Várzea Grande

Turismo gastronômico de Várzea Grande conquista paladares e valoriza tradição

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Segundo maior município de Mato Grosso reforça posição única, estratégica e saborosa, dentro do trade

Além de cultura, dança e artesanato, a FIT Pantanal 2025 também enche os olhos — e principalmente os paladares — dos visitantes. E neste cenário saboroso, Várzea Grande vem se destacando ao apresentar o que tem de melhor na sua culinária tradicional, levando à feira internacional o turismo gastronômico como estratégia de promoção e valorização cultural.

Em parceria com empreendedores do setor turístico e gastronômico local, a Prefeitura de Várzea Grande marca presença com pratos típicos das tradicionais peixarias do distrito de Bonsucesso. Em destaque, a iguaria que vem arrancando elogios: pacu seco com arroz, pirão e farofa de banana, preparado pelas peixarias 4R e Tarumã. E quem passa pelo estande pode degustar antes de comprar — uma prévia que tem se transformado em experiência irresistível para quem prova.

“Sensacional, recomendo. Os visitantes podem vir sem medo, que não tem erro. É muito gostoso”, exclamou Paulo Pinheiro, que veio de Belém do Pará e não resistiu ao sabor do prato.

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Já Maximino Francisco dos Santos, de Araguaiana (próximo a Barra do Garças), também aprovou: “Sou acostumado a comer peixe, mas nunca tinha experimentado pacu seco. Está show, top de linha. Muita tradição, muito sabor, aprovado”.

Essa forte presença gastronômica é parte da Rota do Peixe de Várzea Grande, um dos polos mais tradicionais de turismo rural e de sabores no estado. As peixarias de Bonsucesso, além da culinária à base de peixe, oferecem rodízios, pratos à la carte e toda a hospitalidade típica da região, com infraestrutura cada vez mais preparada para receber o público. O empresário Robson Ribeiro da Rosa, da Peixaria 4R, destaca: “Nossa participação na FIT é essencial para divulgar nossos pratos e fortalecer o turismo em Bonsucesso. A parceria com a Prefeitura de Várzea Grande é fundamental para mostrarmos nossa cultura gastronômica e recepção calorosa. A Rota do Peixe está mais estruturada, com peixarias tradicionais e novas, sorveterias, cafés da manhã, pesque-pague e até hotel. Estamos modernizando para receber todos os turistas, inclusive os próprios cuiabanos, que às vezes ainda não conhecem”.

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A proposta da Prefeitura de Várzea Grande é justamente essa: promover o que é autêntico, saboroso e cheio de identidade regional, fortalecendo a economia local por meio do turismo gastronômico e criando novas oportunidades para os empreendedores da cidade. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Mário Quidá, essa valorização faz parte de uma nova política integrada da gestão da prefeita Flávia Moretti.

“Estamos mostrando na FIT Pantanal que Várzea Grande tem muito mais do que história e localização estratégica. Temos sabores únicos, tradições fortes e um setor gastronômico preparado para crescer ainda mais. Nosso compromisso é apoiar os empreendedores, divulgar nossas rotas e atrair turistas para experimentar o que temos de melhor”, afirmou o secretário.

A FIT Pantanal 2025 segue até amanhã, domingo (8), com horário de visitação das 15h às 22h. E até lá, quem quiser conhecer — ou redescobrir — os sabores da Várzea, é só seguir o aroma irresistível vindo da “Rota do Peixe”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Livro sobre a história do bairro Cristo Rei é relançado em biblioteca municipal de Várzea Grande

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A comunidade do Grande Cristo Rei prestigiou, no último dia 20, o relançamento do livro “O Lendário Capão de Negro – A História do Bairro Cristo Rei”, de autoria do professor e ex-secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Odenil Seba. O evento, que integra o calendário comemorativo dos 159 anos de Várzea Grande, foi realizado na Biblioteca Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, no bairro Cristo Rei.

Lançado originalmente em maio de 2024, o livro é resultado de 30 anos de pesquisa sobre o Capão de Negro, área histórica e remanescente de quilombo urbano localizada no bairro Cristo Rei. A região remonta aos séculos XVIII e XIX, período em que escravizados fugitivos buscavam refúgio no grande capão de mata existente no local. Com o passar dos anos e a expansão urbana do município, a área passou por profundas transformações.

Ao longo das três décadas de pesquisa, o professor, historiador, músico e artista plástico Odenil Seba buscou não apenas resgatar a história do bairro, mas também preservar a memória das pessoas que viveram no Cristo Rei.

“Iniciei esse trabalho buscando informações sobre os negros escravizados que no Capão de Negro se refugiaram, fugindo da opressão dos seus senhores. Posteriormente, procurei resgatar histórias individuais de pessoas simples, lavradores que chegaram ao Capão de Negro nas décadas de 1930 e 1940”, declarou o autor.

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Segundo Odenil Seba, a obra também aborda a relação entre a presença religiosa dos padres salesianos no seminário construído por Dom Orlando Chaves, no Capão de Negro, e os reflexos dessa atuação junto à população local.

“Por fim, analiso as angústias, os sofrimentos e os novos rumos que a população do Capão de Negro passou a enfrentar após a intervenção do poder público com o loteamento, formando assim o atual bairro Cristo Rei e regiões adjacentes”, explicou.

Para a superintendente de Cultura da SMECEL, Everlucy Arruda, o relançamento da obra representa um importante reconhecimento da memória e da identidade cultural do município.

“Este momento representa muito mais que o relançamento de um livro. É a valorização da educação, da cultura e do conhecimento como ferramentas de transformação social. A parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e os autores locais fortalece exatamente isso: incentivar nossos escritores, preservar nossas raízes e aproximar a comunidade da leitura”, afirmou.

Ela destacou ainda a importância da realização do evento na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira.

“Realizar este evento na biblioteca torna tudo ainda mais especial, pois este espaço simboliza o acesso ao saber e à construção cultural do nosso município. Parabenizo o professor Odenil Seba por essa importante contribuição à literatura e à cultura regional. Que este livro alcance muitas pessoas e inspire novas gerações a conhecerem e valorizarem nossa história”, concluiu.

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Além de apresentações especiais do Coral Vesper, da Escola Estadual José Leite, o evento contou com a participação de moradores e lideranças locais, entre eles o padre Felisberto, a professora Ilza Santana Costa, filha de Dona Binoca, Maria Rosa de Carvalho e suas filhas, Estanislau Bispo, viúvo de Dona Áurea Brás, e seu filho Uilson Brás, a professora Tacília Soares, do movimento negro de Várzea Grande, Eliseu da Silva Xunxum, Manoel dos Santos, conhecido como “seo Manezinho”, além das freiras missionárias do Bom Jesus, irmã Luceny e irmã Queiróz, que atuaram no Capão de Negro nas décadas de 1960 e 1970, entre outras personalidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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