Várzea Grande

Planejamento familiar busca melhorias e alinhamento de fluxos entre regulações

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Profissionais de saúde discutiram estratégias, apresentaram demandas e definiram novos fluxos de atendimento às gestantes

Profissionais da saúde de Várzea Grande participaram de uma reunião técnica no Centro Especialidades Médicas (CEM) – antigo Postão -, com o objetivo de alinhar estratégias, identificar problemas e buscar soluções para qualificar os atendimentos relacionados ao planejamento familiar no Município.

O encontro contou com a presença da diretora do Escritório Regional da Baixada Cuiabana da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), Cláudia Moreno, responsável pelo matriciamento das equipes multiprofissionais nessa área. Durante a reunião, foi realizado um treinamento de atualização sobre a Lei do Planejamento Familiar e apresentados os fluxos de atendimento para mulheres interessadas em métodos contraceptivos.

Segundo Cláudia, o papel das Equipes Multiprofissionais de Apoio (EMAs) é oferecer orientações claras sobre os diversos métodos disponíveis, sempre desencorajando a esterilização definitiva como primeira escolha. “Nosso compromisso é garantir acesso à informação segura e acolhimento humanizado. A mulher tem direito de escolher, mas precisa estar bem orientada para tomar essa decisão com consciência e segurança”, afirmou.

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A reunião contou ainda com a presença da coordenadora da Central de Regulação de Cuiabá, Carolina Pereira.

De acordo com Jéssica Leite Baltas, responsável técnica do CEM, a reunião foi extremamente produtiva. “Falamos sobre um tema muito importante, que exige alinhamentos e cuidados constantes. Nosso objetivo foi justamente levantar os principais problemas e encontrar soluções para melhorar o acesso e a qualidade dos serviços de planejamento familiar em nosso Município”, destacou.

A secretaria municipal de Saúde de Várzea Grande, Deisi Bocalon, também reforçou a importância da ação como ferramenta de conscientização e prevenção. “A família precisa ter clareza sobre o que deseja e sobre aquilo que tem condições de manter de forma segura. Planejar quantos filhos quer ter é uma forma de evitar problemas futuros e prover o bem-estar familiar. É fundamental que cada família tenha o poder dessa decisão e o papel do poder público é justamente garantir esse apoio oferecendo acesso a métodos contraceptivos seguros e eficazes”, afirmou.

A ação reforça o compromisso da rede pública de saúde com o cuidado integral à mulher, promovendo atendimento ético, humanizado e resolutivo, em conformidade com a legislação vigente.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Saúde municipal monitora caso e reforça medidas de combate e prevenção à meningite

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que as equipes da Vigilância Epidemiológica estão tomando todas as medidas necessárias e orientativas em relação ao caso confirmado de meningite bacteriana em uma estudante e moradora da cidade. A menor, J. V. P. P. de 11 anos, é estudante da Escola Estadual ‘Governador José Garcia Neto’, localizada no Residencial Júlio Domingos de Campos, nas imediações da Rodovia Mário Andreazza. Apesar de morar e estudar na cidade, a família buscou atendimento em Cuiabá. O caso foi registrado como de Várzea Grande, mas está sendo acompanhado pela Saúde da capital.

Conforme informações repassadas pela Vigilância de Cuiabá, a menor recebeu atendimento no Hospital Materno-Infantil, mas está internada agora no Hospital Central, também na capital.

De medidas práticas já realizadas, a direção escolar já realizou a sanitização da unidade. Todos os alunos hoje (5) tiveram as aulas suspensas, mas serão retomadas amanhã (6).

A Vigilância Epidemiológica, em visita in loco à unidade escolar, orientou sobre as medidas a serem tomadas mediante casos suspeitos da meningite. A recomendação é para que as pessoas que tiveram contato direto – ou que tenham sintomas – com a estudante procurarem uma unidade de saúde no Município.

Em contato com a mãe da paciente, a Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande conseguiu traçar um itinerário. A crianças esteve gripada recebeu atendimento em Várzea Grande, quando foram feitos consulta e exames de imagem, que nada constaram – pulmão limpo. Tratado os sintomas gripais, a família viajou para Rondonópolis. No dia 28 de abril, a criança apresentou dor de cabeça e febre alta, e buscou atendimento nas UPAs Ipase e Verdão, mas desistiu da consulta. No dia seguinte, no dia 29, a menor foi à aula, queixou de dor de cabeça novamente, a escola comunicou a família, que optou pelo atendimento no Centro Médico Infantil, em Cuiabá.

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Sobre a evolução do atual quadro da paciente, a Vigilância de Várzea Grande recebeu a informação de que houve melhora dos sintomas e que a menor e sua família aguardam resultados de novos exames.

O diagnóstico veio do Laboratório Central (Lacen) e foi comprovado que se trata de um caso de meningite por streptococcus pneumoniae, o primeiro do ano, em Várzea Grande.

VACINAÇÃO – A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande aproveita a oportunidade para reforçar a necessidade de imunização e da oferta de doses em todas as unidades de saúde que estão abastecidas. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Fatores extras, como pneumonia mal curada, má administração de antibióticos – criando resistência do organismo às bactérias – e agravamento da influenza, podem levar a casos de meningite bacteriana.

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O QUE FAZER? – Em casos de sintomas, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e evitar aglomerações.

Nesses locais, a equipe médica vai avaliar o paciente, solicitar exames e tomar as condutas iniciais ao tratamento, monitoramento e acompanhar o caso. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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