Várzea Grande

Prefeitura inicia implantação de semáforos na FEB e Mário Andreazza para garantir mais segurança e fluidez no trânsito

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Um dos equipamentos é de botoeira e todo conjunto implantado, em parceria, funcionará no ‘modo onda verde’, ou seja, o motorista que parar no primeiro sinal terá sequência livre nos demais semáforos, sem necessidade de novas paradas

Atendendo às demandas da população e aos estudos técnicos realizados pela equipe de Mobilidade Urbana, a Prefeitura de Várzea Grande inicia, nesta semana, as demarcações para a instalação de semáforos em dois pontos estratégicos da cidade: um na Avenida FEB, com sistema de botoeira – mais acessível aos pedestres, e outro na Avenida Mário Andreazza.

A iniciativa, coordenada pela prefeita, Flávia Moretti (PL), conta com a participação direta do secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ductievicz, e do secretário de Viação e Obras, Celso Pereira, em parceria com a Guarda Municipal e a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), responsável pelo fornecimento dos equipamentos necessários para a execução do projeto.

O coordenador de Mobilidade Urbana, Cidomar Arruda, explica que os novos semáforos foram projetados para garantir segurança aos pedestres sem prejudicar o fluxo dos veículos.

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“Os sistemas que serão implementados seguem o princípio da onda verde, que mantém a fluidez do trânsito ao sincronizar os ciclos semafóricos. Ou seja, o motorista que parar no primeiro sinal terá sequência livre nos demais semáforos, sem necessidade de novas paradas”, detalha.

A escolha dos locais levou em conta as reclamações e solicitações da população, bem como, os índices de acidentes registrados pela Guarda Municipal, especialmente na Avenida FEB, uma das mais movimentadas da cidade e que ainda segue em obras para implantação do BRT. Três pontos da FEB serão contemplados: regiões próximas à Havan, ao FEB Saúde e ao Shopping Fórmula. Nesta semana, será feita apenas a demarcação para um semáforo na FEB e outro na Mário Andreazza, que deverão ser instalados na próxima semana.

Após essa etapa inicial, a Guarda Municipal iniciará um trabalho educativo para orientar motoristas e pedestres sobre as mudanças no trânsito. Em seguida, os outros dois semáforos previstos para a FEB serão instalados, completando 100% do projeto.

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SEGURANÇA VIÁRIA – Além da montagem das estruturas semafóricas, a obra inclui rebaixamento de calçadas, pintura da sinalização horizontal e apoio de agentes de trânsito para facilitar a adaptação da população às novas regras. O objetivo principal é reduzir a velocidade média dos veículos e proteger os pedestres, com atenção especial aos estudantes das escolas próximas à Ponte Nova e à região da Manga, bem como aos trabalhadores das empresas locais.

“O projeto foi cuidadosamente planejado para atender às necessidades do momento, sem comprometer futuros projetos como o do BRT, que terá um sistema próprio e independente”, ressaltou Arruda.

Com essa iniciativa, a gestão municipal reafirma o compromisso com a segurança viária e a melhoria da mobilidade urbana, equilibrando as necessidades dos pedestres com a fluidez do tráfego em Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Várzea Grande avalia implantar cafeicultura para fortalecer agricultura familiar

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A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável iniciou as discussões para avaliar a implantação da cafeicultura entre produtores da agricultura familiar do município. A proposta é buscar recursos do programa MT Produtivo, do Governo de Mato Grosso, por meio da COOPLÍDER, e diversificar as atividades produtivas entre as famílias.

Dois encontros já ocorreram e reuniu representantes dos pequenos produtores e técnicos da Embrapa, Empaer, Sindicato Rural, Senar e da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande.

O projeto ainda está em fase de construção e depende de estudos que comprovem a viabilidade técnica e econômica da produção de café em Várzea Grande. Entre os fatores avaliados estão as características do solo, volume de chuvas anual, necessidade de adubação, disponibilidade de água e estrutura para irrigação.

O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, explica que o município terá papel direto na orientação dos pequenos produtores.

“Nosso papel é dar todo o suporte técnico ao produtor, por meio da Empaer – escritório de Várzea Grande – e dos técnicos da secretaria. Mas não vamos colocar o agricultor em uma atividade sem antes verificar se existe viabilidade. É preciso ter perfil, interesse, água e condições de irrigação. A ideia é construir um projeto seguro e sustentável para a agricultura familiar”, afirmou.

Segundo ele, alguns produtores já possuem poços artesianos e sistemas de irrigação, o que pode favorecer a implantação da cultura em determinadas áreas. A avaliação, no entanto, será individualizada, considerando as características de cada propriedade.

A proposta prevê a possibilidade de a COOPLÍDER buscar até R$ 3,6 milhões em recursos. Desse total, R$ 3 milhões são recursos não reembolsáveis, enquanto 20%, ou R$ 600 mil, correspondem à contrapartida da cooperativa.

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Os recursos poderão ser utilizados na aquisição de mudas, adubos, equipamentos de irrigação e outras estruturas necessárias para a implantação da cadeia produtiva.

Para o representante da COOPLÍDER, João Paulo Moura, o café pode representar uma alternativa de renda de longo prazo para pequenos produtores, mas a atividade exige planejamento e perfil adequado.

“O café é uma cultura extremamente rentável, mas é preciso entender que estamos falando de uma produção de longo prazo, como uma poupança para o pequeno produtor. Se em um assentamento alguns agricultores tiverem perfil e interesse, com as condições adequadas, é possível trabalhar com uma produtividade de cerca de 100 sacas por hectare. O importante é fazer as contas, avaliar os custos e garantir que o produtor tenha estrutura para sustentar a atividade”, explicou.

Segundo a projeção apresentada pela cooperativa, um hectare de café pode alcançar cerca de 100 sacas por ano, com potencial de gerar aproximadamente R$ 100 mil em receita bruta anual, considerando o preço estimado de R$ 1 mil por saca. Com custos anuais estimados em torno de R$ 40 mil, o produtor poderia obter até R$ 60 mil de resultado, o equivalente a uma média de R$ 5 mil por mês. Os valores, no entanto, são estimativas e dependerão da produtividade, dos custos de produção e do preço de comercialização na época da colheita. João Paulo também reforçou que a cooperativa poderá adquirir a produção dos agricultores, criando uma perspectiva de mercado para o produto.

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Viabilidade antes do investimento – Antes de qualquer implantação, novas reuniões e visitas aos assentamentos serão realizadas para levantar informações sobre os produtores e as áreas disponíveis.

A equipe técnica também deverá analisar estudos de solo e outros indicadores necessários para definir onde a cultura pode apresentar melhores resultados. A orientação é evitar investimentos sem segurança técnica.

Ricardo Amorim afirmou que a prefeitura trabalha também com uma alternativa caso a cafeicultura não seja considerada viável em determinadas áreas.

“Precisamos diversificar. Se a cafeicultura não apresentar viabilidade técnica ou não houver produtores com o perfil necessário, temos um plano B. A fruticultura já apresenta experiências bem-sucedidas no município e pode receber novos investimentos. O mais importante é oferecer alternativas e criar oportunidades reais de renda para a agricultura familiar”, destacou.

“O próximo passo será aprofundar os estudos, ouvir os produtores e reunir as informações necessárias para a elaboração do projeto. A intenção é transformar a possibilidade de acesso aos recursos do MT Produtivo em uma estratégia de desenvolvimento sustentável para os pequenos produtores de Várzea Grande”, pontuou o representante da COOPLÍDER, João Paulo Moura.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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