Várzea Grande

Prefeita de Várzea Grande sanciona lei e lança campanha de doação para proteção animal

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), sancionou nesta sexta-feira (10) a lei municipal que institui a campanha Abril Laranja, voltada ao combate à violência contra animais e ao incentivo à mobilização da sociedade em defesa da causa.

Durante todo o mês, a população poderá contribuir com doações de ração (pacotes fechados), produtos de limpeza, cobertores, toalhas e outros insumos. Todo o material arrecadado será destinado à ONG Projeto Pet VG, que atua no resgate e cuidado de animais em situação de vulnerabilidade.

A lei, de autoria da vereadora Rosy Prado, tem como objetivo promover a conscientização e a prevenção contra a crueldade e os maus-tratos aos animais.

Os pontos de coleta estão distribuídos em locais estratégicos da cidade, como a sede da Secretaria de Meio Ambiente (SEMMADRS), a Prefeitura de Várzea Grande e as lojas Scooby Rações e Paiol Agroveterinária, ampliando o acesso da população à campanha.

O lançamento contou ainda com um gesto simbólico da prefeita, que levou seus próprios animais de estimação, reforçando o compromisso pessoal com a causa animal e a importância da conscientização coletiva.

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A programação do Abril Laranja segue ao longo do mês com ações educativas nas escolas municipais. Alunos das unidades EMEB Marilce Benedita de Arruda, EMEB Ana Rosa da Silva, EMEB David Mayer e EMEB Professor Antônio Salústio Areias participarão de palestras sobre combate à violência animal, em parceria com profissionais da área veterinária.

O encerramento da campanha será no dia 25 de abril, a partir das 16h, com uma feira de adoção no Ginásio Poliesportivo do Fiotão. O evento contará também com vacinação antirrábica gratuita, feira gastronômica, ações de conscientização e arrecadação de doações.

“Essa é uma ação realmente eficaz. Estaremos conscientizando nossas crianças nas escolas, promovendo a arrecadação de alimentos e materiais importantes para os animais e realizando um dia especial de adoção. Várzea Grande dá mais um passo na defesa, no respeito e no fortalecimento da causa animal”, destacou a prefeita.

O secretário de Meio Ambiente, Ricardo Alexandre da Costa Amorim, ressaltou que a campanha tem como símbolo a cadelinha Nina, sem raça definida, que vivia em frente à secretaria e foi adotada por servidores.

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“A Nina é nossa mascote e muito querida por todos. Ela representa o abandono, mas também a possibilidade de cuidado e acolhimento. A campanha reforça o papel do município na proteção animal e busca engajar a sociedade em uma causa que envolve responsabilidade, respeito e cuidado com a vida”, afirmou.

A vereadora Rosy Prado também destacou a importância da iniciativa. “Ações como essa fazem toda a diferença na vida dos animais. A campanha, além de conscientizar, mostra o papel de cada cidadão na proteção e no respeito aos animais”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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