Um dos envolvidos no homicídio cometido contra Jusselia Aparecida dos Santos, em fevereiro deste ano, no Distrito de Progresso, região do município de Tangará da Serra, foi preso pela Polícia Civil, na manhã deste sábado (16.09).
A ação foi realizada pela equipe da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra, em cumprimento ao mandado de prisão preventiva decretado em desfavor do suspeito de 28 anos.
Com extensa ficha criminal, o homem havia sido preso por tráfico de drogas e associação para o tráfico, porém recentemente foi colocado em liberdade.
Com a ordem judicial em aberto, ele foi localizado pelos policiais civis, em uma fábrica de barcos. Em cumprimento à prisão, o preso foi conduzido para as providências cabíveis e colocado à disposição da Justiça.
O crime
O corpo da vítima de 51 anos foi encontrado por populares no interior de um bar, no Distrito de Progresso. Jusselia Aparecida dos Santos foi morta por golpes de faca.
Conforme investigação, ela foi encurralada em seu próprio comércio, sendo julgada e sentenciada à morte por uma organização criminosa e assassinada de forma cruel.
Os autores ainda gravaram um vídeo da vítima com várias perfurações. Além do suspeito de 28 anos, um menor foi apreendido pela participação. O infrator foi apreendido e encaminhado para o Sistema Socioeducativo.
A vítima era bastante conhecida, pois era proprietário do bar onde residia. O seu assassinato causou grande comoção na região do Distrito de Progresso.
A Polícia Civil passou a apurar o crime, e as investigações resultaram na identificação dos responsáveis e na prisão do indivíduo de 28 anos, considerado um dos líderes da facção criminosa instalada no Distrito de Progresso.
A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (27.5), três ordens judiciais tendo como alvo uma advogada, investigada por envolvimento em um suposto esquema de ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis.
As ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão na residência e escritória da advogada e um de quebra de dados telefônicos e telemáticos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.
As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Campo Novo do Parecis e os mandados foram cumpridos na cidade de Sapezal, com apoio da equipe de policiais da Delegacia do município.
Para garantir a legalidade e a regularidade dos atos, a Polícia Civil solicitou o acompanhamento de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) durante o cumprimento das medidas.
O inquérito policial para apuração dos fatos foi instaurado após registro de ocorrência no início deste ano, do ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis. Na ocasião, durante procedimento de revista promovido por policiais penais, foram localizados uma porção de maconha e dois carregadores de telefone celular em posse de um reeducando.
O material ilícito foi encontrado com o reeducando logo após atendimento jurídico realizado pela advogada, residente na cidade de Sapezal, levantando a suspeita de, supostamente, os produtos terem sido entregues por ela durante a visita.
Com base nas informações reunidas durante as diligências investigativas, foi representado pelas ordens judiciais contra a advogada, que foram deferidas pelo Poder Judiciário. As buscas foram realizadas no escritório profissional e na residência da investigada, localizados em Sapezal. Durante as diligências, foram apreendidos um aparelho celular, um notebook e dispositivos de armazenamento digital.
As investigações seguem em andamento para completa apuração dos fatos.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.