Mato Grosso

PM prende homem por sequestro e liberta dupla que seria julgada pelo “tribunal do crime” de uma facção

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A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu um homem, de 23 anos, por sequestro e lesão corporal, na noite deste domingo (30.11), em Sorriso. Na ação, os policiais libertaram dois homens, de 21 e 39 anos, que seriam alvos de um “tribunal do crime” de uma facção criminosa.

A equipe policial foi acionada por uma testemunha que relatou que seus funcionários foram sequestrados por quatro membros de uma facção criminosa, durante uma festa no Centro de Tradições Nordestinas da cidade.

Os policiais, que já estavam realizando um patrulhamento na região, se deslocaram até o endereço e encontraram as vítimas, que conseguiram fugir do local em um momento de distração dos faccionados.

Aos policiais militares, os homens relataram que seriam alvo de um “salve” e que, durante o sequestro, tiveram as mãos amarradas e foram ameaçados com uma arma de fogo. Segundo eles, os suspeitos ainda transmitiam toda a ação por videochamada ao líder da facção.

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Ainda no local, a PM flagrou um suspeito que fugiu para o interior de uma residência ao ver a viatura. A equipe localizou o homem que foi reconhecido pelas vítimas. Questionado sobre o crime, ele afirmou que apenas cumpria ordens da facção e que o líder do grupo está preso na cidade de Sinop.

Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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OAB - MT

Gisela Cardoso cobra investigação

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Foto da Notícia: Gisela Cardoso cobra investigação 'a fundo' sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.
A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.
“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.
Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.
Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Foto: Tatiane Nunes
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
Instagram @oabmatogrosso

Fonte: OAB – MT

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