Várzea Grande

Prefeita anuncia criação da secretaria municipal de Inclusão

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Pasta será um marco para condução das políticas públicas em Várzea Grande, agilizando e fomentando o atendimento para quem precisa e para todas as fases da vida

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti anunciou na manhã de hoje (26), que irá encaminhar à Câmara Municipal o projeto de reforma administrativa para propor a criação da secretaria municipal de Inclusão, que será responsável pela elaboração e condução das políticas públicas que fomentem a inclusão em todas as esferas de Várzea Grande. “A política de inclusão começa na Educação, mas ela não termina porque a criança cresce vira jovem, o jovem vira adulto e as ações de inclusão precisam ser efetivas para essas pessoas em todas as fases da vida” pontuou.

O anúncio da secretaria foi feito durante a abertura da ‘Aula Inaugural’ de 2025 do Centro Municipal de Atendimento e Apoio à Inclusão (CMAEAPI) João Ribeiro Filho. O Centro retoma as atividades atendendo mais de 400 alunos da rede pública municipal de Várzea Grande.

O Centro Municipal João Ribeiro é referência em Mato Grosso com atividades para crianças que apresentam autismo, síndrome de Down, deficiência física, visual, auditiva, deficiência intelectual e outros transtornos como de hiperatividade (TDH), de leitura e escrita (dislexia) e e de aprendizagem. Esses alunos recebem atendimento especializado nas áreas de psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, serviço social e psicomotricidade Aquática.

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A coordenadora geral do CMAEAPI, Greice Maria de Araújo Bezerra, inicia o ano atendendo os alunos laudados com equipe multidisciplinar composta por psicopedagoga, neuropsicopedagoga, psicóloga, fisioterapeuta e professor multifuncional, além de profissionais que vão atender com terapia aquática e motricidade. O Centro ainda possui uma lista de espera de 120 alunos aguardando avaliação.

Segundo a coordenadora, o diferencial deste ano fica por conta da descentralização do atendimento do Centro Municipal, que irá contar com a abertura de sete salas para atender os alunos na EMEB Gonçalo Domingos de Campos (CAIC) do bairro Jd. Alá. “Com as novas salas, vai ser possível descentralizar e ampliar o atendimento para laudados da rede municipal” comemorou.

Para a superintendente Pedagógica da SMECEL, professora Elizete Gonzaga Santos Lima, o Centro João Ribeiro é o suporte das escolas para o atendimento nas unidades, inclusive com a liberação dos Técnicos em Desenvolvimento Educacional Especializados (TDEE) para o acompanhamento individual do aluno. Elizete informou também que a Superintendência Pedagógica conta com uma equipe que está atuando com Educação Especial, que são profissionais formadores que trabalham diretamente com professores que possuem esses alunos em sala de aula. “Com esse trabalho em conjunto, o professor consegue dar um atendimento de qualidade para esses alunos, promovendo acolhimento, a inclusão e estimulando à aprendizagem.

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NA PRÁTICA – O subsecretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, professor Jalme de Figueiredo Júnior, disse que Várzea Grande conseguiu iniciar o ano letivo de 2025 com os profissionais TDEE já contratados e aguardando os alunos especiais desde o primeiro dia de aula. “A gestão da prefeita Flávia Moretti tem esse compromisso e nós estamos trabalhando para ampliar o atendimento do Centro João Ribeiro para os bairros de Várzea Grande” declarou.

A assessora de Políticas Públicas para a Inclusão, Priscila Lima, destacou que a gestão está finalizando o primeiro núcleo de atendimento ao autista e neurodivergente de Várzea Grande que terá, entre outras atribuições, a função da avaliação e expedição de laudos para as pessoas que necessitam e que estão aguardando por meses e até por anos esse tipo de serviço. “Sem o laudo, não é possível acessar aos serviços. Por isso é urgente esse olhar diferenciado e humanizado para as famílias várzea-grandenses”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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