Várzea Grande

Secretaria de Saúde reforça estratégicas de combate às arboviroses

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Conforme determinação do Ministério da Saúde, Várzea Grande terá de realizar ações concentradas em bairros com maiores incidências das doenças causadas pelo Aedes aegypti

Conforme a orientação da equipe técnica do Ministério da Saúde, o município de Várzea Grande está intensificando as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, nas regiões com maior incidência de notificações de casos de arboviroses.

Os trabalhos de mobilização tiveram início pelo bairro Cristo Rei, onde os agentes (comunitários de saúde, endemias e vigilância sanitária) percorreram as principais vias destacando a importância do combate ao mosquito e de atitudes simples que podem ser realizados pelos moradores, como não deixar água parada em recipientes, de vasos de plantas, além do cuidado com a limpeza dos terrenos.

A secretária de Saúde, Deisi Bocalon, informa que essa estratégia de ação já estava definida antes mesmo da visita da equipe técnica do Ministério da Saúde – realizada no final de fevereiro -, e foi intensificada, a partir da orientação dos representantes do governo federal. “Estamos imbuídos nessa ação e trabalhando de forma conjunta com as secretarias de Educação, Serviços Públicos, Obras e Meio Ambiente, e todos em prol da diminuição dos casos de arboviroses no município. São ações aparentemente simples, mas que resultam em dados positivos, como uma baixa nos casos notificados de dengue, chikungunya e zika, já sentidas na última semana”, observou. Ela destacou ainda que todos os esforços estão sendo feitos para a melhoria da condição humana e de trabalho.

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Além do bairro Cristo Rei, os agentes estarão, nesta semana, percorrendo também as regiões Centro Sul e Mappim.

REUNIÃO – Vários agentes de endemias atuam em bairros mais afastados da região central, e como as ações estão sendo concentradas, eles solicitaram apoio da gestão para que fossem colocados transportes para levar os trabalhadores aos locais onde deverão trabalhar nos dias definidos para o mutirão.

A prefeita Flávia Moretti (PL), juntamente com a secretária Deisi Bocalon, ouviu a solicitação e, prontamente, determinou que os trabalhadores fossem transportados até o local da ação e depois ao ponto de onde saíram.

Ficou acordado que a secretaria de Saúde estará até o final desta tarde definindo pontos em que os servidores deverão estar para poderem vir juntos para a região definida para cada ação.

A secretária Deisi Bocalon disse que esta gestão tem se esforçado para melhorar, além das estruturas físicas das unidades de saúde, também as condições humanas e de trabalho.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Saúde municipal monitora caso e reforça medidas de combate e prevenção à meningite

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que as equipes da Vigilância Epidemiológica estão tomando todas as medidas necessárias e orientativas em relação ao caso confirmado de meningite bacteriana em uma estudante e moradora da cidade. A menor, J. V. P. P. de 11 anos, é estudante da Escola Estadual ‘Governador José Garcia Neto’, localizada no Residencial Júlio Domingos de Campos, nas imediações da Rodovia Mário Andreazza. Apesar de morar e estudar na cidade, a família buscou atendimento em Cuiabá. O caso foi registrado como de Várzea Grande, mas está sendo acompanhado pela Saúde da capital.

Conforme informações repassadas pela Vigilância de Cuiabá, a menor recebeu atendimento no Hospital Materno-Infantil, mas está internada agora no Hospital Central, também na capital.

De medidas práticas já realizadas, a direção escolar já realizou a sanitização da unidade. Todos os alunos hoje (5) tiveram as aulas suspensas, mas serão retomadas amanhã (6).

A Vigilância Epidemiológica, em visita in loco à unidade escolar, orientou sobre as medidas a serem tomadas mediante casos suspeitos da meningite. A recomendação é para que as pessoas que tiveram contato direto – ou que tenham sintomas – com a estudante procurarem uma unidade de saúde no Município.

Em contato com a mãe da paciente, a Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande conseguiu traçar um itinerário. A crianças esteve gripada recebeu atendimento em Várzea Grande, quando foram feitos consulta e exames de imagem, que nada constaram – pulmão limpo. Tratado os sintomas gripais, a família viajou para Rondonópolis. No dia 28 de abril, a criança apresentou dor de cabeça e febre alta, e buscou atendimento nas UPAs Ipase e Verdão, mas desistiu da consulta. No dia seguinte, no dia 29, a menor foi à aula, queixou de dor de cabeça novamente, a escola comunicou a família, que optou pelo atendimento no Centro Médico Infantil, em Cuiabá.

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Sobre a evolução do atual quadro da paciente, a Vigilância de Várzea Grande recebeu a informação de que houve melhora dos sintomas e que a menor e sua família aguardam resultados de novos exames.

O diagnóstico veio do Laboratório Central (Lacen) e foi comprovado que se trata de um caso de meningite por streptococcus pneumoniae, o primeiro do ano, em Várzea Grande.

VACINAÇÃO – A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande aproveita a oportunidade para reforçar a necessidade de imunização e da oferta de doses em todas as unidades de saúde que estão abastecidas. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Fatores extras, como pneumonia mal curada, má administração de antibióticos – criando resistência do organismo às bactérias – e agravamento da influenza, podem levar a casos de meningite bacteriana.

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O QUE FAZER? – Em casos de sintomas, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e evitar aglomerações.

Nesses locais, a equipe médica vai avaliar o paciente, solicitar exames e tomar as condutas iniciais ao tratamento, monitoramento e acompanhar o caso. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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