Várzea Grande

Visita técnica reforça apoio da gestão municipal à agricultura familiar

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Com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar e valorizar o trabalho dos pequenos produtores, técnicos da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) e da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) realizam periodicamente visitas técnicas a comunidades rurais do município.

Entre os produtores visitados está Gabriel João Leonel do Sadia I, participante do projeto Quintais Produtivos, que cultiva rúcula, cebolinha, coentro, mamão, tomate e mantém uma granja com ovos caipiras. Também recebeu a equipe o agricultor Valdeon, também do Sadia I, que se destaca pelo cultivo de mandioca com irrigação por gotejamento, parreiral de maracujá, abobrinha e jiló no sistema mulching — técnica que cobre o solo com filme plástico para conservar a umidade, controlar plantas invasoras e proteger os frutos. Além disso, cultiva banana terra anã e utiliza como substrato a cinza da palha de arroz, recurso natural que melhora a fertilidade do solo e a produtividade.

O coordenador de Desenvolvimento Rural, Leandro Luiz da Silva, destaca que o acompanhamento técnico é essencial para ampliar resultados. “O trabalho desses agricultores mostra que, com técnicas adequadas e apoio contínuo, é possível aumentar a produtividade, preservar o solo e garantir alimentos de qualidade para a população. Estamos aqui para orientar e ajudar a expandir esses resultados”, afirmou.

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O projeto Quintais Produtivos transforma quintais em áreas produtivas, oferecendo capacitação em produção agroecológica, gestão financeira, marketing e vendas; fornecendo insumos e ferramentas; e criando uma rede de apoio que conecta produtores a mercados e programas de incentivo. Além de gerar renda, promove a segurança alimentar e valoriza o papel das famílias no campo.

O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, ressalta o compromisso da gestão municipal. “A prefeita Flávia Moretti e o vice Tião da Zaeli têm um olhar atento para o pequeno produtor, oferecendo assistência técnica e incentivo a projetos que fortalecem a economia rural e melhoram a vida das famílias”, enfatizou.

Ainda segundo Amorim, as visitas técnicas continuarão em diferentes regiões de Várzea Grande, com foco no diagnóstico das propriedades, modernização das práticas agrícolas e fortalecimento da agricultura familiar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Escola Municipal ensina matemática com uso de jogos e brincadeiras

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O uso de jogos didáticos no ambiente escolar tem se mostrado uma ferramenta poderosa para transformar o aprendizado de disciplinas exatas. A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Irenice Godoy de Campos Silva, decidiu adotar o jogo Batalha Naval da Multiplicação como projeto pedagógico para o ensino da matemática.

A atividade, que inicialmente parecia apenas uma brincadeira, tem se mostrado um recurso extremamente eficiente para desmistificar a matéria e prender a atenção dos alunos.

“Por ser uma atividade diferenciada os alunos acabam tendo um interesse maior pela disciplina, eles aproveitam mais as aulas quando a professora leva jogos para inserir no aprendizado, dentro ou fora da sala de aula”, explicou a articuladora Juliana Catelli Loura.

A profissional destacou que a dinâmica do jogo batalha naval foi realizada pela professora da oficina de matemática, Osvaldina Maria de Souza Assunção para os alunos do 4º e 5º anos, que participam do projeto Escola em Tempo Ampliado (ETA).

“Alguns alunos têm dificuldade em trabalhar com os números, porém percebemos que ao aplicar jogos de raciocínio e brincadeiras eles acabam fixando os conceitos e aprendendo a matéria de forma lúdica. E a professora reconhece essa evolução. Os alunos passaram a ter mais motivação e engajamento durante as aulas de matemática”, destacou.

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DESAFIO: Ao jogar a batalha naval da multiplicação o aluno não está apenas calculando o resultado de uma operação, ele está prevendo as jogadas do colega, mapeando possibilidades e tomando decisões com base em hipóteses matemáticas. Esse processo retira o peso da obrigatoriedade do erro e do acerto imediato.

Na brincadeira, o erro faz parte da estratégia e funciona como um convite para refazer a conta e tentar novamente. Como resultado, os estudantes aprofundam-se na matemática de maneira mais leve. Ao aprender por meio do lúdico, as crianças assimilam noções de paciência, resiliência diante das derrotas e respeito às regras.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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