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Brasília: Desembargadora Maria Aparecida e representantes do TRE-MT marcam presença no 81º Encontro do COPTREL

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Debater os principais desafios das Eleições 2024, as ações que precisam ser iniciadas ainda neste ano, manter a eficiência e confiabilidade da Justiça Eleitoral. Esses foram alguns dos objetivos do 81º Encontro do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (COPTREL), realizado em Brasília, nesta quinta e sexta-feira (18 e 19.05). O evento reúne autoridades da Justiça Eleitoral de todo o país e contou com a presença da desembargadora Maria Aparecida, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), do juiz auxiliar da presidência do TRE-MT, Aristeu Dias Batista Vilella, do diretor-geral do TRE-MT, Mauro Diogo e da assessora da presidência, Cristiane Manzano Manoel.

“É uma honra participar deste importante encontro. Nossos esforços estão voltados para garantir eleições justas e transparentes, promovendo a democracia e a cidadania em nosso Estado. Acompanhamos como a tecnologia está sendo aplicada nos Regionais para ajudar na correta tomada de decisões, em tornar a Justiça Eleitoral ainda mais rápida, segura e garantidora do direito do voto a toda a população”, destacou a desembargadora Maria Aparecida.

Para o juiz auxiliar da presidência do TRE-MT, Aristeu Dias Batista Vilella, o uso das inteligências artificiais é um caminho sem volta. “Estamos vivendo uma transformação social, onde a capacidade produtiva intelectual do ser humano tem sido expandida. O volume de entregas de cada servidor público pode e deve acompanhar essa mudança. Neste encontro, debatemos como colocar em prática toda essa tecnologia em benefício da população, do eleitor de nosso Estado, da economia e da melhor utilização dos recursos públicos”.

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Outro ponto de destaque durante o evento foi o estudo sobre as mudanças legislativas envolvendo as contratações e aquisições feitas pelo poder público. “É fundamental ressaltar a importância da recente mudança na legislação de licitações no Brasil. A antiga Lei nº 8.666/93 trouxe inúmeros desafios ao processo licitatório, muitas vezes resultando em burocracia excessiva e atrasos nos projetos públicos. No entanto, com a promulgação da Lei nº 14.133/21, vislumbramos uma nova era para as licitações”.

Para o diretor-geral do TER-MT, Mauro Diogo, a Lei nº 14.133/21 representa um avanço significativo, trazendo modernização, agilidade e transparência ao sistema de compras governamentais. “Ela promove uma série de alterações que visam simplificar os procedimentos licitatórios, estimular a competitividade e garantir maior eficiência na aplicação dos recursos públicos. A transição para a nova legislação requer um esforço conjunto dos órgãos e entidades envolvidos, bem como uma adaptação às novas regras e processos. No TRE-MT, estamos comprometidos em implementar as mudanças necessárias para aproveitar ao máximo os benefícios trazidos pela Lei. Já realizamos uma série de capacitações para nossos servidores nesse sentido. Nossa expectativa é ter mais agilidade na contratação de serviços e obras, maior participação de empresas de todos os portes e fortalecimento da transparência”.

Comunicação

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Paralelamente à reunião dos presidentes e diretores de TREs, foi realizado o encontro de assessores de comunicação da Justiça Eleitoral. O evento começou com uma roda de conversa sobre “a relação da imprensa com a Justiça Eleitoral em tempos de eleições”, contando com a participação dos renomados jornalistas Diego Amorim, da Rádio Nova Brasil, Isadora Teixeira, do Portal Metrópoles, e Ana Maria Campos, do Correio Braziliense.

Durante a troca de experiências, decidiu-se pela construção de uma capacitação nacional em comunicação para os servidores da Justiça Eleitoral, desenvolvida de maneira conjunta pelas assessorias de comunicação e coordenada pelo TSE. O objetivo é fornecer mais recursos para os servidores, principalmente no interior do Estado, atender à imprensa e levar informações com qualidade para a população.

O COPTREL, fundado em 1995, tem como objetivo discutir e buscar soluções para questões pertinentes à Justiça Eleitoral e ao fortalecimento da democracia no Brasil.

Daniel Dino – direto de Brasília
Assessoria TRE-MT

1/ Galeria de imagens

#PraTodosVerem: Conjunto composto por uma imagem da logo do COPTREL acima nas cores azul, branca e amarela. Abaixo duas fotos, sendo uma delas a foto oficial de todos os presidentes dos TREs do país e e outra foto a abertura do evento no plenário, demonstrando a mesa de honra e os convidados sentados acompanhando a solenidade de abertura. 

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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