusa azul, um blaser na cor bege.
 
Dani Cunha/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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