Várzea Grande

Projeto ‘Parque Indígena Aldeia Viva’ em Várzea Grande, promete transformar realidade e preservar cultura ancestral

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Foi lançado um projeto inovador e sensível que promete mudar a paisagem e a realidade cultural de Várzea Grande, Mato Grosso. O Parque Indígena Aldeia Viva surge como uma proposta arrojada da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo (SMDETT), liderada pelo Secretário Charles Caetano Rosa, e tem como objetivo central a preservação e promoção das tradições e patrimônio cultural dos povos indígenas do estado.

“Este projeto representa um marco para nossa cidade e para toda a região. É uma oportunidade única de resgatar e valorizar as raízes indígenas que são tão fundamentais para nossa identidade”, afirma o Secretário Charles Caetano Rosa.

Com uma área prevista de cinco hectares, localizada nos terrenos do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, o Parque Indígena Aldeia Viva tem a proposta de ser um espaço dedicado ao fortalecimento do protagonismo indígena, onde todas as etnias do estado terão sua representação garantida.

Ider Jascinto, Coordenador de Turismo da SMDETT, destaca a importância desse projeto para a promoção do turismo sustentável e o desenvolvimento econômico da região. “O Parque Indígena Aldeia Viva será um polo de atração para visitantes locais e internacionais, que terão a oportunidade de vivenciar a rica diversidade cultural dos povos indígenas de Mato Grosso”.

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A proposta atraiu apoio e entusiasmo, inclusive do suplente de deputado federal, Antônio Bosaipo, que expressou seu contentamento com a iniciativa. “Estou feliz com o posicionamento do prefeito Kalil Baracat em investir na questão indígena e no turismo. Sugiro inclusão de um campo de futebol para torneios indígenas e me coloco à disposição para buscar recursos em Brasília e ajudar em processos burocráticos na capital federal”, comentou Bosaipo.

Além do apoio governamental, o setor privado também está engajado nesse projeto. Maurício Manfredini, diretor de compliance da Marfrig, ressalta que “iniciativas que visam a preservação e divulgação da história, da cultura e dos costumes dos povos originários do nosso país são iniciativas sempre muito positivas e merecem todo o apoio da sociedade”, mencionou ainda que “é possível, sim, a iniciativa privada caminhar com o poder público para tornar este projeto uma realidade que beneficie não apenas as comunidades indígenas, mas toda a sociedade”.

A cerimônia de lançamento contou com a presença de diversas personalidades, incluindo Suzi Miranda, presidente do Singtur, e Celso Medina, vice-presidente do COMTURVG, que prestigiaram o evento e demonstraram seu apoio à iniciativa.

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“O Parque Indígena Aldeia Viva será mais do que um espaço físico, será um símbolo de preservação, promoção e respeito às culturas indígenas. Com uma arquitetura inspirada nas tradições indígenas, o parque contará com uma variedade de atrações, incluindo artesanato, gastronomia, história e feiras, além de congressos e programas educativos”, detalhou Charles Caetano.

Os objetivos específicos do projeto incluem o fomento do turismo e desenvolvimento sustentável, promovendo práticas sustentáveis tanto na construção quanto nas atividades desenvolvidas dentro do parque. Além disso, busca-se promover o respeito e valorização das culturas indígenas na sociedade, estabelecendo parcerias com as comunidades locais e oferecendo programas educativos para aumentar a conscientização sobre a importância dessas culturas.

“Este projeto representa um passo importante na direção da preservação e valorização da cultura indígena em Mato Grosso, uma orientação do prefeito Kalil Baracat de promovermos o turismo e o desenvolvimento econômico. Com uma abordagem inclusiva e participativa, o Parque Indígena Aldeia Viva promete ser um espaço de encontro, aprendizado e celebração das riquezas culturais dos povos originários do estado”, concluiu o secretário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Procon de Várzea Grande orienta consumidores sobre compras para o Dia das Crianças

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O Procon de Várzea Grande reforça as orientações aos consumidores para garantir compras seguras e transparentes no período que antecede o Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro. Entre os principais cuidados estão a segurança dos produtos, a clareza das informações sobre preços e o conhecimento das regras para trocas e devoluções de mercadorias.

Na compra de brinquedos, o órgão recomenda que os consumidores verifiquem a presença do selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e respeitem a faixa etária indicada pelo fabricante. Essas medidas ajudam a prevenir acidentes e garantem maior segurança às crianças.

Outro ponto importante é a transparência na divulgação dos preços. Os estabelecimentos comerciais devem informar claramente os valores à vista e a prazo, os juros aplicáveis e eventuais diferenças de preço conforme a forma de pagamento, como dinheiro, cartão ou PIX.

Em relação às trocas de mercadorias, o Procon esclarece que, nas compras realizadas em lojas físicas, a substituição por motivos como tamanho, cor ou preferência pessoal não é uma obrigação legal do estabelecimento, exceto quando essa possibilidade tiver sido previamente oferecida pelo fornecedor.

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“É fundamental que o consumidor verifique as condições da loja antes de concluir a compra. O consumidor deve exigir e guardar a nota fiscal, documento que comprova a compra e pode ser fundamental para reivindicar direitos em caso de problemas com a mercadoria”, afirma o fiscal do consumidor, Pedro Rosa Rondon.

Nos casos de produtos com vícios ou defeitos, o Código de Defesa do Consumidor prevê, em regra, o prazo de até 30 dias para que o fornecedor resolva o problema. Se o defeito não for solucionado nesse período, o consumidor poderá escolher entre a substituição do produto, a restituição do valor pago ou o abatimento proporcional do preço, conforme previsto na legislação.

Compras pela internet

Nas compras realizadas fora do estabelecimento comercial, como pela internet, o consumidor tem direito de arrependimento, que permite desistir da contratação no prazo de sete dias, contado da assinatura do contrato ou do recebimento do produto, conforme o caso.

Nessa situação, os valores pagos devem ser devolvidos integralmente, conforme estabelece a legislação consumerista.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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