Mato Grosso

Policiais penais apreendem menor com droga sintética e recapturam foragida da Justiça em Rondonópolis

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Policiais penais do Corpo da Guarda da Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa (Mata Grande), em Rondonópolis (218 km ao Sul de Cuiabá), apreenderam um adolescente com nove pacotes contendo substância química sintética e capturaram uma mulher com mandado de prisão em aberto durante procedimento de revista realizado na tarde de domingo (02.04).

De acordo com informações da Equipe de Segurança do Plantão C da unidade, a substância ilícita foi encontrada com um adolescente de 17 anos, que, acompanhado da mãe, foi visitar o irmão, preso na unidade. Eles passavam por revista no scanner corporal quando os policiais visualizaram algo estranho no corpo do rapaz. Nesse momento, foi realizada uma inspeção manual, que foi acompanhada pela genitora do suspeito.

Durante a revista, dois bonés, duas camisetas e nove pacotes de papel contendo um material não identificado, aparentando ser substancia química sintética, foram encontrados enrolados na perna do menor.

Ainda no domingo, os policiais da Mata Grande recapturaram uma mulher, de 31 anos, com mandado de prisão em aberto. Ela também tentava visitar um recuperando na unidade prisional.

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Antes da entrada da visitante, foi feita checagem via Sistema de Gestão Penitenciária (Sigepen) sendo constatado que a mesma tinha um mandado de prisão em aberto pela Vara de Execuções Penais de Porto Velho (RO). A ordem de prisão também constava no Banco Nacional de Monitoramento Prisões (BNMP).

A mulher e o menor foram encaminhados para a 1ª Delegacia de Polícia do município para as providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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OAB - MT

Gisela Cardoso cobra investigação

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Foto da Notícia: Gisela Cardoso cobra investigação 'a fundo' sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.
A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.
“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.
Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.
Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Foto: Tatiane Nunes
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
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Fonte: OAB – MT

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