Mato Grosso

MT ganha 1.728 novas empresas no primeiro trimestre de 2023

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O número de empresas abertas no primeiro trimestre de 2023 supera em 8% a quantidade de novos empreendimentos registrados de janeiro a março de 2022 na Junta Comercial do Estado (Jucemat). Foram 790 Microempreendedores Individuais (MEIs) e 938 empresas de pequeno a grande porte.

Os dados só reafirmam que Mato Grosso está com a economia em alta, em parte disso, incentivado pelo próprio Governo do Estado com desburocratização de incentivos fiscais, créditos aos empreendedores via Desenvolve MT e MT Garante, além de um cenário que favorece mais investimentos no Estado.

Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o saldo de empregos formais de Mato Grosso no primeiro bimestre de 2023 foi de 19.478 postos de trabalho formais, ou seja, aqueles com carteira assinada. Foram 108.731 contratações contra 89.253 demissões entre janeiro e fevereiro.

Este é o melhor resultado proporcional do Brasil. Enquanto Mato Grosso teve resultado de 2,34% maior em relação ao mesmo período do ano anterior, a média nacional foi de 0,77%.

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“Nós estamos vivendo uma situação de emprego para a população, investimentos por parte do setor privado incentivado em muito pelas políticas públicas costuradas pela gestão Mauro Mendes e, como diz o vice-governador Otaviano Pivetta, uma política de ‘fazimento’. Os dados da Jucemat e do Caged apontam o resultado de anos de trabalho e o rumo que o Estado vai seguir”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

Além disso, o secretário destaca que obras estruturais tocadas pelo Governo como a construção de novos hospitais, pavimentação e restauração de rodovias, escolas públicas, entre outros setores como turismo, habitação, geraram milhares de empregos em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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