Mato Grosso

“Mato Grosso é exemplo de bons resultados na regularização fundiária”, afirma presidente do Instituto de Terras do Pará

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A gestão do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) foi reconhecida como um exemplo nacional na área de regularização fundiária, durante o 25° Fórum de Governadores da Amazônia Legal, na tarde desta quarta-feira (14.06), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. A reunião contou a presença de presidentes e representantes da regularização fundiária do Amapá, Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Tocantins, Roraima, Pará e Rondônia.

“O Intermat mostrou que é possível fazer regularização fundiária, mas que para isso é necessário ter uma boa estrutura. A gente observa que houve a necessidade de investimento em estrutura e parcerias para alcançar os bons resultados. É aí que está o grande diferencial que fez com que Mato Grosso realmente chegasse em um número de áreas regularizadas tão significativos. O grande exemplo que temos a partir disso é que não conseguimos fazer uma prestação de serviço público tão importante se não tivermos primeiro um investimento e uma estratégia de atuação para fazer a entrega dos títulos”, afirmou o presidente do Instituto de Terras do Pará (Interpa), Bruno Ramos.

O encontro desta quarta-feira teve como principais objetivos a troca de experiências de gestão entre os Institutos de Terras, e a apresentação de demandas dos estados para fortalecer e impulsionar as ações de regularização fundiária.

“Esse Fórum busca o fortalecimento para que, por meio do consórcio, consigamos alavancar em todos os estados essa política pública tão importante, por meio de estruturação, ações em conjunto e diálogos. Assim, podemos fazer com que a regularização fundiária possa ser mais integrada e eficiente na nossa região”, acrescentou o presidente do Interpa.

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Presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Gabriela Câmara também elogiou a gestão do Intermat e destacou que a troca de experiências é muito importante para o crescimento das instituições.

“Estar aqui hoje para nós, do Acre, é muito importante porque nossa regularização é nova. Ao ouvirmos experiências, principalmente do presidente do Intermat, Francisco Serafim, podemos fazer um planejamento adequado para levar novos sistemas ao Instituto do Acre. É um privilégio estar aqui”, afirmou a presidente do Iteracre.

Segundo o presidente do Intermat, Francisco Serafim, esse encontro é essencial para que a instituição entenda o que está dando certo em outros estados e para mostrar o que o Governo de Mato Grosso tem feito desde 2019.

“O Intermat regularizou mais de 401 mil hectares de terra em todo o Estado. Isso é fruto dos investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso, que permitem a entrega de títulos para cidadãos mato-grossenses de forma totalmente gratuita, com registro em cartório”, explicou Serafim.

Também estiveram na reunião os presidentes do Instituto de Terras do Maranhão, Anderson Ferreira, do Tocantins, Robson Lima, e do Amapá, Reneval Junior; o superintendente de Patrimônio e Regularização Fundiária de Rondônia, David Inácio; diretor de Governança Fundiária de Roraima, Ytalo Lima; e, de forma virtual, a secretária adjunta de Gestão do Patrimônio da União, Caroline Stuchi, e o secretário de Governança Fundiária do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Moisés Savian.

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Programação
O 25° Fórum de Governadores teve início nesta quarta-feira. Além da reunião dos presidentes dos Institutos de Terras, também foram realizados um encontro dos representantes do Conselho Administrativo e outra reunião dos secretários de Agricultura.

Na quinta-feira (15) serão realizadas, pela manhã, uma oficina técnica sobre compras compartilhadas da Saúde e Segurança Pública, e a reunião das câmaras setoriais de meio ambiente, agricultura, segurança pública e dos Institutos de Terra. Já das 14h às 16h ocorrem as oficinas de contribuições para a Carta da Amazônia, e a continuação da reunião das câmaras setoriais iniciada pela manhã.

Já no último dia (16), pela manhã, os governadores se reúnem na Assembleia Geral para tratar sobre os eventos da agenda Pan-Amazônia e validam a Carta de Cuiabá, com o posicionamento sobre a Cúpula da Amazônia.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

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Influência externa

As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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