Será, nesta quarta-feira (04), a maior edição do Bazar da Assembleia Social, bazar solidário já tradicional em Cuiabá, realizado pela Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da ALMT (Assembleia Social), desta vez, com vendas destinadas para três instituições filantrópicas: Obras Sociais Anjo Gabriel, Associação Pestalozzi de Cuiabá e Obras Sociais Seara de Luz.
O evento é aberto ao público às 9 horas e ocorre no foyer do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros (anexo à ALMT), com entrada exclusiva pela porta principal do espaço cultural.
Estarão à venda quase 15 mil peças, entre roupas, calçados, acessórios, brinquedos e artigos de decoração, a preços entre R$ 2,00 e R$ 150,00. A proposta é incentivar o reuso, o consumo consciente e a solidariedade. “Chegamos à 25ª edição, entre bazares presenciais, brechós, vendas on-line. E estamos muito animados, pois tanta gente abraçou a causa para fazer acontecer, especialmente a primeira-dama da Casa, dona Sônia Botelho. Convidamos todo mundo para comprar no dia, porque, posso garantir, vale a pena!”, convida a superintendente da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira, destacando que as peças estão em excelente qualidade.
A primeira-dama da ALMT, Sônia Meira Botelho, sempre foi madrinha dos bazares da Assembleia Social e, desta vez, buscou novas parcerias. “Chegamos a um ponto de arrecadação, que acredito que podemos ajudar mais. Aí eu falei: ‘Vamos ajudar três instituições?’. Mas para atender, precisamos de muitas doações. É uma rede que está crescendo e o abraço está só aumentando”, comentou.
O bazar será exclusivamente presencial, ocupará os acessos do Teatro Zulmira Canavarros e fica aberto enquanto houver estoque. Haverá vendas em dinheiro, em pix e em cartões de débito ou crédito, cabendo parcelamento. É importante destacar que toda arrecadação vai diretamente para as instituições atendidas.
Dúvidas, pelo telefone (65) 3313-6994, entre 7h e 17h, de segunda a sexta-feira.
Guarda-Roupa Solidário
As peças sem condições de venda, mas em condições de uso, são separadas para um subprojeto: o Guarda-Roupa Solidário.
Após a separação e atendendo a demandas, as arrecadações são repassadas a bairros vulneráveis, para que os próprios cidadãos possam escolher as peças para seu uso.
Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.
Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.
Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.
Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.
De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.
Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.
Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.
Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.
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