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Comarcas promovem campanha “Adotar é Amor” em Mato Grosso

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Diversas comarcas de Mato Grosso aderiram à campanha “Adotar é Amor”, do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) em comemoração ao Dia Nacional da Adoção, celebrado em 25 de maio. O objetivo da ação é mobilizar uma grande rede para falar sobre o tema, contar experiências e incentivar esse ato que pode mudar a vida de muitas famílias.
 
Em Cuiabá, no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, servidores da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-MT) vestiram a camisa da campanha e posaram para foto no saguão da entrada principal. Entre os participantes, os servidores da Comissão Judiciária da Adoção (CEJA-MT). Na oportunidade também foi lançado o perfil da Comissão no Instagram (@cejatjmt).
 
Em Sapezal, magistrado e servidores posaram em frente ao Fórum usando a camiseta da campanha. O gestor-geral da Comarca, Remilson Fábio de Moraes, destacou que todos os servidores aderiram à causa. Em Sinop, foi realizado um encontro com os pretendentes à adoção e equipe da rede de proteção da criança e do adolescente na sede OAB em parceria com o Poder Judiciário e Ministério Público.
 
Já em Tabaporã, além da foto oficial com a camiseta da campanha, o Fórum preparou um material para divulgação junto aos grupos de Whatsapp da cidade com a colaboração dos servidores, credenciados e magistrados. “Após a divulgação do material algumas pessoas entram em contato para saber mais sobre o assunto, oportunidade em que as dúvidas foram esclarecidas”, explicou a gestora-geral Etienne Regina. Em São José do Rio Claro os servidores também elegeram a data para literalmente vestir a camisa e registraram o momento em frente ao Fórum Raul Bezerra.
 
“Esse é um momento único em que incentivamos e falamos sobre a adoção. Uma ação que reverbera em outros municípios, até mesmo os mais distantes. E eu fico feliz que nossos colegas tenham aderido ao nosso chamado”, disse a secretária-geral da Ceja, Elaine Zorgetti.
 
Em Nova Bandeirantes será realizado no próximo dia 31, às 19h, na Câmara de Vereadores, o 1º Seminário Adotar é Legal. Um evento da Vara Única da Infância e Juventude da Comarca do Fórum de Nova Monte Verde em parceria com a prefeitura municipal de Nova Bandeirantes.
 
A juíza auxiliar da CGJ-MT, Christiane da Costa Marques Neves, responsável pelos assuntos relacionados à adoção, agradeceu o engajamento de todos. “Fico bastante emocionada e agradecida ao ver todas essas demonstrações de apoio a uma causa tão nobre. Certamente estamos aquecendo o coração de muitas famílias e direcionando informações para novas famílias sejam formadas”, destacou.
 
Também na data de ontem foi realizado um twittaço #AdotarÉAmor. Com esta hashtag tribunais, órgãos públicos, entidades da sociedade civil, personalidades e todos os interessados no tema podem participar da campanha e tornar a adoção o tema mais comentado do dia no Twitter.
 
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Conforme o CNJ os tribunais de todo o país participaram da mobilização que também contou com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania; do Ministério da Justiça; da Organização Internacional para as Migrações (OIM), que faz parte do Sistema das Nações Unidas (ONU); da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (Angaad); e do Instituto Fazendo História (IFH), entre outros.
 
A campanha #AdotarÉAmor foi criada pelo CNJ em 2017 e já contou com a participação de personalidades, times de futebol, ativistas e autoridades.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Fotos coloridas. Foto 1: Servidores do TJMT com a camiseta da campanha. Foto 2: Servidores em frente ao Fórum de São José do Rio Claro. Foto 3: Servidores de Sapezal também registraram o momento em frente ao Fórum. Foto 4. Reunião na OAB em parceria com o Judiciário sobre o tema adotar. Foto 5. Servidores de Tabaporã posam em frente ao Fórum.
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação CGJ-MT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Ações do TJMT ajudam população em situação de rua a reconstruir caminhos

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Dois homens sentados em uma mureta baixa diante de banner roxo com a frase "Atendimento Aqui" e "Acesso à Justiça para Pessoas em Situação de Rua". Um cachorro dorme na grama ao lado.“O combate à invisibilidade passa por reconhecer essas pessoas vulneráveis como sujeitos de direitos, não apenas como casos sociais”. A fala é do juiz Wanderlei José dos Reis, coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Rondonópolis, e retrata uma realidade enfrentada pela população em situação de rua em todo o país.
Em meio à correria das cidades, essas pessoas acabam passando despercebidas pela sociedade, mesmo que estejam em busca de dignidade. Em Mato Grosso, no entanto, esse cenário tem sido enfrentado com atuação ativa do Poder Judiciário.
Continuamente, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) desenvolve ações para garantir que essas pessoas sejam vistas não apenas pelas vulnerabilidades, mas como cidadãos com direitos assegurados pela Constituição Federal.
Homem de óculos e camiseta branca com logo "Pop Rua Jud" dá entrevista. Um microfone da TV Justiça e um celular estão posicionados à frente dele para a gravação.A proposta do TJMT vai além do atendimento jurídico tradicional, construindo possibilidades de recomeço a partir da recuperação de documentos, acesso a serviços públicos e benefícios sociais, emprego e outras iniciativas de acolhimento. Para o juiz Wanderlei José dos Reis, levar o aparato da Justiça até essa população é fundamental para o enfrentamento dessas barreiras.
“O modelo tradicional de Justiça não alcança essas pessoas, por isso temos a Resolução CNJ n.º 425/2021, que estabeleceu mais uma política pública judiciária, instituindo que o Judiciário deve ser proativo. Ao caminharmos ao encontro delas, concretizamos o princípio do acesso universal à Justiça e densificamos o princípio da dignidade humana, ambos previstos na Constituição”, avalia o magistrado.
Wanderlei Reis, que é titular da 2ª Vara de Família e Sucessões de Rondonópolis e coordenador do PopRuaJud, explica ainda que, por meio de mutirões de cidadania e projetos itinerantes, o Judiciário leva atendimento até os locais onde essas pessoas estão. O objetivo é oferecer orientação, acolhimento e assegurar direitos básicos.
Mulher em guichê de atendimento conversa com homem sentado à sua frente. Entre eles, um computador mostra o sistema. O ambiente é amplo e sugere uma ação de serviços públicos.O magistrado relata que as demandas apresentadas são diversas. Há busca por documentos civis, atendimento de saúde, benefícios assistenciais, trabalhistas e até auxílio em questões familiares. Existem ainda casos envolvendo violência, discriminação e violação de direitos. Segundo Wanderlei Reis, o trabalho engajado do TJMT também cria uma relação de confiança entre a instituição e essa população.
“Nossas ações envolvem parcerias com órgãos de assistência social, Defensoria Pública e outras entidades que nos ajudam a proporcionar um atendimento diversificado, humanizado e simplificado. Dessa forma, conseguimos oferecer suporte completo, permitindo que essas pessoas encontrem caminhos para retomar a própria autonomia”, pontua o juiz coordenador.
*A expressão “casos sociais” costuma ser usada para tratar pessoas vulneráveis apenas como um problema assistencial, alguém que depende de ajuda ou caridade, sem enxergar sua individualidade, cidadania e direitos garantidos por lei.

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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